Leitura, 2007
Yoav Bashan (EUA, contemporâneo)
acrílica sobre tela, 74 x 60 cm
Leitura, 2007
Yoav Bashan (EUA, contemporâneo)
acrílica sobre tela, 74 x 60 cm
Nossa Sra Aparecida
Vanessa Lima (Brasil, contemporânea)
acrílica sobre tela, 30 x 30 cm

Hot book, 2008
Yvonne van Woggelum (Holanda, 1951)
acrílica sobre tela, 100 x 120 cm
Banana Yoshimoto
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A leitora, 2001
Pascual Carlos Estebán (Argentina, 1938)
acrílica sobre tela, 55 x 46 cm
Pensa em passar o Carnaval em casa lendo? Aqui vão algumas sugestões de leitura. Uns livro são mais grossos do que outros. Você terá que ver quantos dias de folga irá dedicar à leitura. Procure pelas sinopses on line.
Todos os livros aparecem em catálogos online de grandes livrarias, mesmo não tendo sido publicados em 2017.
Pequena joia da literatura japonesa:
O fuzil de caça, Yasushi Inoue, São Paulo, Estação Liberdade: 2010, 112 páginas
Livro leve e romântico, quase um conto de fadas francês:
A caderneta vermelha, Antoine Laurain, Rio de Janeiro, Alfaguara: 2016, 134 páginas
Livro com pegada histórica, sobre adaptação a um novo ambiente, bom astral:
A garota de Boston, Anita Diamant, São Paulo, Nversos: 2016, 240 páginas
Livro não ficção que faz pensar, aprender e é de fácil leitura:
Sapiens, uma breve história da humanidade, Yuval Noah Harari, Porto Alegre: 2015, 462 páginas
Livro que virou filme:
Um homem chamado Ove, Fredrik Backman, Rio de Janeiro, Alfaguara: 2015, 352 páginas
Livro brasileiro histórico/suspense/ação:
O romance inacabado de Sofia Stern, Ronaldo Wrobel, Rio de Janeiro, Record: 2015, 256 páginas
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Mulher lendo, 2005
Hilary Rosen (GB, contemporânea)
acrílica sobre tela
Coleção Particular

Praia dos Ossos, Búzios
Thiago Castro (Brasil, 1984)
acrílica sobre tela, 30 x 40 cm
Feira de flores, 2008
Adelson do Prado (Brasil, 1944)
Acrílica sobre tela, 70 x 50 cm
Cláudio Barake (Brasil, 1966)
acrílica sobre tela, 59 x 59 cm
Marie Fox (EUA contemporânea)
acrílica sobre tela, 30 x 30 cm
Sempre aprendo na internet. É só ter curiosidade. Tudo está na rede.
Hoje dei com um artigo sobre terapia através de livros. Não falo de livros escritos com o objetivo de autoajuda. Não é disso que se trata. É a leitura de literatura, tanto antiga quanto contemporânea, auxiliando no entendimento de emoções, de prazer, da felicidade. Biblioterapia parece estar em alta. É esse o campo, que meus amigos bibliotecários certamente devem conhecer, mas eu ignorava.
O artigo na revista online The Millions, titulado Books Should Send Us Into Therapy: On The Paradox of Bibliotherapy, de James McWilliams expandiu meu conhecimento sobre o uso pragmático da leitura e levantou perguntas relacionadas ao Brasil: Nós temos biblioterapia? Há livros de ficção literária brasileira que possam ser usados na terapia?
No mundo de língua inglesa há, por exemplo, os livros de Jane Austen. Ninguém duvida do valor literário da autora inglesa. Mas eu não sabia que poderíamos usar seus livros no processo de psicoterapia como William Deresiewicz sugere em A Jane Austen Education. Ou que o mesmo resultado parece ter sido atingido pelo autor britânico Andy Miller no best-seller The Year of Reading Dangerously.
O autor do artigo cita Lendo Lolita no Teerã, de Azar Nafisi, o único mencionado com tradução brasileira, que li em 2004. Faz muito tempo. Mas me recordo dele demonstrar o crescimento emocional dos personagens e o desenvolvimento da felicidade através da leitura.
Enfim, vou explorar essa nova visão da literatura. Uma consequência formal do hábito de ler que qualquer leitor assíduo já sabia, instintivamente. Deve estar aí o sucesso de grupos de leitura onde o hábito de ler regularmente e discutir emoções, aventuras, consequências e associações dos personagens nas tramas literárias oferece uma variedade imensa de situações e paralelos com a vida real que podem contribuir para o desenvolvimento emocional dos leitores.
Uma coisa sei por experiência: ler e discutir uma leitura em comum num grupo de leitores, regularmente, promove amizades sinceras, em qualquer idade. Nasce e se desenvolve um sentido de coesão, entendimento e aceitação do outro que supera meios tradicionais de se fazer amigos.
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Esau Andrade (México, contemporâneo)
acrílica sobre tela, 90 x 125 cm



