Imagem de leitura — Helen M. Turner

12 11 2010

Jornal da manhã, 1915

Helen M. Turner ( EUA, 1858-1958)

Óleo sobre tela

Jersey City Museum,  New Jersey, EUA

Helen M. Turner ( EUA, 1858-1958) nasceu em Louisville, Kentucky, mas cresceu em Nova Orleans.  Começou a pintar por volta de 1880, quando o New Orleans Art Union foi inaugurada. Mudou para New York City em 1895  e matriculou-se na Art Students League.  Também estudou na Escola de Design da Mulher na Cooper Union, e como aluna particular de William Merritt Chase.  Entre 1902 até 1919 Turner ensinou desenho na ACM, e exibiu paisagens impressionistas e obras figurativas nos museus e galerias. Em 1906 fez sua primeira aparição na Academia Nacional de Desenho.  Daí por diante, a lista de exposições em que participou cresceu para incluir a maioria das principais exposições com júri do país.





Você sabia que aprender a ler modifica o cérebro?

11 11 2010

O aprendizado da leitura, um fenômeno recente demais para ter influenciado nossa evolução genética, tem um impacto importante sobre o cérebro, que se adapta e utiliza, independente da idade da alfabetização, regiões cerebrais destinadas a outras funções.  “Não existe um sistema cerebral inato especializado na leitura, temos que fazer uma colagem, utilizar sistemas que já existem“, explicou à AFP Laurent Cohen, do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França (Inserm) e um dos coordenadores, ao lado de Stanislas Dehaene, do estudo publicado nesta quinta-feira na revista Science.

Os pesquisadores conseguiram medir, através de um IRM (imagem por ressonância magnética), a atividade cerebral de 63 adultos voluntários com diferentes índices de alfabetização: 10 analfabetos, 22 pessoas alfabetizadas na idade adulta e 31 pessoas alfabetizadas na infância.   O estudo foi feito entre o Brasil e Portugal, países onde crianças analfabetas eram algo “relativamente frequente” há apenas algumas décadas.  Os adultos foram submetidos a diferentes estímulos, tais como frases orais e escritas, palavras, rostos, etc.

Os pesquisadores constataram que o impacto da alfabetização sobre o cérebro “era maior do que os estudos anteriores davam a entender”, e afeta tanto áreas visuais do cérebro quanto setores dedicados à fala.  “O aprendizado da leitura ativa o sistema visual nas regiões especializadas na forma escrita das letras, o que é normal, mas também nas regiões visuais primárias, onde chega toda a informação visual“, afirmou Cohen.

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Assim, para pessoas que aprendem a ler, as respostas aumentam também nas regiões primitivas “quando apresentamos quadros horizontais, já que nossa leitura é horizontal, mas não quando apresentamos quadros verticais“, segundo o especialista.  O cérebro recorre também a zonas especializadas na língua escrita, uma vez que a leitura “ativa o sistema da fala” para tomar consciência dos sons, e permite “estabelecer relações entre o sistema visual e o sistema de fala, as letras escritas e os sons“, destacou Cohen.

Aprender a ler, mesmo na idade adulta, provoca no cérebro uma redistribuição de uma parte de seus recursos. Deste modo, o reconhecimento visual dos objetos e de rostos cede parcialmente terreno à medida em que aprendemos a ler, e se desloca “parcialmente para o hemisfério direito”. Os cientistas ainda não sabem se aprender a ler tem consequências negativas sobre nossa capacidade de reconhecimento de rostos.

Os pesquisadores também constataram que a alfabetização na idade adulta tem o mesmo impacto sobre o cérebro que o aprendizado durante a infância. Nos adultos que aprendem a ler, “as mudanças que isto provoca são quase as mesmas” verificadas em pessoas que foram alfabetizadas na infância.

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FONTE:  Terra





Novidades sobre as jibóias

4 11 2010

Ilustração de Rosiland Solomon.

Pesquisa realizada por cientistas da Universidade do Estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, indica que a jiboia constritora da à luz sem manter relações sexuais com machos da espécie. As informações são do site da Discovery News.

A descoberta faz com que a jiboia constritora passe a fazer parte da lista de animais que não precisam de um macho para ter filhos. A lista inclui outras espécies de cobras, espécies de tubarão, o dragão de Komodo, espécies de lagarto e outros.

Os cientistas, agora, tentam descobrir se alguns dinossauros eram capazes de dar à luz sem sexo, já que o fenômeno é reportado em todas as linhagens de vertebrados, exceto mamíferos, e em grande número de espécies de invertebrados.

O estudo foi iniciado após uma jiboia ter dado à luz 22 filhotes cor de caramelo. A suspeita surgiu pois o macho que havia mantido relações com a cobra não possuía os genes que possibilitariam as cobras nascerem com essa cor.

Fonte: TERRA





Água mole em pedra dura, poesia infantil de Evelyn Heine

4 11 2010

Água mole em pedra dura

                                    Evelyn Heine

O totó não quer saber

de água nem de sabão.

Meu cachorro e meu peixinho

Não combinam nisso, não!

Mas eu pego ele de jeito,

Dou um banho bem morninho.

Tudo é bom e sai perfeito

Quando é feito com carinho!

 

Em: Animais de estimação, da coleção Poesias para Crianças, São Paulo, Brasileitura, Editora Todolivro, sem data.





Reflexões sem compromisso sobre o dia de hoje: Todos os Santos

1 11 2010

Cristo glorificado rodeado por santos e anjos, 1423-24

Fra Angélico ( 1387-1455)

Têmpera de ovo sobre madeira [álamo]

Predela central do altar do Convento de Fiesole

National Gallery, Londres

Nada melhor a fazer no Dia de Todos os Santos  do que expiar as nossas culpas e pedir interferência de TODOS OS SANTOS a nosso favor. Redimindo-me: mea culpa, mea culpa, mea culpa —  deveria ter guardado as notas de aula do curso de Arte Bizantina que freqüentei na Universidade de Maryland, uma versão pálida da extensão do conhecimento passado pela Profª. Marie Spiro.  Sim, porque agora, algumas décadas mais tarde, dando aulas sobre adornos no Clube dos Decoradores do Rio de Janeiro, senti muita falta das detalhadas informações sobre os mosaicos bizantinos que me lembro terem sido copiosas e importantes.

Na extensão do meu curso como historiadora da arte, minha especialidade, meu maior interesse tinha a ver com a pintura européia moderna, do final do século XIX até a Segunda Guerra Mundial.  Isso não desabona a minha segunda área de especialização – que na época era obrigatória – desenhos e gravuras do barroco holandês – quando fui aluna do Prof.  Arthur Wheelock, curador da National Gallery de Washington DC de Pintura Holandesa, nem o meu interesse perene na arte africana, de onde saiu minha monografia para minha primeira graduação em história da arte.   Mas, minha ênfase, por gosto e afinidade, durante os 10 anos que me dediquei ao estudo da História da Arte, tinha tudo a ver com o Dadaísmo e o início do Surrealismo: movimentos de arte e literatura, dois pólos sempre presentes no meu horizonte e completamente dependentes um do outro, de acordo com o meu entendimento do mundo naquela época.  Com isso em vista, a arte bizantina, magnífica sem dúvida, me parecia rígida demais, na sua representação do mundo. 

Painel dos santos e precursores de Cristo, 1423-24

Fra Angélico ( 1387-1455)

Têmpera de ovo sobre madeira [álamo]

Painel do altar de San Domenico do Convento em Fiesole

National Gallery, Londres

Foi necessário que eu deixasse o magistério e enveredasse para “o mundo real” gerenciando uma galeria de arte contemporânea, e mais tarde, abrisse a minha própria versão de uma galeria de arte/antiquário para que eu voltasse à história e à arte pelo mero prazer, sem as necessidades impostas por testes, provas escritas e orais, defesas, para vir a compreender a imensa importância da “rígida” arte bizantina, não só para as artes, mas sobretudo como meio de estender o conhecimento do mundo medieval, parte da história da civilização ocidental que através das duas últimas décadas tornou-se um verdadeiro ponto de interesse para mim,  um hobby, um cacoete de leitura digamos assim, do qual não consigo escapar.

Dizem que não há coincidências.  E apesar de não saber o que algumas coincidências possam significar, reconheço que nas duas últimas semanas, vira e mexe, a arte bizantina, em diversas de suas versões, preencheu os meus pensamentos e as minhas recordações.  Comecei com os preparativos para três horas de aulas sobre mosaicos no Clube dos Decoradores  — e não se fala em mosaicos sem se pelo menos passar os olhos nos mosaicos bizantinos; foram dois ícones na exposição de um leilão residencial que visitei nas Laranjeiras; foi a exposição do Islã que visitei no CCBB no centro do Rio de Janeiro – onde a LINHA DO TEMPO estampada na parede – lembra aos visitantes da longevidade do Império Otomano.  Na sexta-feira à noite, na casa de amigos, cheguei a falar da minha frustração quando passei dez dias na Grécia, e fui barrada de dois diferentes monastérios cujos mosaicos eu conhecia por fotografia, pelo simples fato de ser mulher e não poder visitar esses locais.  E hoje, dia 1º de novembro, quando pensei: não conheço nenhuma iconografia específica sobre a representação de TODOS OS SANTOS.

O último julgamento, 1431

Fra Angélico ( 1387-1455)

Têmpera de ovo sobre madeira [álamo]

Museu de San Marco, Florença

Uma rápida busca na internet mostra o que eu intuitivamente já sabia: a representação visual de todos os santos é em geral associada aos santos representados nas imagens da Glória de Cristo, onde Cristo é em geral representado no centro da pintura com um grande número de santos abaixo.  É o caso de Glória de Cristo rodeado de santos e anjos, 1423-1424,  de Fra Angelico (1385-1455 ), predela central do altar do Convento de Fiesole, hoje na National Gallery em Londres, primeira ilustração desta postagem.  Ou como me pareceu mais corriqueiro o uso da imagem de um outro painel do mesmo altar de Fra Angélico, de San Domenico, desta vez representando Os santos e precursores de Cristo  [ segunda ilustração da postagem].   Às vezes os santos de Todos os Santos são representados por um detalhe – do lado dos bons –  [note-se: sempre o lado direito de Cristo, nunca no lado esquerdo ou sinistro] em qualquer cena do Último Julgamento, como acontece  com a representação também popular de Fra Angélico.

Dança Cósmica dos santos e anjos, DETALHE

O último julgamento, 1431

Fra Angélico ( 1387-1455)

Têmpera de ovo sobre madeira [álamo]

Museu de San Marco, Florença

No entanto, o dia de Todos os Santos, não se restringe aqueles santos que aparecem no Último Julgamento, ou aos outros que precederam Cristo, ou a qualquer conglomerado de almas santas da Igreja.  Ele foi provavelmente instituído por volta do século IV, para que todos, TODOS os mártires da igreja, fossem lembrados.  Porque na Igreja, mesmo nos seus primeiros séculos de existência, havia santos mais populares que outros, santos mais queridos, mais milagreiros.  E a Igreja queria uma data em que se comemorasse a todos, populares ou não, mesmo que ainda assim se mantivessem as datas específicas dos santos mais populares.

E foi assim que voltei à arte bizantina.  Porque numa igreja bizantina, a decoração interior do espaço mostra bem a popularidade e a importância de um santo:  quanto maior sua proximidade ao chão, ao nível dos fiéis, menor a importância do representado, na cosmografia do templo.   A altura da representação da imagem dos santos está diretamente relacionada à sua importância naquela igreja.  No topo, quase sempre o Pantocrator [Pantokrator] Deus onipresente, e todo poderoso, rodeado de santos e anjos [os mais chegados].

Pantokrátor [Pantocrator]: Cristo todo poderoso, século XIII

Afresco

Igreja de São Themonianos

Chipre, Turquia

Voltei ao ponto de partida.  Não deveria ter-me desfeito das notas de aula de arte bizantina.  Bem, acho que, talvez, isso sirva de motivo para uma volta aos livros sobre o assunto, e certamente, planos para uma viagem que inclua alguns pontos altos das igrejas bizantinas.  Entre elas, gostaria de ver os mosaicos de San Vitale, em Ravena, [Itália] que nunca cheguei a visitar.  Talvez eu peça uma ajudinha a Todos os Santos, para realizar esse pequeno milagre…





Filhote fofo — sagui bigodeiro

31 10 2010

Gêmeos de sagui bigodeiro nasceram nesta quinta-feira, 28, no zoológico de Hanover, na Alemanha. Na imagem, o pai, Fritz, carrega ambos dentro de sua área no zoo. 

O sagui bigodeiro é uma espécie brasileira, da Amazônia. Vive, em média, 15 anos e chega a pesar, no máximo, 900 g. Corre risco de extinção principalmente por causa do tráfico de animais, além da destruição de seu habitat.

Fonte: Terra





Imagem de leitura — Isolda

31 10 2010

 

Anoitecer com lampadário, s/d

Isolda [ Hermes da Fonseca Chapman] ( Brasil, 1924-2004)

óleo sobre eucatex, 48 x 68 cm

Coleção Particular

 

Isolda Hermes da Fonseca Chapman (Rio de Janeiro RJ 1924 — 2004). Pintora, ilustradora. estuda na Corcoran School of Art e no Art Students League, em Nova York e funda a Galeria Artists Cooperative, em Washington, Estados Unidos, entre 1947 e 1949. Neste mesmo ano, viaja para a Itália, onde é aluna da Academia de Belas Artes de Florença. De volta ao Brasil, estuda com Chamberlain e realiza ilustrações para os jornais Correio da Manhã e O Globo, no Rio de Janeiro.





Com o Brasil na cabeça…

30 10 2010

Com o Brasil na cabeça…

[variação sobre o quadro do pintor espanhol]

O ouro do azul, 1967

Juan Miró (Espanha, 1893 – 1983)

óleo sobre tela

Fundação Juan Miró, Barcelona





Troca-se um homem-aranha, poesia infantil de Roseana Murray

26 10 2010

Ilustração:  Homem aranha lendo, da campanha de leitura “Sem inspiração, sem futuro”, Marvel.

Troca-se um homem-aranha

Troca-se um homem-aranha de mentira

por uma aranha de verdade.

Uma aranha competente

que teça belas teias transparentes,

que pegue moscas, mosquitos

e não entenda nada de bandidos.

Uma aranha que seja

uma aranha simplesmente.

Em: Classificados Poéticos, Roseana Murray, Belo Horizonte, Migulim:1998 — 17ª edição.

 

Roseana Murray nasceu no Rio de Janeiro em 1950. Graduou-se em Literatura e Língua Francesa em 1973 (Universidade de Nancy/ Aliança Francesa).

Obras:

Poesia para crianças e jovens

Fábrica de Poesia, ed. Scipionne, 2008

Poemas e Comidinhas, com o Chef André Murray, ed. Paulus, S.P, 2008

Residência no Ar, ed. Paulus, 2007

No Cais do primeiro Amor, ed. Larousse, 2007

Desertos, ed. Objetiva, 2006. ( Finalista do Prêmio Jabuti ) – Altamente Recomedável FNLIJ, 2006

O traço e a traça ed. Scpionne, 2006.

O xale azul da sereia, ed. Larrousse, 2006.

O que cabe no bolso? ed. DCL, 2006.

Paisagens, ed. Lê, 2006.

Pêra, uva ou maçã ed. Scipione, 2005. (Catálogo de Bolonha 2006 e Acervo Básico, F.N.L.I.J).

Rios da Alegria, ed. Moderna, 2005. (Altamente Recomendável, F.N.L.I.J).

Poemas de Céu ed. Miguilim, 2005. (Antigo “Lições de Astronomia”).

Maria Fumaça Cheia de Graça, ed. Larousse, 2005.

Duas Amigas, ed. Paulus, 2005 (reedição).

Lua Cheia Amarela, ed. Dimensão 2004.

Caixinha de Música, ed. Manati, 2004. (Catálogo de Bolonha 2005)

Um Gato Marinheiro, ed. DCL, 2004.

Todas as Cores Dentro do Branco, ed. Nova Fronteira, 2004.

Recados do Corpo e da Alma, ed. FTD, 2003. (Altamente Recomendável F.N.L.I.J)

Luna, Merlin e Outros Habitantes, ed. Miguilim/ Ibeppe, 2002. (Altamente Recomendável, F.N.L.I.J. )

Jardins, ed. Manati, 2001. (Prêmio Academia Brasileira de Letras de Literatura Infantil 2002. )

Caminhos da Magia, ed. DCL, 2001.

Manual da Delicadeza, ed. FTD, 2001.

O Silêncio dos Descobrimentos,  com Elvira Vigna, ed. Paulus, 2000.

Receitas de Olhar, ed. F.T.D, 1997, ( Prêmio O Melhor de Poesia, F.N.L.I.J. )

Carona no Jipe, ed. Memórias Futuras, 1994 e ed. Salamandra, 2006

No final do Arco-Íris, ed. José Olímpio, 1994.

O Mar e os Sonhos, ed. Miguilim,1996, (Altamente Recomendável para a Criança, F.N.L.I.J. )

Paisagens, ed. Lê, 1996.

Felicidade, ed. F.T.D, 1995, (Altamente Recomendável  para a Criança, F.N.L.I.J. )

De que riem os palhaços ed. Memórias Futuras, 1995. Esgotado

Tantos Medos e Outras Coragens, ed. F.T.D, 1994 ( Prêmio O Melhor de Poesia F.N.L.I.J e Lista de Honra do I.B.B.Y. ) Reedição com novas ilustrações em 2007

Qual a Palavra? ed. Nova Fronteira, 1994.

Casas, ed. Formato, 1994. Editado no México, ed. Alfaguara

Dia e Noite, ed. Memórias Futuras, 1994. Esgotado

Artes e Ofícios, ed. F.T.D, 1990, (Prêmio A.P.C.A. e Altamente Recomendável para a Criança, F.N.L.I.J. ) Reedição com novas ilustrações em 2007

Falando de Pássaros e Gatos, editora Paulus, 1987.

Fruta no Ponto, ed. F.T.D, 1986. (Prêmio O Melhor de Poesia. F.N.L.I.J.

Fardo de Carinho, ed. Murinho, 1980 e ed. Lê, 1985.

O Circo, ed. Miguilim/ Ibeppe, 1985.

Lições de Astronomia, ed. Memórias Futuras, 1985. Esgotado

Classificados Poéticos, ed. Miguilim/ Ibeppe, 1984, (Altamente Recomendável para a Criança, F.N.L.I.J, e finalista do Prêmio Bienal. )

No Mundo da Lua, ed. Miguilim/ Ibeppe, 1983.

Contos para crianças e jovens

Território de Sonhos, ed. Rocco, Altamente Recomendável FNLIJ, 2006.

Sete Sonhos e um Amigo, ed. FTD, 2004.

Pequenos Contos de Leves Assombros, ed. Quinteto, 2003.

Um Avô e seu Neto, ed. Moderna, 2000.

Terremoto Furacão ed. Paulus, 2000.

Um cachorro para Maya, ed Salamandra, 2000.

Uma História de Fadas e Elfos, ed. Miguilim / Ibeppe, 1998, (Acervo Básico da F.N.L.I.J – criança ).

Três Velhinhas tão velhinhas, ed. Miguilim / Ibeppe, 1996

O Fio da Meada, ed. Memórias Futuras, 1994. Ed. Paulus, 2002

Retratos, ed. Miguilim/ Ibeppe, 1990, Altamente Recomendável para a Criança, F.N.L.I.J. )

O Buraco no Céu ed. Memórias Futuras, 1989.

Poesia

Variações sobre Silêncio e Cordas, com desenhos de Elvira Vigna. E-BOOK, edição artesanal Maurício Rosa, Visconde de Mauá, maio de 2008.

Poesia essencial, ed. Manati, 2002.

15 poemas no livro Um Deus para Dois Mil, de Juan Arias, ed. Vozes (em seis línguas) 1999.

Caravana, inédito, vencedor do Concurso Cidade de Belo Horizonte, 1994.

Pássaros do Absurdo, ed. Tchê ,1990, vencedor do Concurso da Associação Gaúcha de Escritores.

Paredes Vazadas, ed. Memórias Futuras, 1988. Esgotado

Viagens , ed. memórias Futuras, 1984.

Revista Poesia Sempre.

Revista Microfisuras, Espanha

Correspondência

Porta a porta, com Suzana Vargas, ed. Saraiva, 1998, ?Acervo Básico da F.N.L.I.J – jovem).





Imagem de leitura — Charles James Adams

25 10 2010

Menino lendo [ o filho do pintor]

Charles James Adams ( Inglaterra 1859-1931)

Óleo sobre tela

Charles James Adams nasceu na Inglaterra em 1859.  Foi um pintor que hoje é principalmente conhecido como paisagista, mas que também se dedicou ao retrato, à pintura de animais, de G~enero e à pintura histórica.  Estudou com W. Pilsbury e também na Leicester School of Art.   Viveu e trabalhou em Londres, Leicester e Surrey.  Dedicou-se a litografias no início de sua carreira, dedicou-se também às aquarelas, mas a grande parte de seu trabalho é em óleo.  Seus trabalhos podem ser encontrados na Brighton Art Gallery e na Leicestershire Art Gallery.