Sublinhando…

6 01 2025

O velho violonista, 1903-04

Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)

óleo sobre tela

The Art Institute of Chicago

 

 

“… quando minha professora da escola tinha dado uma aula sobre Picasso e seu período azul. Os quadros que ela nos mostrara com a régua sobre um livro tinham me deixado sem fôlego, e eu decidira que o resto da minha vida seria azul.”

 

Em: Água fresca para as flores, Valérie Perrin, Rio de Janeiro, Intrínseca: 2022, p. 60





Imagem de leitura: František Reichentál

6 01 2025

Dois Talmudistas, 1932

František Reichentál (Eslováquia-EUA, 1895-1971)

óleo sobre tela





Paisagens brasileiras…

5 01 2025

Salinas em Cabo Frio, 1989

Ronaldo Miranda (Brasil, 1939)

óleo sobre Tela, 33 x 19 cm

 

 

Casas na praia, Itanhaém, 1949

Alfredo Volpi (Itália-Brasil, 1896-1988)

têmpera sobre tela, 46 x 65 cm

 

 

Dois artistas trabalhando com a abstração da forma, chegando a soluções geométricas que realçam o que há de único em cada uma das paisagens. Formas e uso de cores contrastantes nessas cenas à beira-mar contribuem para soluções criativas e muito agradáveis.





Em casa: Bianca Foratori

5 01 2025

Sem título [não encontrado]

Bianca Foratori (Brasil, 1991)

acrílica sobre tela





Flores para um sábado perfeito!

4 01 2025

Menina e jarro de flores

Manoel Santiago )Brasil, 1897-1987)

óleo s tela, 62 X 47 cm

Menina com vaso de flores,  2021

Santa (Brasil, contemporânea)

óleo sobre tela,  100 x 80 cm

 

 

Nem toda Natureza Morta precisa vir sozinha na tela.  Aqui temos dois exemplos de Naturezas Mortas – vasos com flores – que dividem o espaço visual com o retrato de uma menina.   Na tela de Manoel Santiago as flores têm maior relevância do que a menina.  Vejam o tamanho e também o fato delas estarem em primeiro plano, ou seja, mais próximo de quem observa a tela.

Na segunda tela, da artista Santa, mais conhecida pelo trabalho em cerâmica, mesmo que o vaso de flores pareça estar na frente da menina, sentada atrás da mesa, as flores dividem com a menina a mesma distância de quem olha para a tela.  Menina e flores estão no mesmo plano e são mais ou menos do mesmo tamanho.





Todo mundo lê!

4 01 2025
Ilustração de Henri Galeron.




Para o Ano Novo: Cântico XIII de Cecília Meireles

3 01 2025

Leitura matutina, 2010

Roberto Ploeg (Holanda,Brasil, 1955)

óleo sobre tela

 

Cântico XIII

 

Cecília Meireles

 

Renova-te.
Renasce em ti mesmo.
Multiplica os teus olhos, para verem mais.
Multiplica-se os teus braços para semeares tudo.
Destrói os olhos que tiverem visto.
Cria outros, para as visões novas.
Destrói os braços que tiverem semeado,
Para se esquecerem de colher.
Sê sempre o mesmo.
Sempre outro. Mas sempre alto.
Sempre longe.
E dentro de tudo.

 

Em: Cânticos, Cecília Meireles, São Paulo, Moderna: 1981





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

3 01 2025

Elefante passeando no Rio de Janeiro, 2021

Carlos Furtado (Portugal,  1952)

acrílica sobre tela, 20 x 28cm





Prêmio Leitura com Chocolate: Melhor de poesias do ano 2024!

2 01 2025

O canal do YouTube Leitura com Chocolate, elegeu À meia voz como o melhor livro de poesias lido em 2024.  Muitíssimo obrigada!





Sublinhando…

2 01 2025

 

 

Na festa de Ano Novo, enquanto os dois, Richard e Peter, detinham-se na sacada da amiga de Marie contemplando a escuridão do ano velho, que logo se tornaria a escuridão de um novo ano, Peter contou-lhe que, para os incas, o centro do universo não era um ponto, e sim uma linha onde as duas metades do universo se encontravam.”

 

 

Em: Eu vou, Tu vais, Ele vai, Jenny Erpenbeck, tradução de Sérgio Tellaroli, Rio de Janeiro, Cia das Letras: 2024, p. 287.