J. Carvalho (Brasil, 1900-1987)
[João Soares Carvalho]
óleo sobre tela, 46 x 54 cm
J. Carvalho (Brasil, 1900-1987)
[João Soares Carvalho]
óleo sobre tela, 46 x 54 cm
Vicente do Rego Monteiro (Brasil, 1899-1970)
óleo sobre tela
Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925)
óleo sobre tela, 38 x 46 cm
Gatos, s/d
Inha Bastos ( Brasil, 1949)
Aldemir Martins (Brasil, 1922-2006)
Nanquim aquarelado, 33 x 23 cm
Clóvis Graciano (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela, 64 x 100 cm
Gustavo Rosa (Brasil, 1946-2003)
óleo sobre tela, 53 x 64 cm
John Graz (Suíça/Brasil, 1891-1980)
gravura sobre papel, nº 37, tiragem 200, 16 x 22 cm
Lilian Zampol (Brasil, 1963)
técnica mista, 60 x 60 cm
Carlos Anesi (Argentina/Brasil, 1945-2010)
óleo sobre tela, 63 x 53 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 60 x 81 cm
Isabel de Jesus (Brasil, 1938)
nanquim e guache sobre papel, 20 x 16 cm
Gato na cadeira, década de 1940
Marie Nivouliès de Pierrefort (França/Brasil, 1879-1968)
óleo sobre tela, 44 x 33 cm
Inos Corradin (Itália/Brasil, 1929)
Acrílica sobre tela, 60 x 60 cm
Stella Bianco (Brasil, 1944)
óleo sobre tela, 100 x 80 cm
Márcio Camargo (Brasil,1975)
óleo sobre tela, 20 x 30 cm
Lúcia M. Russo (Brasil, contemporânea)
óleo sobre tela, 70 x 70 cm
Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999)
óleo sobre madeira, 38 x 60 cm
Oswaldo Goeldi (Brasil, 1895-1961)
xilogravura policromada, prova de artista, 23 x 30 cm
Palácios Reais de Abomey, UNESCO, © CRAterre Ensag, foto:Thierry Joffroy.
Palácios Reais de Abomey
De 1625 a 1900, doze reis se sucederam como chefes do poderoso reino de Amoney. Com exceção do Rei Akaba, que tinha seus próprios cômodos de reclusão, todos os reis construíram seus palácios — são dez — dentro de um mesmo espaço fechado por muros de argila e palha, mantendo tanto o material e como o espaço semelhantes aos usados pelos reis que os precederam. Os palácios de Abomey são uma lembrança eloquente do desaparecido Reino do Dahomey, um dos mais poderosos estados da costa oeste da África. Esses palácios mantiveram todos os princípios estéticos da cultura Aja-Fon que os produziu.
Vendedor de cataventos, Sérgio Bastos.
Stella Leonardos
— Onde estás, vendedor de pirulitos,
Fazedor das ventoinhas de papel?
Daqueles cataventos tão bonitos?
Daquelas gostosuras cor de mel?
Tu que adoças as ruas com teus gritos
E que marcas os ventos nas calçadas:
Me dá de novo os sonhos infinitos
Das tuas rosas que são quase aladas!
— Queres minhas ventoinhas? Há-de tê-las.
Criança grande! Por que te agradam tanto?
— Não são ventoinhas: são almas de estrelas
De um céu ingênuo que foi céu de encanto.
Em: Pedaço de Madrugada, Stella Leonardos, Rio de Janeiro, Livraria São José:1956, p.79
Paulo Gagarin (Rússia/Brasil, 1885-1980)
óleo sobre tela colada em cartão, 44 x 46 cm
Guillaume Apollinaire e seus amigos, 1908
Marie Laurencin (França, 1883 — 1956)
óleo sobre tela
Museu de Baltimore, Md
Da esquerda para a direita: Pablo Picasso, Marie Laurencin, Guillaume Apollinaire e Fernande Olivier.
Artista desconhecido
cristal com decorações em esmalte e ouro
Murano
The Corning Museum of Glass, Corning, N.Y.