Feira de flores, 2008
Adelson do Prado (Brasil, 1944)
Acrílica sobre tela, 70 x 50 cm
Feira de flores, 2008
Adelson do Prado (Brasil, 1944)
Acrílica sobre tela, 70 x 50 cm
Ilustração de Nicolai Fomin.
Senti, no suave cheiro
que o vento me trouxe agora,
que o vento passou primeiro
pela rua onde ela mora!
(Arlindo Tadeu Hagen)
Clemente Tafuri (Itália, 1903-1971)
óleo sobre tela
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Carlos H. Sorensen (Brasil, 1928-2008)
acrílica sobre tela, 50 x 65 cm
Retrato de Zofia Goldstand, 1905
Teodor Axentowicz, (Polônia, 1859-1938)
Pastel, 62 x 46 cm
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Igreja do Senhor do Bonfim, 1945
José Pancetti (Brasil, 1902-1958)
óleo sobre tela, 46 x 38 cm
Ó sino de minha aldeia,
Dolente na tarde calma,
Cada tua badalada
Soa dentro de minh’alma.
E é tão lento o teu soar,
Tão como triste da vida,
Que já a primeira pancada
Tem o som de repetida.
Por mais que me tanjas perto
Quando passo, sempre errante,
És para mim como um sonho,
Soas-me na alma distante.
A cada pancada tua,
Vibrante no céu aberto,
Sinto mais longe o passado,
Sinto a saudade mais perto.
Em: Poesias, Fernando Pessoa, Lisboa, Ática, 1987, 12ª edição, p. 95-6.
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Alfredo Volpi (Itália/Brasil, 1896 – 1988)
Óleo sobre madeira, 49 x 38 cm.
Alice Small Pardon (EUA, 1904-1992)
[Alice Bunch, depois do casamento]
óleo sobre tela
“… acho que a gramática é uma via de acesso à beleza. Quando a gente fala, lê ou escreve, sente se fez ou leu uma frase bonita. Somos capazes de reconhecer uma bela construção ou um belo estilo. Mas, quando sabemos gramática, temos acesso a outra dimensão da beleza da língua. Saber gramática é descascá-la, olhar como ela é feita, vê-la toda nua, de certa forma. E aí é que é maravilhoso. Porque pensamos:’Como isto é bem-feito, como é bem elaborado!’, ‘Como é sólido, engenhoso, rico, sutil!’.
Em: A elegância do ouriço, Muriel Barbery, São Paulo, Cia das Letras:2008, página, 168. [tradução de Rosa Freire d’Aguiar].
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Thomas Baker (EUA, contemporâneo)
óleo sobre tela, 60 x 75 cm
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Cálice em cristal de rocha montado em prata. No cristal de rocha gravado: Arte Rhéno-Mosan, c. 1230. O pedestal em prata inglesa da época de James I (1566-1625). Altura 11 cm; largura com as alças, 10 cm
O bojo do cálice em cristal de rocha está decorado com volutas acabando em pétalas. Este tipo de bojo também aparece em um pouco mais de uma dúzia de objetos reconhecidos como exemplos de cristal de rocha gravado no ocidente sob a influência dos fatímidas e bizantinos importados da Europa depois dos saques de Cairo em 1062 e de Constantinopla em 1204.
Trabalhos em cristal de rocha decorado com volutas que nos chegam até hoje pertenciam a relicários. Transformado em cálice montado em pedestal de prata no início do século XVII, esse bojo evidencia um relicário do século XIII, provavelmente confiscado por Henrique VIII da Inglaterra, durante a dissolução dos mosteiros em 1538. Posteriormente montado em prata. Há semelhantes exemplos na Inglaterra.
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