
Um parágrafo interessante
Haynes King (GB, 1834-1901)
óleo sobre tela, 35 x 45 cm
Leeds Arte Gallery, Leeds Museums and Galleries

Um parágrafo interessante
Haynes King (GB, 1834-1901)
óleo sobre tela, 35 x 45 cm
Leeds Arte Gallery, Leeds Museums and Galleries
Foto: Greg Foster, fotografia feita no Smithsonian Museum, Viveiro de borboletas, Washington DC.
A Borboleta Transparente leva o nome científico de Greta Oto. Natural da América Central: México, Panamá. Ela também pode ser encontrada na Venezuela, na Colômbia e em algumas partes do Brasil. É uma borboleta com asas transparentes exceto pelas bordas das asas que são marrom avermelhado e fazem o efeito de pequenas janelas. Não é comum, mas a espécie ainda não está em perigo. A razão de ser transparente é simples, ela não tem escamas coloridas como as outras borboletas. Essa transparência serve de camuflagem. O corpo é sempre escuro. As asas abertas podem chegar a 6 cm de largura e elas são bastante resistentes, podendo voar até 20 km por dia.

Flores
Maria Amélia D’Assumpção (Brasil, 1883-1955)
óleo sobre tela, 53 x 52 cm

O bibliófilo Haunt ou a Livraria Creech
William Fettes Douglas (Escócia, 1822-1891)
óleo
Câmara de Vereadores da Cidade de Edinburgh
Um dia, o escritor e dramaturgo irlandês George Bernard Shaw, nas suas inúmeras perambulações pela cidade, encontrou nas prateleiras de um sebo um de seus próprios livros que ele havia dedicado a uma pessoa de grande estima. Shaw não teve dúvidas: comprou o livro e o devolveu ao dono original com a seguinte dedicatória: “Com estima renovada, George Bernard Shaw.”
Em: Ex Libris: confessions of common reader, Anne Fadiman, Nova York, Farrar, Straus e Giroux: 2000.

Sem título, 2014
Anna Marzotta (GB, 1970)
óleo sobre tela, 120 x 150cm
Vista para o Corcovado
Ado Malagoli (Brasil, 1906-1994)
óleo sobre madeira, 25 x 36 cm
Teia de aranha, 1684
Gao Qipei (China, 1660-1734)
Pintura a dedo, sobre o papel
Olegário Mariano
Dizem que traz felicidade a teia
De aranha. Surge um dia, malha a malha.
E a aranha infatigável que trabalha,
Mata os insetos quanto mais se alteia.
Sobe ao beiral. É um berço e balanceia
Ao vento que os filetes de oiro espalha.
E ao sol iluminado, que a amortalha,
A trama iluminada se incendeia.
Voa a primeira borboleta ebriada.
Vem louca, primavera de ansiedade,
Mas de repente, a asa despedaçada,
Rola… É o fim… A tortura da grilheta…
Maldita seja essa felicidade
Que vem da morte de uma borboleta!
Em: Toda uma vida de poesia — poesias completas, Olegário Mariano, Rio de Janeiro, José Olympio: 1957, volume 1 (1911-1931), p. 117.

Noite Clara, 2007
Anatoly Purlik (Rússia, 1956)
óleo sobre tela, 80 х 100 cm
Cartão postal.
Tudo muda, tudo passa,
neste mundo de ilusão:
vai para o céu a fumaça,
fica na terra o carvão.
(Guilherme de Almeida)
Autorretrato com harpa, 1791
Rose-Adélaide Ducreux (França, 1791-1802)
óleo sobre tela, 193 x 129 cm
Metropolitan Museum of Art, NY