Em três dimensões: Tomie Ohtake

13 01 2019

 

 

 

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Homenagem aos 100 anos de Imigração Japonesa, 2008

Tomie Ohtake (Japão/Brasil, 1913 – 2015)

Aço pintado, 15 metros de altura

Parque Roberto Santini, Santos, Estado de São Paulo

Inaugurada em 2008 pelo Príncipe Naruhito do Japão.

 

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Domingo, um passeio no campo!

13 01 2019

 

 

 

alÍpio dutra - touceiras de bambu - Óleo sobre telaTouceiras de bambu

Alípio Dutra (Brasil, 1892 -1964)

óleo sobre tela





Flores para um sábado perfeito!

12 01 2019

 

 

 

 

NATUREZA VIVA - 1999 - ast - Med.: 61x50 cm - CSE

Flores, 2001

Adelson do Prado (Brasil, 1945)

óleo sobre tela,  61 x 50 cm





Rio de Janeiro à beira da Guanabara

11 01 2019

 

 

 

angelo cannone - paisagem do rio de janeiro - óleo sobre eucatex - ass. inf. esq. - 20 x 25 cm. com etiqueta n.º 989 do gabinete 144 - são paulo.Paisagem do Rio de Janeiro

[Lagoa Rodrigo de Freitas, Penhasco dos Dois Irmãos e Pedra da Gávea]

Angelo Cannone (Itália/Brasil, 1899 — 1992)

óleo sobre eucatex,  20 x 25 cm





Imagem de leitura — Aman-Jean

11 01 2019

 

 

 

 

amand edmond françois jean dit aman-jeanJovem lendo

Amand Edmond François Jean, conhecido por  Aman-Jean (França, 1858 – 1936)

Oleo sobre tela, 46 x 38 cm





Na tradição clássica: Nascimento de Dionísio

10 01 2019

 

 

 

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Ânfora com o nascimento de Dionísio, entre 500 — 490 a. E.C.  [DETALHE]

Atribuído ao Pintor de Diosfos

Local de criação: Grécia, Sterea Hellas Evoia, Ática

Estilo grego, arcaico, com figuras negras

Argila, 20,5 cm, 12, 8 cm, 11, 8 cm diâmetro

Bibliothèque nationale de France

 

Lado oposto: Cena com Atenas e Hércules

 

 

O nascimento de Dionísio, deus grego, se prestou a diversas representações nas artes desde éa Grécia Antiga aos dias de hoje.  Dionísio teve como progenitores Zeus e Sêmele, que foi uma princesa de Tebas, filha de Cadmo, herói fundador daquela cidade.  Sêmele, de grande beleza, acabou seduzida por  Zeus , que se disfarçou de homem comum.   Para conquistá-la  Zeus prometeu a Sêmele  nunca lhe negar qualquer desejo.  Nesse meio tempo,  Hera, que já era casada com Zeus, não gostou da traição do marido e irmão.  Tomada por ciúmes,  Hera construiu um plano para se desfazer de Sêmele.  Disfarçou-se  de serva da princesa, e acabou por convencer a jovem a pedir uma prova de amor de Zeus. Queria que ele demonstrasse que  era quem dizia ser e que viesse vê-la com as roupas mais brilhantes que conseguisse.

É preciso lembrar algo importante para o desenrolar desta história.  A existência do rio Styx (Estige)  fronteira entre o céu e o inferno e caminho para a entrada ao submundo depois da morte, tinha águas com poderes milagrosos, tornando invulnerável quem nelas mergulhasse. Uma promessa feita  pelo rio Styx (Estige) era o voto mais sagrado que poderia ser feito.  E qualquer promessa não cumprida, Styx cobraria. Por isso, todos os juramentos feitos pelos deuses eram feitos à margem de suas águas, sendo obrigados a cumpri-los.  Por isso Zeus se  encontrou-se em dificuldades para atender ao pedido de Sêmele.  Acabaria por contrariar sua própria palavra ao Styx.

Zeus cumpriu a promessa feita à amada, consciente do que algo terrível lhe aconteceria, porque havia jurado pelo Styx,  rio da imortalidade, coisa que nem mesmo uma divindade poderia romper. Foi, então punido.  Sêmele transformou-se em pó.  Transformou-se em pó por não aguentar o brilho das vestimentas de Zeus.  Tudo que ele pode fazer foi salvar seu filho, retirando-o do ventre materno  aos seis meses de gestação, gerando-o em sua própria coxa, até o nascimento.

 

 

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Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

9 01 2019

henri carrieres - natureza morta - óleo s tela 40 x 50 cm.Natureza morta

Henri Carrières (França, 1947, radicado no Brasil desde 1952)

óleo sobre tela, 40 x 50 cm





Imagem de leitura — Francis Ernest Jackson

9 01 2019

 

 

 

 

Jackson, Francis Ernest, 1872-1945; The ManuscriptO manuscrito, c. 1921

Francis Ernest Jackson (GB, 1872-1945)

têmpera sobre madeira

The Ashmolean Museum of Art and Archaeology, Oxford, GB





“Chuva de verão”, Ladyce West

8 01 2019

 

 

tropical+storm+-+tiffany+blaiseTempestade Tropical

Tiffany Blaise (Austrália, contemporânea)

óleo e cera sobre papel, 42 x 29 cm

 

 

Chuva de verão

 

Ladyce West

 

Ar denso, turvo,

Grávido de umidade

Pesa na fronte, nos ombros,

no âmago da alma.

 

Afoga os pulmões, martiriza o corpo,

Apoia-se no cenho, escorre da testa,

desliza  nas costas,

brita nas têmporas,

vaza na nuca.

 

A camisa, segunda pele, adere.

Restringe, circunscreve

Movimentos, pensamentos.

O peso do mundo escorado nos ombros.

 

Silêncio.

Céu de chumbo.

Um lágrima grossa cai;

Duas, um choro sofrido

Raivoso, ruidoso, calamitoso.

 

A chuva é cortina fechada.

Estrondosa. Cortante.

Correntes d’água aprisionando

Homens, mulheres, animais,

Andantes.

 

Entorta árvores

Torce fios, destrói muros,

Placas, pavimentos.

Caudalosa torrente, batelada.

 

Os deuses despejam fúria liquida

nas ruas,  casas, praças da cidade.

Montanhas se escondem

Nuvens se iluminam

Raios rompem o céu

Soam trovões enraivecidos.

 

Meia hora. Silêncio.

Tudo volta à norma.

Lavado.  Límpido.  Nítido.

Submerso em água.

 

Mas o suor continua

desliza sobre o corpo.

O calor abafa e sufoca.

É verão sob o trópico de Capricórnio.

 

©Ladyce West, Rio de Janeiro, 2019





Boas festas e FELIZ 2019!

31 12 2018

 

 

fogosArt Deco cartão postal, Tito Corbella (1885-1966)