Limões amarelos, 1985
Paulo Reis (Brasil, 1962)
óleo sibre tela, 46 x 55 cm
Limões amarelos, 1985
Paulo Reis (Brasil, 1962)
óleo sibre tela, 46 x 55 cm
Leitura numa tarde de sol
Charles Edward Perugini (Italia/Inglaterra, 1839 – 1918)
Óleo sobre tela, 91 x 71 cm
Coleção Particular
Melancolia — [Série] 2010
Vik Muniz (Brasil, 1961)
digital C print, 180 x 227 mm
“Finos cabelos que de louros na infância se tinham ido de ano em ano tornando castanhos até se avizinharem da cor preta na juventude, belos e suaves olhos pardos e de langor natural e brando, rosto de um longo oval e de branco puríssimo sem a mais leve insinuação rósea nas faces, nariz um pouco aquilino, graciosa curva nos lábios, dentes formosos, orelhas pequenas e transparentes, queixo terminando demasiadamente agudo, pescoço alto e delgado, estatura média, corpo franzino e magro, cintura delicadíssima, braços mal torneados e menos grossos do que podiam ser de harmonia com o talho, mão e pés de mimosa perfeição; mais melancolia do que viveza nos modos, organização franca e exageradamente nervosa, imaginação inflamável, sande fraca, educação desvelada, e alma de anjo, tal era a princesa da casa e rainha da festa.”
Em: Um noivo à duas noivas, Joaquim Manuel de Macedo, Rio de Janeiro, Garnier: 1879, TomoI, pp. 9-10
À luz da lua
Geneviève Dael (França, 1947)
óleo sobre tela, 41 x 27 cm
Vaso com flores
Francisco Manna (Itália, Brasil, 1879- 1943)
óleo sobre madeira, 33 x 40 cm
Chegada da Pesca em Paquetá, RJ
Pedro Bruno (Brasil, 1888-1949)
óleo s madeira, 35 x 38 cm
Morena de olhos castanhos,
teu encanto é a minha pena;
quem dera que olhos estranhos
te achassem feia, morena!
(Bastos Tigre)
Natureza morta, 1974
Carlos Leão (Brasil, 1906-1983)
Óleo sobre tela – 38×46 cm
À luz de lampião, 1890
Harriet Backler (Noruega 1845-1932)
óleo sobre tela, 55 x 66 cm
Maria Braga Horta
Não levarei comigo nada meu
nem de ninguém.
Devolvo a todos o quinhão da vida
que viveram comigo e por mim
e os liberto
do ritual das flores no jazigo
que nada mais (depois) contém
que os vestígios de um corpo
que em verdade jamais me pertenceu.
Simples sombra (invisível) chegarei
diante do espelho
em que foi o meu tempo refletido
e inserido em gradações de forma e cores.
Do que era teu em mim –
separados os lados –
sepultarás o morto.
O vivo ficará perdido
nos teus olhos
procurando o infinito.
Em: Caminho de Estrelas, Maria Braga Horta, São Paulo, Massao Ohno Editor: 1996, p. 122
Natureza morta
Inês Spuras (Brasil, contemporânea)
óleo sobre tela, 50 x 40 cm










