Natureza morta com cesto
Leonor Botteri (Brasil, 1906-1998)
óleo sobre tela, 46 x 55 cm
Natureza morta, 2007
Douglas Okada (Brasil, 1984)
óleo sobre tela
Natureza morta com cesto
Leonor Botteri (Brasil, 1906-1998)
óleo sobre tela, 46 x 55 cm
Natureza morta, 2007
Douglas Okada (Brasil, 1984)
óleo sobre tela
Paisagem, 1979
Francisco Rebolo (Brasil, 1902- 1980)
óleo sobre tela, 35 x 46 cm
Porto Negro é a cidade fictícia, capital da Ilha de São Cristóvão, localizada no Oceano Pacífico. É a cidade onde se passa o romance de Norberto Morais, O pecado de Porto Negro: uma cidade estabelecida e enraizada no imaginário luso-colonial. Poderia ser localizada tanto no Brasil, quanto em Cabo Verde; em Angola ou Moçambique; ou em qualquer outro lugar fundado por portugueses, porque nela nos familiarizamos com o mundo arquétipo do colonialismo lusitano que entendemos pela familiaridade cultural.
Sylvia Plath, mais conhecida como autora do livro de poesias Ariel e de A Redoma de Vidro onde se estabeleceu com cenas quentes, trágicas, explorando a depressão, também é autora de um livro delicioso de poesias para crianças, que compôs para seus próprios filhos: Frieda e Nicholas. O título já explica o que é: O livro da cama. Nele encontramos uma série de poesias gostosas e divertidas, com algum non-sense, sobre diferentes tipos de cama: cama para pescar, cama para gatos, cama de solteiro, e assim por diante. Foi publicado com ilustrações do aclamado artista gráfico Quentin Blake que também foi o ilustrador original dos livros Dr. Seuss.
Inverno… as horas vazias…
As árvores tristes…nuas…
E as minhas mãos estão frias
sentindo falta das tuas…
(Luiz Otávio)
Praia
Oscar Araripe, ( Rio de Janeiro, contemporâneo)
óleo sobre tela, 86 x 110 cm
Paisagem com rio, 1968
Edgar Walter (Brasil, 1917-1994)
óleo sobre tela, 81 x 101 cm
Paisagem com flamboyant,1936
Milton Dacosta (Brasil, 1915-1988)
óleo sobre tela, 45 X 54 cm

Intervalo na noite do teatro de Valençay
Charles Henry Tenré (França, 1864-1926)
óleo sobre tela
Musée d’Art et d’Industrie, Roubaix
Julho, férias e vontade de ver o que está em cena nos teatros, que anda aparecendo nos nossos musicais? Vendo o oferecido no Rio de Janeiro, em breve passagem pelo sítio de ingressos, concluo que estamos sem presente. Estamos vivendo no passado. Procurei por espetáculo musical. Encontrei muitos. Encontrei samba, das mais variadas raízes, nenhuma das quais me seduziu, e muita música da época junina. Nem sabia que havia tanta produção junina assim.. Mas a maioria a maioria mesmo dos espetáculos para julho toma a forma tributos a estrelas, grupos ou músicas do passado. Temos Cazuza, Gonzaguinha, Abba, Bee Gees, Sinatra, Mamma Mia, Bob Esponja o Musical, Queen, Gal Costa, Marlene, Rei Leão, Bossa Nova, Pearl Jam, Clássicos da Broadway, Queen Live Kids, Mercedes Sosa.
Tanta saudade assim? Não é estranho? Por que insistimos em olhar para trás? Talvez estejamos refletindo o gosto de quem vai a esses espetáculos? Seriam todos de idade acima dos cinquenta anos que querem reviver o que imaginam ser uma época ideal? Maravilhosa? O Rio de Janeiro ficou velho?
Passei pela mesma casa de ingressos, mas foquei em São Paulo. Este fenômeno não está lá. Encontrei dois espetáculos de tributos a antigos cantores, mas encontrei palcos mais vibrantes com sangue novo que parecem trazer coisas interessantes. Inexplicável o que está acontecendo no cenário carioca. Até dois “Gritos de Carnaval” encontrei acontecendo aqui, agora, no mês de julho. Estou em choque.

Vaso de flores, década de 1930
Joaquim Lopes Figueira (Brasil, 1904-1943)
óleo sobre tela, 49 x 29 cm
Heliantos,1989
Madiano Tomei (Italia-Brasil, 1936 -2002)
óleo sobre tela, 70 x 50cm