Curiosidade literária

4 12 2023

O prazer da leitura, 2020

Helene Beland (Canadá, 1949)

óleo sobre tela, 35x 45 cm

 

 

 

O escritor francês Jean-Paul Sartre (1905-1980) foi um inveterado fumante.  Fumava dois maços de cigarros e ainda diversos cachimbos de tabaco por dia.  Até mesmo para um país como a França, em que fumar naquele período de meados do século XX era considerado uma coisa normal, essa quantidade era muito maior do que a média dos fumantes do país.  Portanto, quando a Biblioteca Nacional Francesa produziu um cartaz comemorativo dos 100 anos do nascimento de Sartre, os responsáveis pelo projeto se viram forçados a manipular a fotografia escolhida para apagar da foto o cigarro na mão de Sartre.  Os costumes haviam mudado e para se adequarem aos novos tempos, em que leis proibindo a propaganda de tabaco haviam sido aprovadas na sociedade francesa, esse subterfúgio foi necessário.  Não havia fotos em consideração em que o cigarro não estivesse presente.

 

 

 

 





Passeio de domingo: casa de campo, montanha ou costa?

3 12 2023

Paisagem,1982

Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999 )

óleo sobre tela, 50 x 50 cm

 

 

 

Paisagem

Galdino Guttman Bicho (Brasil, 1888 – 1955)

óleo sobre tela, 60 x 74 cm

 

 

 

Paisagem dos arredores de Barbacena,1953

Emeric Marcier (Romênia,1916 – 1990)

óleo sobre tela,  33 x 55 cm





Em casa: Richard Hart-Jackson

3 12 2023

Jogo do dia, 2022

Richard Hart-Jackson (Inglaterra, contemporâneo)

óleo sobre tela





Flores para um sábado perfeito!

2 12 2023

Flores

Claudio Tozzi (Brasil, 1944)

acrílica sobre tela, 57 x 57 cm

 

 

 

Vaso com estrelícias e pássaro, 2005

Inos Corradin (Itália-Brasil, 1929)

óleo sobre tela,  50 x 50 cm





Fernando Sabino: porque escrevo…

1 12 2023

Leitor

Mary Viola Paterson ( Inglaterra,1899-1981)

desenho

 

 

 

“Escrevo porque me sinto descompensado em relação à realidade. Preciso de uma verdade fora de mim em que me agarrar. Me sinto defasado. A minha realidade interior vive abaixo do nível da realidade que me cerca. Para restabelecer o equilíbrio , num contacto normal com os demais seres humanos, tenho que escrever, porque a recriação da realidade pela imaginação, através da linguagem escrita, é a maneira que tenho de me comunicar. Há uma espécie de catarse naquilo que escrevo: para não precisar de me deitar no divã de um psicanalista. Se escrevi, por exemplo um livro com o título, A faca de dois gumes, pode ter sido para não esfaquear alguém.”

 

Em: O tabuleiro de damas: trajetória do menino ao homem feito, Fernando Sabino, Rio de Janeiro, Record: 1988, p.18.

 

 





Rio de Janeiro: entre mar e montanhas

1 12 2023

Rua da Carioca, 1991

Souza Rodriguez (Brasil, 1926-2022)

óleo sobre tela, 58 x 34 cm





Trova da agricultura

30 11 2023
Ilustração Rudolf Koivu.

 

 

 

Terra – bendito seu nome,

sinônimo de fartura;

só quem nunca sentiu fome

menospreza a agricultura!

 

(Arlindo Tadeu Hagen)





Imagem de leitura: Félix Vallotton

30 11 2023

Mulher lendo em casa, 1910

Félix Vallotton (Suíça, 1865-1925)

óleo sobre tela,  100 x 81 cm

Museu Leon-Dierx, Reunião





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

29 11 2023

Natureza morta com goiaba, pão, maçã, filtro e caneca, 2014

Marcio Camargo (Brasil, 1975)

óleo sobre tela, 60 x 60 cm

 

 

 

Jarro, frutas, xícara, potiche

Paulo Poli (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela, 33 x 41 cm





Imagem de leitura: Jacques Thevenet

29 11 2023

Homem em ateliê, década de 1960

Jacques Thevenet (França, 1891-1989)

guache sobre papel, 64 x 49 cm