Igreja matriz em Itanhaém, 1964
Alfredo Oliani (Brasil, 1906-1988)
óleo sobre tela 20 x 32 cm
Igreja matriz em Itanhaém, 1964
Alfredo Oliani (Brasil, 1906-1988)
óleo sobre tela 20 x 32 cm
Triste vida a do Pierrô:
sofrer pela Colombina,
que, nos braços de Arlequim,
ri de sua triste sina!
(Paluma Filho)
Paisagem
Eliseu Visconti (Itália-Brasil, 1866-1944)
óleo sobre tela, 24 x 33 cm
Engenho central, 2015
João Benatti (Brasil, contemporâneo)
acrílica sobre tela, 50 x 70 cm

Hora do sol, 1927
Jurandir Aguiar (Século XX)
óleo sobre tela, 26 x 32 cm
Moça com seu cachorro, 2023
Anahita Amouzegar (Austrália, contemporânea)
acrílica sobre tela, 50 x 71 cm
Vaso com flores, 1998
Plínio César Livi Bernhardt (Brasil, 1927 – 2004
óleo sobre tela, 35x 40 cm
Vaso com Flores, 1937
Roberto Burle Marx (Brasil, 1909-1994)
óleo sobre tela, 100 x 80 cm
São Sebastião, 1980
Glauco Rodrigues (Brasil, 1929-2004)
acrílica sobre tela colada em madeira, 100 x 80 cm
Sem título
Jefffrey T. Batchelor (EUA, 1960)
óleo sobre tela
Este ano tenho uma lista grande de pequenas obras para podermos ler um ou mais livros nos feriados de Carnaval. Desta vez, diferente dos anos anteriores, eu os listei em ordem de páginas. Espero com isso incentivá-los a ler mais de um livro, quem sabe, um livro por dia? Confirmei que todos eles estão à venda, pelo menos na Amazon, e serão todos entregues antes do Carnaval, mesmo aqueles que foram lançados alguns anos atrás. Nem todos aparecem em versões eletrônicas, mas isso vou deixar a encargo de vocês. Todos os livros citados tem menos de 200 páginas. Na figura temos as capas e abaixo delas o número de páginas oficial, que frequentemente inclui páginas sem texto literário, mas registro de ISBN e demais informações. Sou uma grande “compradora pela capa”, sei, é risível. Mas não resisto a uma boa capa.
Boa sorte, boas leituras, saiam dessas férias marcados por boas leituras.

O lugar, Annie Ernaux, Fósforo:2021. 72 páginas
A vergonha, Annie Ernaux, Fósforo: 2022, 88 páginas
Distância de resgate, Samanta Schweblin, Fósforo: 2024, 96 páginas
Vamos comprar um poeta, Afonso Cruz, Dublinense, 2020, 96 páginas
Sangue do céu, Marcello Fois, Record:2005, 110 páginas
Salvatierra, Pedro Mairal, Todavia: 2021, 110 páginas
Knulp, Hermann Hesse, Todavia: 2020, 112 páginas
Quarto Branco, Gabriela Aguerre, Todavia: 2019, 120 páginas
Sumchi, Amos Oz, Cia das Letras: 2019, 128 páginas
Oeste, Carys Davies, Alfaguara: 2018, 128 páginas
Um álbum para Lady Laet, José Luiz Passos, Alfaguara: 2022, 128 páginas
O buda no sótão, Julie Otsuka, Grua: 2011, 144 páginas
Segredos, Domenico Starnone, Todavia: 2020, 150 páginas
O livro branco, Han Kang, Todavia: 2023, 160 páginas
Bonsai e a vida privada das árvores, Alejandro Zambra, Tusquets: 2018, 160 páginas
A história dos meus dentes, Valeria Luiselli, Cia das Letras: 2016, 166 páginas
Meninas, Liudmila Ulítskaia, Editora 34: 2021. 168 páginas
Kim Jiyoung, nascida em 1982, Cho Nam-Joo, Intrínseca: 2022, 176 páginas
Quando deixamos de entender o mundo, Benjamin Labatut, Todavia: 2022, 176 páginas
Copo Quebrado, Alain Mabanckou, Malê: 2018, 180 páginas
Carta à rainha louca, Maria Valéria Rezende, Alfaguara: 2019, 185 páginas
A importância dos telhados, Vanessa Molnar, Cepe: 2020, 190 páginas
Caso não tenha achado nada que lhe agrade, recomendo que veja outras listas para Carnaval neste mesmo blog e se quiser uma leitura mais leve, há sempre as aventuras de Maigret, de Simenon, cujos livros raramente chegam a 200 páginas.
Praia de São Conrado, década de 1950
[Com Pedra da Gávea ao fundo]
Décio Luiz Monteiro Vieira (Brasil, 1922 – 1988)
têmpera sobre tela, 75 x 110 cm
Quantum meditation, 2018
Julian Voss-Andreae (Alemanha, radicado nos EUA, contemporâneo)
aço inoxidável, iluminação LED, 297 x 190 x 160 cm
Algumas de suas esculturas tais como esta parecem desaparecer dependendo do ângulo de que são vistas. Vale a pena procurar seus vídeos. Achei extraordinárias.
Ferreira Gullar
Ter medo da morte
é coisa dos vivos
o morto está livre
de tudo que é vida
Ter apego ao mundo
é coisa dos vivos
para o morto não há
(não houve)
raios rios risos
E ninguém vive a morte
quer morto quer vivo
mera noção que existe
só enquanto existo
Em: Muitas vozes: poemas, Ferreira Gullar, 3ª edição, Rio de Janeiro, José Olympio, 1999, p. 48











