Era culpa delas…, texto de Selva Almada

9 10 2024

Mulheres na praia

Sofia Dyminski (Rússia-Brasil, 1918-2011)

óleo sobre tela, 60 x 70 cm

 

 

“Elas chamavam por ele da calçada, duas das cinco irmãs, todas iguais, os cabelos compridos, altas e magras como garças. As vozes iguais, nem ele sabia distinguir.”

Em: Não é um rio, Selva Almada, Editora Todavia:2021





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

9 10 2024

Natureza morta

Angelo Simeone, (Itália-Brasil, 1899-1963)

óleo sobre tela colado em eucatex, 50 X 40 cm

 

 

 

Natureza morta,1967

Mário Zanini (Brasil, 1907-1971)

técnica mista sobre cartão, 31 x 24 cm





Trova do esquecimento

8 10 2024

 

 

No trabalho em que me escudo,

lutando para viver,

tenho tempo para tudo,

menos para te esquecer.

 

(Lilinha Fernandes)





Nossas cidades: Mogi das Cruzes

8 10 2024

Chácara de Alfredo Volpi em Mogi das Cruzes, 1983

Olga Nóbrega (Brasil, 1935-2024)

óleo sobre tela





Imagem de leitura: Antônio Rocco

7 10 2024

Moça lendo

Antonio Rocco (Itália-Brasil, 1880-1944)

óleo sobre  tela, 21 X 15 cm





Leitura breve…

7 10 2024
LIVRO CURTO QUE FAZ A DIFERENÇA

 

O ÚLTIMO AMIGO
Tahar Ben Jelloun
Editora Bertrand Brasil
Publicado em 2006 – 128 páginas





Em casa: Ellen Emmet Rand

6 10 2024

Menina com gato no colo, 1910

Ellen Emmet Rand ( EUA,1875 – 1941)

óleo sobre tela

William Benton Museum of Art





Flores para um sábado perfeito!

5 10 2024
Expandindo o significado de flores…

 

Mesa com plantas

John Graz (Suíça-Brasil, 1891-1980)

óleo sobre tela

 

 

Jardim, 1999

Ingres Speltri (Brasil,1940)

óleo sobre eucatex, 72 x 110 cm





Rio de sol, de céu, de mar…

4 10 2024

Baía da Guanabara, II

Alcy Vianna (Brasil, 1937)

óleo sobre eucatex, 30 x 52 cm





“A fresta da verdade” texto de Rosa Montero

3 10 2024

Maternidade

Yolanda Mohalyi (Hungria-Brasil,1909-1978)

técnica mista sobre papel, 62 x 48 cm

“Apenas em nascimentos e mortes é que saímos do tempo. A Terra detém sua rotação e as trivialidades com que desperdiçamos as horas caem no chão feito purpurina. Quando uma criança nasce ou uma pessoa morre, o presente se parte ao meio e nos permite espiar durante um instante pela fresta da verdade — monumental, ardente e impassível. Nunca nos sentimos tão autênticos quanto ao beirarmos essas fronteiras biológicas: temos a clara consciência de viver algo grandioso.”

 

Rosa Montero, A ridícula ideia de nunca mais te ver.