Meus favoritos: Alfred Stevens

10 05 2020

 

 

Alfred_Stevens_-_Meditation_-_23.528_-_Museum_of_Fine_ArtsMeditação, 1872

Alfred Stevens (Bélgica, 1823- 1906)

óleo sobre tela 40 x 32 cm

Museu de Belas Artes, Boston





Domingo, um passeio no campo!

10 05 2020

 

 

WILLY ZUMBLICKSem título

Willy Zumblick (Brasil, 1913- 2008)

óleo sobre tela, 100 x 80 cm





Os autores brasileiros de ficção mais vendidos em abril

10 05 2020

 

 

 

Paul Herman (EUA, 1962) Bookshelf VIII, Books Thai Buddha , Oil painting on panel 21 x 25 cmPrateleira VIII, Livros com torso de bronze

Paul Herman (EUA, 1962)

óleo sobre placa, 21 x 25 cm

www.hermanstudios.com

 

 

Lista dos livros de ficção brasileira mais vendidos em abril.  Não só os grandes nomes da literatura nacional como autores menos conhecidos.

 

1º  Clarisse Lispector, A hora da estrela (Rocco)

2º  Graciliano Ramos,  Angústia (Record)

3º  Melissa Tobias, A realidade de Madhu (Novo Século)

4º  Jorge Amado, Capitães da Areia (Companhia de Bolso)

5º  Clarice Lispector, Todos os contos (Rocco)

6º  João Guimarães Rosa, Campo geral (Global)

7º  Graciliano Ramos, Vidas secas (Record)

8º José Mauro de Vasconcellos, Meu pé de laranja lima (Melhoramentos)

9º Aline  Bei, O peso do pássaro morto (Nós)

10º  Paulo Coelho, O alquimista, (Paralela)

11º  Ana Maria Gonçalves, Um defeito de cor (Record)

12º Bernardo Carvalho, Nove noites (Companhia de Bolso)

13º Chico Buarque, Essa gente (Companhia das Letras)

14º João Guimarães Rosa, Grande sertão: veredas (Companhia das Letras)

 

Fonte: Publish News

 





Imagem de leitura — Leopold Löffler

9 05 2020

 

 

Leopold Löffler (1827 – 1898, Polish)girl-with-a-bookMenina com  livro

Leopold Löffler (Polônia, 1827 – 1898)

aquarela sobre papel, 22 x 18 cm





Flores para um sábado perfeito!

9 05 2020

 

 

SONY DSCNatureza morta para Saul S.

Caulos (Brasil, 1943)

pastel oleoso e impressão, 46 x 61 cm





Visita de George Gardner ao interior do Brasil, 1839-1840

9 05 2020

 

 

fungos-bioluminescentes-grande11Exemplo de cogumelos luminosos, Mycena lucentipes.

 

“Certa noite, em princípio de  dezembro, quando passeava pelas ruas da vila de Natividade, observei alguns meninos que se divertiam com uns objetos luminosos, que a princípio supus fossem pirilampos; mas, fazendo indagações, descobri que era um belo fungo fosforescente, do gênero agaricus, que se produzia abundantemente nos arredores dali sobre as folhas murchas de uma palmeira nanica. No dia seguinte obtive grande número de espécimes e notei que variavam de uma a duas polegadas e meia de largura. Toda a planta dá à noite uma viva luz fosforescente, de um verde-pálido, semelhante à que emitem os vaga-lumes ou aqueles curiosos animais marinhos, os pyrosomae.  Por este fato e por crescer em palmeiras o povo lhe dá o nome de flor-de-coco. A luz emitida por uns poucos destes fungos, em quarto escuro, é suficiente para a gente ler.”

 

Em: Os campos e os arraiais (Natividade-Arraias- 1839-1840),  texto de George Gardner,  incluído no livro As selvas e o pantanal: Goiás e Mato-Grosso, seleção, introdução e notas de Ernani Silva Bruno, Organização de Diaulas Riedel, São Paulo, Cultrix: 1959, pp-83-84.

 

NOTA: George Gardner, (GB, 1812- 1849), médico, botânico e entomologista inglês,  percorreu algumas regiões do Brasil do Nordeste ao Brasil Central, entre 1836 – 1841,  registrando suas impressões no livro “Viagens no Brasil”.





Rio de Janeiro, um parque à beira-mar

8 05 2020

 

 

NIVOULIES DE PIERREFORT capela Mayrink, O.S.T, assinado no C.I.E 50x65 cm.Capela Mayrink, Floresta da Tijuca

Anne Marie Nivouliès de Pierrefort  (França-Brasil, 1879 – 1968)

óleo sobre tela, 50 x 65 cm





Retrato do Imperador, Paulo Setúbal

8 05 2020

 

`D. Pedro I, Imperador do Brasil - Paisagem com Casario ao Fundo`. Miniatura s marfim. Passpartout em casco de tartaruga burilado e moldura de bronze em filetados com laços e encordoamento13 x 10 cm.D. Pedro I, Imperador do Brasil – Paisagem com Casario ao Fundo

Miniatura sobre placa de  marfim.

Passpartout em casco de tartaruga burilado

e moldura de bronze em filetado com laços e encordoamento

13 x 10 cm

 

 

“Nascendo e vivendo numa corte onde a ilustração era um luxo desconhecido, onde o gosto pela educação artística não chegou nunca a deitar raízes, D. Pedro possuía, por um dom da natureza, a impressionabilidade vibrátil que, se tivesse sido devidamente desenvolvida e disciplinada, poderia ter feito dele um artista, um poeta, um homem intelectualmente distinto.

Mas, entregue a si mesmo, depois da morte do erudito João Rademaker, que lhe guiou os primeiros passos, o herdeiro de D. João VI não passou nunca dum curioso, dum amador incorreto, que amava a música e a poesia e que, com mau feitio, revelava , em lances difíceis, agudeza de espírito e facilidade de percepção.

Esse “mau feitio era, em muitas ocasiões de sua vida, o bom humor imoderado, que chegava até o sarcasmo; era a expansão inconveniente que chegava à indiscrição irritante; era o azedume desregrado que não  escolhia palavras, nem poupava pessoas; era a desconfiança, o receio da perfídia, a dúvida constante que tinha aprendido com seu pai.

De resto, não havia pessoa de hábitos mais simples, príncipe menos ostentoso na sua maneira de viver, D. Pedro passou sempre como um burguês trabalhador que se levanta com o sol e que se deita às 10 horas da noite, tendo uma mesa frugal, um guarda-roupa escasso e uma aproximação facilmente acessível. Predominava nele a alegria expansiva; mas não era raro vê-lo descair de repente na irritabilidade agreste ou no obumbramento taciturno. Com a gente moça, especialmente com as crianças, mostrava-se ordinariamente afetuoso, muito jovial.”

 

Em: ‘Um retrato do Imperador‘, Ensaios históricos, Paulo Setúbal, São Paulo, Saraiva: 1950, páginas 69-70.





Palavras para lembrar: Ernest Hemingway

7 05 2020

 

 

Witha Lacuesta, relaxation, aquarela _20Descanso

Witha Lacuesta (Alemanha-EUA, contemporânea)

aquarela

 

 

“Sem lágrimas no escritor, sem  lágrimas no leitor.

 

Ernest Hemingway





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

6 05 2020

 

 

 

Karl Ernst Papf (1833 – 1911), Natureza morta, ost, 1885. 74 x 60 cm.Natureza morta, 1885

Karl Ernst Papf (Alemanha – Brasil, 1833 – 1911)

óleo sobre tela, 74 x 60 cm