Flores, 1915
Adolfo Fonzari (Italia-Brasil,1880 – 1959)
óleo sobre tela, 69 x 96 cm
Flores, 1915
Adolfo Fonzari (Italia-Brasil,1880 – 1959)
óleo sobre tela, 69 x 96 cm

Dia chuvoso no Rio de Janeiro, 1963
Francisco Céa (Brasil, 1908 – 1978 ?)
óleo sobre tela, 70 x 50 cm
A Primavera explodiu
em folhas e cores novas!
Quem fez tudo ninguém viu
mas as flores são as provas…
(Clevane Pessoa de Araújo Lopes)
Laranjas e bananas, 1895
João Baptista da Costa (Brasil, 1865 – 1926)
óleo sobre madeira, 36 X 45 cm
Ladeira dos Antiquários em Santana do Parnaíba, 2008
Sérgio Telles (Brasil, 1936)
óleo sobre tela, 41 x 33 cm
Como todo rei [neste caso um czar] absolutista, Pedro I da Rússia (1672 – 1725), mais conhecido como Pedro, o Grande, tinha poder sobre quase todas as coisas em seu território,, entre elas, o de cobrar impostos sobre a barba de seus súditos. Não era só uma questão de arrecadar impostos. Neste caso da barba, alguns copeques para o trabalhador do campo a algumas centenas de rublos para a nobreza e militares. Tendo pago seus impostos, os homens barbados precisavam carregar consigo uma ficha, que recebia na hora do pagamento, como esta abaixo, para mostrar aos agentes da manutenção das leis de vestimentas que sua dívida com o estado estava satisfeita. Esta regra era apenas uma de muitas na tentativa de “europeanizar” a Rússia de seu tempo.
Fonte: Peter the Great’s Beard Tax, por Amélia Soth, JSTOR, Weekly Newsletter, 22/07/2021
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Mesa do café da manhã, 1921
Solomon Joseph Solomon (GB, 1860 – 1927)
óleo sobre tela, 68 x 46 cm
Ben Uri Gallery & Museum, Londres
“Gostavam de livros, todos os livros, mas em especial dos antigos, e eles transbordavam pela casa. Havia livros por todos os lados, empilhados em estantes e amontoados no chão, nas cadeiras, nos degraus da escada, mas nem Ruth nem Oliver ligavam. Ruth era romancista, e romancistas, Oliver afirmava, tinham que ter gatos e livros. E realmente, comprar livros era era o consolo que ela encontrava por ter mudado para uma ilha remota no meio de Desolation Sound, onde a biblioteca pública era uma salinha úmida em cima de um centro comunitário infestado de crianças. Além da seção vasta e cheia de dobras de literatura juvenil e alguns títulos adultos populares, a coleção da biblioteca parecia consistir primordialmente de livros sobre jardinagem, enlatamento,segurança alimentícia, energia alternativa e escolarização alternativa. Ruth sentia falta da abundância e diversidade das bibliotecas urbanas, de suas amplidões silenciosas, e quando ela e Oliver se mudaram para a ilhota, concordaram que ela poderia encomendar qualquer livro que quisesse, e Ruth o fazia…
Em: A terra inteira e o céu infinito, Ruth Ozeki, Rio de Janeiro, Casa da Palavra: 2014,tradução de Daniela P. B. Dias e Débora Landsberg, página 17.
Flores, 1987
Chico Ferreira (Brasil, 1949)
óleo sobre tela, 100 x 120 cm









