Ilustração: Marie Honor Myers
A brisa afasta a cortina,
e uma nesga de luar,
fugindo à fria neblina,
vem aos meus pés se abrigar.
(Dorothy Jansson Moretti)
A brisa afasta a cortina,
e uma nesga de luar,
fugindo à fria neblina,
vem aos meus pés se abrigar.
(Dorothy Jansson Moretti)
“Esta outra independência não tem Sete de Setembro nem campo de Ipiranga; não se fará num dia, mas pausadamente, para sair mais duradoura; não será obra de uma geração nem duas; muitas trabalharão para ela até perfazê-la de todo.”
Machado de Assis
WIlliam the conqueror, 1597-1618 (*)
Anônimo
óleo sobre madeira, 57 x 41 cm
National Portrait Gallery, Londres
(*) Não há retrato de William, the Conqueror, que viveu entre 1028-1087. Esse retrato foi pintado 500 anos depois de sua morte, por descrições da época.
Como vocês sabem, gosto de história medieval, estou sempre lendo sobre esse período. William, the Conqueror, [Guilherme I, o conquistador] foi o primeiro rei da Inglaterra, depois da invasão normanda em 1066. O que me levou a pensar nessa postagem foram os detalhes de sua coroação que permanecem até hoje, como vimos há uns poucos anos, na coroação de Rei Charles III, da Inglaterra.
Essas notas vieram do livro The Throne: 1,000 Years of British Coronations, Ian Lloyd, The History Press, 2023.
Frutas e flores outonais, 2001
Timothy Easton (Inglaterra, 1943)
óleo sobre tela, 51 x 61 cm
De onde viemos? Quem somos? Para onde vamos?, 1897
Paul Gauguin (França, 1848-1903)
óleo sobre tela, 139 x 375 cm
Museu de Belas Artes, Boston
Da Costa e Silva
Passa a vida? Continua…
Porque o tempo é que flutua,
como um rio de veludo,
sobre todos, sobre tudo…
À sua margem sonhamos:
de onde viemos? aonde vamos?
E o destino indiferente
vai impelindo a torrente…
Passa a vida? Continua…
Com o tempo quem passa é a gente.
Mas, vida, se nós passamos,
de onde viemos? aonde vamos?
Moça à penteadeira, 1929
Robert Panitzsch (Inglaterra-Dinamarca, 1879-1949)
óleo sobre tela, 96 x 80 cm
Ser pai, é ter na verdade,
um pouco de amo e tutor,
é ter além da hombridade,
ingênuos gestos de amor.
(Fabiano Wanderley)