
Autorretrato no trabalho, 1988
Jeanette Perreault (Canadá, 1958)
óleo sobre tela, 45 x 60 cm

Autorretrato no trabalho, 1988
Jeanette Perreault (Canadá, 1958)
óleo sobre tela, 45 x 60 cm
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Nos leilões e nas quermesses
das festas de nossa aldeia,
apesar de minhas preces,
foste prenda em mão alheia!
(Roberto Medeiros)
Leitura ou lendo à janela, 1891
Laureano Barrau Buñol (Espanha, 1863-1957)
óleo sobre tela, 80x 64 cm
Coleção Particular
Jacques Attali
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Trança de cebolas, 1997
Silvana S Assad Silas (Brasil, 1922)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm

Recado de amor, 1857
Carl Ludwig Becker (Alemanha, 1820-1900)
óleo sobre tela, 75 x 59 cm
O Metro
Darren Thompson (EUA, contemporâneo)
óleo sobre tela colada em placa, 30 x 40 cm
Coleção Particular
“Os escritores podem dividir-se entre aqueles que dizem sofrer enquanto escrevem e os que afirmam divertir-se. Podem também dividir-se entre os que escrevem para saber como termina a história que começaram, e os que só se sentam para escrever depois que desenharam, dentro da cabeça, a estrutura inteira do romance e definiram o enredo, ao mínimo pormenor.”
Em: “A melancolia do criador depois do fim”, José Eduardo Agualusa, O Globo, 03/04/2017, 2º caderno, página 2.
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Rua 15 de novembro, Santos
Dario Villares Barbosa (Brasil, 1880 – 1952)
óleo sobre tela, 46 x 33 cm
PESP — Pinacoteca do Estado de São Paulo, SP

Moça lendo com chapéu da moda
Lizzy Ansingh (Holanda, 1875-1959)
óleo
Pequeníssimo, completamente ilustrado, livro de orações da Rainha Claude, c. 1517, The Morgan Library & Museum, NY.
O Livro de Orações da Rainha Claude é uma obra de c. 1517, ano da coroação dessa Rainha de França. Ele foi iluminado por um artista desconhecido a que se deu o nome de Mestre de Claude de França, por ter sido ele também o iluminista de outro livro, o par digamos assim, o Livro das Horas da Rainha Claude, hoje numa coleção particular francesa. O brasão da rainha aparece três vezes neste livrinho que contém 132 cenas da vida de Cristo, da vida da Virgem Maria e de inúmeros santos. As bordas são decoradas assim como verso e reverso de cada uma das folhas.

A rainha Claude morreu de varíola aos vinte e cinco anos (1499-1524), depois de ter sete filhos, um corpo deformado por escoliose e aparentemente ter um toque de estrabismo. Casada com François d’Angoulême (1494–1547) que se tornou rei de França em 1515, como parte de um contrato político, Claude, duquesa de Duchy, peça no jogo de xadrez político da Europa, não tinha atração pela política, nem muito interesse nos filhos. Dedicou-se principalmente aos estudos religiosos.
Página com o Arcanjo Gabriel Anunciando à Maria.
Pouco sabemos sobre o Mestre da Rainha Claude. Trabalhou ativamente na cidade de Tours nas duas primeiras décadas do século XVI (1500-1525). Seu estilo poderia ser considerado como extremamente elegante, com cores delicadas e aplicadas de tal maneira que não se percebe as pinceladas na pintura. Só se conhece cerca de uma dúzia de manuscritos desse artista.
Esse livro-joia faz parte da coleção da Morgan Library em NY, presente de um colecionador americano.
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Igreja, ilustração de Andrew Loomis.
Ela possui tal encanto,
que quando na igreja entrou,
em vez de beijar o santo,
foi o santo que a beijou.
(José Nogueira da Costa)
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