Nossas cidades: São Gonçalo

26 09 2017

 

 

Carlos Raposo, `Dia de Sol em São Gonçalo, 50x60, OST, CID, sem moldura, 2007Dia de sol em São Gonçalo, 2007

Carlos Raposo (Contemporâneo)

óleo sobre tela, 50 x 60 cm





Imagem de leitura — Franz von Defregger

26 09 2017

 

 

Franz von Defregger - Der LiebesbriefA carta de amor, c. 1890

Franz von Defregger (Alemanha, 1835-1921)

óleo sobre madeira, 45 x 29 cm





Visita do escritor Francisco Azevedo

24 09 2017

 

 

Grupo1O escritor Francisco Azevedo com o Grupo de Leitura Ao Pé da Letra, 24/09/2017.

 

 

O grupo de leitura Ao Pé da Letra teve o prazer de contar com a visita do escritor Francisco Azevedo, cujo livro Os novos moradores, lançado em junho deste ano, e já em sua segunda edição, foi a leitura escolhida para discussão no mês de setembro.

Seu terceiro romance, precedido por Arroz de Palma, Editora Record: 2008 e Doce Gabito, Editora Record: 2012, tem todas as marcas de um grande sucesso.  Situado no bairro da Gávea, no Rio de Janeiro ele se desenrola entre os ocupantes de duas casas geminadas na rua dos Oitis.  Enquanto a casa de cor cinza é habitada por uma família severa cujos membros são emocionalmente distantes uns dos outros, a outra, amarela, tem como residente uma família amorosa e alegre.  O relacionamento entre as famílias surge através dos filhos que com isso trazem para o âmago de cada núcleo familiar experiências e acontecimentos imprevisíveis.

 

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O grupo de leitores se deliciou com a franqueza, modéstia e simplicidade do autor, que dividiu com os presentes sua maneira de escrever,  explicou como as ideias se desenvolvem e abriu o leque de reações dos leitores aos seus livros, principalmente a este último, que trata de assunto familiar espinhoso. Francisco Azevedo foi espontâneo, e mostrou grande senso de humor ao se surpreender e divertir, aqui e ali, com a reação dos leitores a personagens, fatos e soluções de problemas encontrados no texto.

 

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Foi sem sombra de dúvida uma noite memorável para os leitores.  Agradecemos a presença de Francisco Azevedo e sua esposa Edvane.  Aprendemos muito sobre o processo criativo e a maneira como sincronicidade parece agir em torno de uma criação literária, tornando-a quase inevitável.  Um grande abraço de todos do Ao Pé da Letra, desejo de muito sucesso ao escritor e até o próximo encontro.  Esperamos vê-lo quando seu próximo romance sair do prelo!

 

 





Domingo, um passeio no campo!

24 09 2017

 

 

INIMÁ de Paula, As Terras de Minas, óleo s tela, 1983, 81 x 101 cmAs terras de Minas, 1983

Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999)

óleo sobre tela,  81  101 cm

 





Flores para um sábado perfeito!

23 09 2017

 

 

Douglas Okada (Brasil), Rosas, 2012, ost, 50 x 70 cmRosas, 2012

Douglas Okada (Brasil, 1984)

óleo sobre tela, 50 x 70 cm





Imagem de leitura — William Charles Penn

23 09 2017

 

 

 

William Charles Penn (GB1877–1968) Retrato de menina, 1921, ostRetrato de menina, 1921

William Charles Penn (GB, 1877–1968)

óleo sobre tela





Resenha: “Um beijo de Colombina” de Adriana Lisboa

22 09 2017

 

 

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Ilustração de C. J. Leyendecker, 1933, para capa da revista Saturday Evening Post, número de 25 de fevereiro.

 

 

Gosto imensamente da poesia de Manuel Bandeira.  Acho-o, se não o maior poeta do século XX, certamente entre os três mais importantes poetas brasileiros da época.  Acredito ter lido quase toda sua obra.  Um atrativo a mais para o livro Um beijo de Colombina de Adriana Lisboa é que Manuel Bandeira está presente, ou melhor, é a alma, do romance.  Por isso tive grandes expectativas ao abrir o livro.

Adriana Lisboa, por outro lado, só conheço de um livro anterior: Rakushisha.  Por ele, a autora passou a figurar no rol de escritores/ poetas favoritos, pois me lembro de sua prosa delicada, cheia de surpresas e  inusitadas visões dos temas do cotidiano.

 

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Acreditei, portanto, quando escolhi a leitura desse livro, que iria ter dupla apreciação, que iria ter deleite ao quadrado.  A prosa de Adriana Lisboa continua límpida, delicada, mesmo nesta obra, que  não é tão poética quanto minha memória atribuía a ela. Manuel Bandeira continua um dos grandes poetas brasileiros de todos os tempos.  Mas o poeta Manuel Bandeira perdeu-se nesse texto e Adriana Lisboa não mostrou a mágica de sua prosa-poética vista em outras de suas obras .

A trama se desenrola a partir de um casal de namorados, num relacionamento recente, em que de repente, a namorada, Teresa, morre afogada.  Para melhor entender o que acontece o rapaz revê a história deles até o afogamento em Mangaratiba (RJ). Aos poucos um retrato mais detalhado de Teresa, jovem escritora  às portas de um sucesso literário retumbante, começa a se firmar e surge a dúvida:  teria ela, excelente nadadora , sofrido um golpe do acaso? Ou o afogamento teria sido deliberado, um  suicídio?

 

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A narrativa corre bem pelo primeiro terço do livro, para se perder e chegar a um final quase forçado, como se tivesse sido planejado de antemão e encontrasse dificuldade de desabrochar.  O mistério sobre a morte de Teresa, que poderia ser visto como um gancho para puxar o leitor a cada página não parece tão importante nem para o leitor, nem para o namorado narrador.  Não vi na trama secundária, seu envolvimento com uma antiga namorada, qualquer propósito a não ser o de lembrar o lugar de residência de Manuel Bandeira.

Enfim, uma ideia boa, com uma narrativa leve, que tinha tudo para ser mais do que só agradável, que infelizmente não chegou a encantar essa leitora.  Uma oportunidade perdida.  Adriana Lisboa continua com uma bela prosa, mas quase não chega ao que se propõe.

 

 

NOTA: este blog não está associado a qualquer editora ou livraria, não recebe livros nem qualquer incentivo para a promoção de livros.





Rio de Janeiro, minha cidade natal!

22 09 2017

 

 

BOTELHO, Raimundo Canal de Marapendi Óleo s tela 60 x 80 cm.Canal de Marapendi

Raimundo Botelho (Brasil, 1946)

óleo sobre tela, 60 x 80 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

20 09 2017

 

 

PEDRO ALEXANDRINO - Metal, cristais e abacaxi - Óleo sobre tela - 73 x 87 - Coleção particularCobre, cristais e abacaxi

Pedro Alexandrino ( Brasil, 1864-1942)

óleo sobre tela, 73 x 87 cm

Coleção Particular





Imagem de leitura — Jahaziel Minor

20 09 2017

 

 

Jahaziel Minor, États-UnisJahaziel MinorMenina lendo

Jahaziel Minor (EUA, contemporânea)

óleo sobre cartão