Igrejinha no interior
Alexandre Washington (Brasil, 1958)
óleo sobre eucatex, 20 x 25 cm
Igrejinha no interior
Alexandre Washington (Brasil, 1958)
óleo sobre eucatex, 20 x 25 cm
Vaso azul e flores amarelas
Paulo Calazans (Brasil, 1947)
aquarela, 54 x 38 cm
Vista da praia e da Ilha da Boa Viagem, 1875
Henri Nicolas Vinet (França/Brasil, 1817 – 1876)
Óleo sobre tela – 46 x 67 cm
Museu Imperial, Rio de Janeiro
Leitora
Frédéric Dufaux (Suíça, 1852-1943)
óleo sobre tela, 32 x 24 cm
Henri Bergson
Praça Lara Dante, São Bento do Sapucaí, 1979
Francisco Rebolo (Brasil, 1902-1980)
Óleo sobre tela, 38 x 56 cm

Lendo
OS CRIADORES DE COINCIDÊNCIAS
Yoav Blum
São Paulo, Planeta: 217, 320 páginas
SINOPSE
E se o trem que você perdeu, o café que derrubou, o bilhete que encontrou não forem eventos aleatórios? E se o destino do mundo estiver sendo manipulado por pessoas especializadas em criar acasos?
Neste romance best-seller do israelense Yoav Blum, o destino é o protagonista – mas ele não depende de sorte ou intervenção divina.
Emily, Eric e Guy trabalham numa espécie sobrenatural de organização secreta há alguns anos. Eles estudaram disciplinas como interferências em sonhos, distribuição de sorte e como ser amigos imaginários, até se tornarem criadores de coincidências. Agora, de tempos em tempos, recebem complexas missões a serem executadas. Seu trabalho é permanecer na área cinzenta entre destino e livre arbítrio, onde eles criam situações que criam situações que criam mais situações que darão origem a pensamentos e decisões, gerando os mais diversos resultados: o encontro de almas gêmeas, invenções que podem mudar o mundo, a inspiração que dará origem a obras-primas.
Mas, quando Guy recebe uma missão especial, que vai além daquilo que ele acredita poder fazer, as coisas começam a se mover de forma a mudar tudo o que os criadores de coincidências entendem sobre a vida e a verdadeira natureza do amor.
Um thriller improvável sobre os operários invisíveis que mantêm girando as engrenagens do acaso.
Tintim e Milu curiosos, ilustração de Hergé.
Rio de Janeiro, década de 1950
Manabu Mabe (Japão/Brasil, 1924-1997)
óleo sobre chapa, 38 x 46 cm

Ruy Espinheira Filho
Há uma luz suave em que respiram.
Não mudaram nada e fingem não ver
como sou mais moço na fotografia.
Contam histórias, sempre, mesmo quando em silêncio
(e tanto quanto se contam, contam-me também de mim).
Não mais precisam beber, só se refletem no copo
que ergo e em que bebo, por eles e por mim,
trespassado ainda dos sonhos que compunham a alma
de que se iluminava o moço nas fotografias.
Em: Sob o céu de Samarcanda: poemas, Ruy Espinheira Filho, Rio de Janeiro, Bertrand Brasil e Fundação da Biblioteca Nacional: 2009, página 152.
Cocos e flores sobre a mesa, 1926
Henrique Bernardelli (Chile /Brasil, 1857-1936)
óleo sobre tela, 67 x 55 cm