Arnaldo Barbieri (Brasil, 1913-2000)
óleo sobre tela, 18 x 24 cm
Ilustração de Jimmy Liao.Passarinho, o teu encanto
é teu canto de alegria;
ai de mim que quando canto,
canto só por nostalgia…
(Izo Goldman)
Linda Apple (EUA, contemporânea)
óleo sobre tela, 15 x 15 cm
Cravos vermelhos e brancos, 1999
Jonas Federman (Brasil, contemporâneo)
vinil e colagem encerado sobre tela, 56 x 37 cm
Lambert Kriedemann (África do Sul, 1951)
óleo sobre tela
Por que eu falo dos benefícios do fracasso? Simplesmente porque fracassar significa se desfazer de tudo que não é essencial. Deixei de ter a pretensão de ser mais do que eu era, e comecei a direcionar toda a minha energia para a finalização do único trabalho que era importante para mim. Se eu tivesse tido sucesso em qualquer outra coisa, eu poderia nunca encontrar a determinação necessária para ter sucesso naquilo que eu acreditava ser meu.
J. K. Rowling
A tradução é minha, uma fração do artigo Here are the most magical things JK Rowling has ever done
Vovó
Cornelis Jetses (Holanda, 1873-1955)
óleo sobre tela
É difícil manter a fé quando as rejeições começam a chegar, mas lembre-se das palavras do escritor norte-americano Joe Konrath que disse em uma ocasião: “Há uma palavra para um escritor que não desiste: publicado.”
[A tradução é minha]
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Lide diária, arredores de São Paulo, c. 1895
Antônio Ferrigno (Itália, 1863-1940)
óleo sobre tela, 27 x 42 cm
Cora Coralina
Eu sou a terra, eu sou a vida.
Do meu barro primeiro veio o homem.
De mim veio a mulher e veio o amor.
Veio a árvore, veio a fonte.
Vem o fruto e vem a flor.
Eu sou a fonte original de toda vida.
Sou o chão que se prende à tua casa.
Sou a telha da coberta de teu lar.
A mina constante de teu poço.
Sou a espiga generosa de teu gado
e certeza tranquila ao teu esforço.
Sou a razão de tua vida.
De mim vieste pela mão do Criador,
e a mim tu voltarás no fim da lida.
Só em mim acharás descanso e Paz.
Eu sou a grande Mãe Universal.
Tua filha, tua noiva e desposada.
A mulher e o ventre que fecundas.
Sou a gleba, a gestação, eu sou o amor.
A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu.
Teu arado, tua foice, teu machado.
O berço pequenino de teu filho.
O algodão de tua veste
e o pão de tua casa.
E um dia bem distante
a mim tu voltarás.
E no canteiro materno de meu seio
tranquilo dormirás.
Plantemos a roça.
Lavremos a gleba.
Cuidemos do ninho,
do gado e da tulha.
Fartura teremos
e donos de sítio
felizes seremos.
Oleg Zhivetin (Rússia, 1964)
óleo sobre tela
Se uma carta de apresentação brilhante e três capítulos de prosa brilhante não conseguem um agente ou editor para você, busque a fundo todos os contatos que você pode ter no mundo editorial, mesmo que tênues. Ninguém vai publicar o seu livro, porque você é um amigo de um amigo, mas esse contato pode ajudá-lo passar à frente da pilha de outros manuscritos já na editora.
[Tradução é minha]
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