Natureza Morta
Jorge Maciel (Brasil, 1972)
óleo sobre tela, 80 x 60 cm
Composição com flores e tigela azul, 1993
Yara Tupynambá (Brasil, 1932)
acrílica sobre tela colada em madeira, 70 x 90 cm
Natureza Morta
Jorge Maciel (Brasil, 1972)
óleo sobre tela, 80 x 60 cm
Composição com flores e tigela azul, 1993
Yara Tupynambá (Brasil, 1932)
acrílica sobre tela colada em madeira, 70 x 90 cm
Foste embora e por maldade
deixaste a troco de nada,
rastros da tua saudade
em cada curva da estrada!…
(Marilúcia Resende)
Praia com Barcos e Trem em Mangaratiba, 1946
José Pancetti (Brasil, 1902 -1958)
óleo sobre tela, 38 x 46 cm.
Flores
Antônio Hélio Cabral (Brasil, 1948)
óleo sobre tela, 100 x 140 cm
Flores
Délio del Pino (Brasil, 1908-1985)
óleo sobre tela, 80 x 60 cm
Limões, Jarra e Melão, 1973
Jacintho Moraes (Brasil, 1917-1982)
óleo sobre eucatex, 19 X 27 cm
Natureza morta
Jarbas Juarez (Brasil, 1936)
óleo sobre tela, 60 x 50 cm
Anel da cerimônia de casamento judaico, c. 1300-antes de 1348
ouro e esmaltes translúcidos e opacos,
3,5 x 2,3 cm
Museu de Cluny, Museu Nacional da Idade Média
Este anel, do século XIV, permaneceu escondido por mais de quinhentos anos nas paredes de uma casa em Colmar, na França. Só foi descoberto em 1863. Este anel e outros objetos pequenos foram descobertos juntos na mesma parcela e hoje fazem parte do que se chama Tesouro de Colmar, em exposição permanente no Museu de Cluny em Paris.
O Tesouro de Colmar é composto por anéis com safiras, rubis, granadas e turquesas. Também há broches e um delicado cinto em esmalte. Alguns botões dourados e mais de trezentas moedas. Esses eram os objetos de uma única família. Em um dos anéis há a inscrição Mazel Tov, o que leva o tesouro a ser reconhecido como reflexo da próspera comunidade judaica naquela época em Colmar. Essa população foi rapidamente extinta durante Peste Negra que devastou a região nos anos de 1348-49.
Paisagem Serrana do Estado do Rio com Flamboyant Gigante
Otto Bungner ( Brasil, 1890-1965)
óleo sobre tela, 100 X 140 cm
Marinha, 1936
Lucília Fraga (Brasil, 1895 – 1979)
óleo sobre tela, 38 x 55 cm
Paisagem
Benedito Luizi (Brasil, 1933-2010)
óleo sobre tela, 97 x 130 cm

Bonecas de moda foram usadas, ao que se sabe, desde o século XIV até o final do século XVIII. Ou seja, de um período onde a comunicação ente cidades era difícil à grande popularização de revistas e jornais. Essas bonecas, que levam o nome de Pandora, serviam de modelos para roupas da moda.
Inicialmente eram as famílias reais que recebiam as bonecas com vestimentas modernas para que pudessem escolher os trajes a comprar. Há cartas datando do final dos anos 1300, mostrando famílias nobres francesas mandando bonecas para outras cortes europeias para simultaneamente promover moda e estreitar laços diplomáticos.
Caso bem conhecido é aquele de Maria de Medici, na Itália, recebendo de Henrique IV, da França, antes do casamento deles, algumas pandoras para que ela aprendesse como se vestir para a corte em Paris. Foi justamente o uso dessas bonecas da moda, circulando no mundo aristocrático europeu, que eventualmente estabeleceu a França como centro da moda europeia.

Foi no século XVIII, que sua popularidade se expandiu. Pandoras, que eram feitas de madeira, passaram a ser manufaturadas em maior número e usadas por chapeleiras, alfaiates, costureiras, comerciantes da moda, de tecidos, que mostravam em seus balcões e vitrines a última moda nessas pequenas bonecas vestidas nos mais precisos detalhes acompanhados dos acessórios do momento.
No século XIX, com a popularização das revistas de moda as pandoras foram aos poucos deixando de existir. Deram, no entanto, origem a bonecas como a Barbie que aparece nos século XX, não como uma miniatura adulta como possuidora de uma grande guarda-roupa e todos os acessórios imagináveis.
Há um excelente artigo sobre Pandoras no blog MUSINGS da Universidade de Toronto sobre o assunto: Slow fashion: Pandora Dolls and the History of Fashion Advertising, por Natalie Scuola.
Vaso com flores amarelas, 2006
Ana Cecília Arthuzo (Brasil, contemporânea)
óleo sobre tela, 40 x 30 cm
Vaso de Flores Amarelas,1988
Antônio Poteiro (Portugal-Brasil, 1925-2010)
óleo stela, 45 x 50 cm
A primeira carta, 1890
Angelo Morbelli (Itália, 1853-1919)
óleo sobre tela
Coleção Particular, Milão