Flores para um sábado perfeito!

4 11 2017

 

 

Cassio Antunes oleo-s-tela-vaso-com-flores-40x50cmVaso com flores, 2013

Cássio Antunes (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela, 40 x 50 cm

 

 





Rio de Janeiro, minha cidade natal!

3 11 2017

 

 

Manabu Mabe, RIO DE JANEIRO,38 x 46 cm,óleo sobre chapa de madeiraindustrializada, dec. 50Rio de Janeiro, década de 1950

Manabu Mabe (Japão/Brasil, 1924-1997)

óleo sobre chapa, 38 x 46 cm





Esmerado: bolsa militar, século IX

31 10 2017

 

 

00purseBolsa militar, c.  800-20

Couro

Museu Nacional da Hungria, Budapeste

 

 

Os magiares  das estepes da Europa do Leste, invadiram a Itália no século IX, antes de se estabelecerem na Hungria.  Aqui temos um ‘sabretache‘ ou bolsa militar usada na cintura dos oficiais da cavalaria, do início do século IX.

 





Domingo, um passeio no campo!

29 10 2017

 

 

Archimedes Dutra, Paisagem rural, 1939, osm, 22 x 26 cmPaisagem rural, 1939

Archimedes Dutra (Brasil, 1908-1983 )

óleo sobre madeira, 22 x 26 cm





Flores para um sábado perfeito!

28 10 2017

 

 

Sylvio Pinto, Vaso com flores, ost, 106x127cmVaso com flores

Sylvio Pinto (Brasil, 1918-1997)

óleo sobre tela, 106 x 127 cm





Imagem de leitura — Louay Kayyali

23 10 2017

 

Louay Kayyali (Syrian, 1934-1978), Menino lendo, 1969, ost, 95 x 75cmMenino lendo, c. 1969

Louay Kayyali (Síria, 1934-1978)

óleo sobre tela,  95 x 75 cm





O elefantinho, poesia infantil de Vinícius de Moraes

22 10 2017

 

 

elefante e abacaxi

 

O elefantinho

 

Vinícius de Moraes

 

Onde vais, elefantinho,

correndo pelo caminho,

assim tão desconsolado?

Andas perdido, bichinho,

espetaste o pé no espinho,

que sentes, pobre coitado?

 

— Estou com um medo danado

encontrei um passarinho.

 

Em: O mundo da criança, vol. 1: poemas e rimas,  Rio de Janeiro, Editora Delta: 1971, p. 61.

Em:





Domingo, um passeio no campo!

22 10 2017

 

 

ÁLVARO PAULO SÊGA (Brasil, 1917 -1991)- Margem do Rio Piracicaba - Óleo sobre tela - 1941Margem do Rio Piracicaba, 1941

Álvaro Paulo Sêga (Brasil, 1917 -1991)

óleo sobre tela





Espelho literário

21 10 2017

 

 

claudio dantas, iluminadaIluminada

Cláudio Dantas (Brasil, 1959)

óleo sobre tela, 70 x 100 cm

 

Leio hoje de Tahar Ben Jelloun , o livro Partir. Trata-se de um autor francês de origem marroquina.  Dele já li O último amigo uma pequena joia literária um quase um conto.  Como há tempos me interesso sobre a questão de imigração,  escolhi ler Partir, publicado no Brasil em 2007 pela Bertrand Brasil, cujo tema é justamente o desejo de emigrar para lugares onde se possa viver com decência.

A situação econômica, social e política no Rio de Janeiro tem feito muitos de meus conhecidos emigrarem: Portugal, EUA, Espanha, Israel são alguns dos países de preferência.  Reconheço que a ideia já passou por mim, mas acho que ainda tem jeito, que não é hora de desamarrar o barco.  A decisão pode até ser mais fácil para quem, como eu, viveu a maior parte da vida adulta fora do Brasil, mas é sempre complexa. Por isso mesmo emigração,  ser imigrante em terra alheia, a questão da identidade cultural são todos temas ricos e importantes para mim.

Mas eu não contava, ao ler sobre o Marrocos, de me encontrar diante de um espelho do Brasil. Já logo entre a primeiras 30 páginas, vi detalhadas cenas da realidade marroquina, que levam o personagem principal a tentar emigrar.  Elas parecem descrever o Brasil.  Aqui duas passagens nas páginas 23 e 24.

“Os partidos políticos lamentavelmente fracassaram, não souberam ouvir o que lhes dizia o povo.Eles passaram ao largo disso. Tenho raiva principalmente dos socialistas, que acreditaram numa mudança do governo, que jogaram o jogo do poder e nada fizeram para que a coisa mudasse.”

“É intolerável que um doente que se dirige aos hospitais do Estado seja abandonado porque o hospital está sem recursos. É por isso que intervimos concretamente nos lugares onde o Estado é falho. Nossa solidariedade não é seletiva. É preciso que este país seja salvo; está com comprometimento demais, corrupção demais, injustiça demais e desigualdades. Não pretendo resolver todos os problemas, mas não fazemos outra coisa senão ficarmos de braços cruzados esperando que o governo se ponha a serviço dos cidadãos.”

Em: Partir, Tahar Ben Jelloun, Bertrand Brasil: 2007, página, 23- 24

 

Não quero com isso imaginar que tenho que aceitar essa realidade porque não há solução, porque é assim em qualquer lugar do mundo.  Ao contrário, conheço países em melhores condições e imagino que seria mais fácil para o Brasil chegar aos níveis de desenvolvimento que já presenciei do que o Marrocos, não querendo desmerecer o país africano.

Mas, começo a entender melhor o retrato psicológico de meus amigos que abandonaram o país, e também o retrato dos temores e incertezas que acompanharam meus antepassados, um avô e 3 bisavós ao saírem de suas terras natais, procurando melhores portos onde seus descendentes pudessem viver melhor que eles mesmos.

Esse é um dos encantos da literatura.  Ela nos faz pensar.  Reconhecer nossos problemas pessoais ou sociais.  E é possível que até nos ajude a encontrar soluções.  No momento, este livro me faz pensar sobre o futuro dos meus familiares.





Rio de Janeiro, minha cidade natal!

20 10 2017

 

 

CARLOS CHAMBELLAND (1884 - 1950)Jardim Botânico Óleo s tela 33 x 41 cm -Rio 1949.Jardim Botânico, 1949

Carlos Chambelland (Brasil, 1884-1950)

óleo sobre tela, 33 x 41 cm