Arredores de Santo Amaro, 1940
Arcângelo Ianelli (Brasil, 1922 – 2009)
óleo sobre madeira, 32 x 45 cm
Arredores de Santo Amaro, 1940
Arcângelo Ianelli (Brasil, 1922 – 2009)
óleo sobre madeira, 32 x 45 cm
Flores, 1940
Yvonne Visconti Cavalleiro (França/Brasil, 1901 – 1965)
óleo sobre tela, 35 x 27 cm
Dois barquinhos na Lagoa, 2013
Renato Meziat (Brasil, 1952)
óleo sobre tela, 50 x 140 cm
Buganvílea vermelha, rua Visconde de Pirajá, Rio de Janeiro.
Nos bairros em que as casas prevalecem, em geral as buganvíleas são vistas em abundância por sobre os muros, como grandes arbustos derramando benesses floríferas nas calçadas e ruas que habitam. No entanto, uma boa parte da zona sul do Rio de Janeiro tem buganvíleas como árvore urbana trazendo beleza tropical para as calçadas cariocas.
Buganvílea, natural do Brasil, pode ter diversos nomes: Três-marias, Ceboleiro-da-mata, Riso-do-prado, Primavera. Seu nome científico é Bougainvillea glabra Choisy e pertence à família das Nyctaginaceae. Em geral floresce entre novembro e fevereiro, o que a torna perfeita para uma cidade turística à beira-mar, um balneário como o Rio de Janeiro.
Há outra postagem sobre buganvíleas neste blog, com maiores informações.
Natureza Morta
Carlos Heraldo Sorensen (Brasil, 1928 – 2008)
óleo sobre tela, 45 x 60 cm
Moça com chapéu de palha, Ilustração de Bradshaw Crandell
Conheço muito sorriso
de mulher, meigo, simplório,
que promete o paraíso
e nos manda ao purgatório.
(Alves Júnior)
Touceiras de bambu
Alípio Dutra (Brasil, 1892 -1964)
óleo sobre tela

Flores, 2001
Adelson do Prado (Brasil, 1945)
óleo sobre tela, 61 x 50 cm

Ânfora com o nascimento de Dionísio, entre 500 — 490 a. E.C. [DETALHE]
Atribuído ao Pintor de Diosfos
Local de criação: Grécia, Sterea Hellas Evoia, Ática
Estilo grego, arcaico, com figuras negras
Argila, 20,5 cm, 12, 8 cm, 11, 8 cm diâmetro
Bibliothèque nationale de France
Lado oposto: Cena com Atenas e Hércules
O nascimento de Dionísio, deus grego, se prestou a diversas representações nas artes desde éa Grécia Antiga aos dias de hoje. Dionísio teve como progenitores Zeus e Sêmele, que foi uma princesa de Tebas, filha de Cadmo, herói fundador daquela cidade. Sêmele, de grande beleza, acabou seduzida por Zeus , que se disfarçou de homem comum. Para conquistá-la Zeus prometeu a Sêmele nunca lhe negar qualquer desejo. Nesse meio tempo, Hera, que já era casada com Zeus, não gostou da traição do marido e irmão. Tomada por ciúmes, Hera construiu um plano para se desfazer de Sêmele. Disfarçou-se de serva da princesa, e acabou por convencer a jovem a pedir uma prova de amor de Zeus. Queria que ele demonstrasse que era quem dizia ser e que viesse vê-la com as roupas mais brilhantes que conseguisse.
É preciso lembrar algo importante para o desenrolar desta história. A existência do rio Styx (Estige) fronteira entre o céu e o inferno e caminho para a entrada ao submundo depois da morte, tinha águas com poderes milagrosos, tornando invulnerável quem nelas mergulhasse. Uma promessa feita pelo rio Styx (Estige) era o voto mais sagrado que poderia ser feito. E qualquer promessa não cumprida, Styx cobraria. Por isso, todos os juramentos feitos pelos deuses eram feitos à margem de suas águas, sendo obrigados a cumpri-los. Por isso Zeus se encontrou-se em dificuldades para atender ao pedido de Sêmele. Acabaria por contrariar sua própria palavra ao Styx.
Zeus cumpriu a promessa feita à amada, consciente do que algo terrível lhe aconteceria, porque havia jurado pelo Styx, rio da imortalidade, coisa que nem mesmo uma divindade poderia romper. Foi, então punido. Sêmele transformou-se em pó. Transformou-se em pó por não aguentar o brilho das vestimentas de Zeus. Tudo que ele pode fazer foi salvar seu filho, retirando-o do ventre materno aos seis meses de gestação, gerando-o em sua própria coxa, até o nascimento.

Natureza morta
Henri Carrières (França, 1947, radicado no Brasil desde 1952)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm