Cravos, crisântemos e borboleta, 2010
Cláudio Barake (Brasil, 1966)
acrílica sobre tela, 60 x 60 cm
Cravos, crisântemos e borboleta, 2010
Cláudio Barake (Brasil, 1966)
acrílica sobre tela, 60 x 60 cm
Glória, Relógio e Outeiro, década de 1950
Sylvio Pinto (Brasil, 1918 – 1997)
óleo sobre tela 55 x 46 cm
O sol, cumprida a rotina,
cerra o painel em que atua,
some por trás da colina
e abre o portão para a lua.
(Dorothy Jansson Moretti)
Cleómenes Campos
No começo do mundo,
quando tudo falava, um Monte, certo dia,
interrogou a um Vale, a quem mal conhecia:
— “Quem é mais alto de nós dois?”
O Vale respondeu-lhe. admirado, depois:
“Eu só te sei dizer que é o mais profundo…”
Em: Poesia Brasileira para a Infância, Cassiano Nunes e Mário da Silva Brito, São Paulo, Saraiva: 1967, Coleção Henriqueta, p. 113.
O romance Bambi, a história de uma vida na floresta, do autor austríaco Félix Salten (1869-1945), lançado em 1923, foi banido em 1936, na Alemanha, pelo regime nazista que o considerava uma alegoria de como as populações judias haviam sido tratadas na Europa. Por causa disso, esses livros foram queimados, e hoje é muito difícil encontrar alguma primeira edição dessa obra.
Chamada para a poltrona de leitura
Belinda del Pesco (EUA, contemporânea)
Aquarela e grafite sobre papel, 24 x 31 cm
Vaso de Flor, 1940
Roberto Burle Marx (Brasil, 1909 – 1994)
óleo sobre tela, 44 x 34 cm
No Tempo dos Vice-Reis, 1977
[Da série Aquarela do Brasil]
Glauco Rodrigues (Brasil, 1929 – 2004)
Óleo sobre madeira, 46 x 55 cm
Convento D. Bernardino do Sena, Angra dos Reis, 1952
Baptista Cavalcante (Brasil, ? – ?)
óleo sobre tela, 53 x 64 cm
[Prêmio ARAÚJO JUNIOR]
Partir é quase morrer.
É deixar na despedida
um pouco do próprio ser
e muito da própria vida…
(Izo Goldman)









