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George Fisher Elpons (Alemanha, 1865 — Brasil, 1939 )
óleo sobre tela, 90 x 70 cm
PESP — Pinacoteca do Estado de São Paulo.
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George Fisher Elpons (Alemanha, 1865 — Brasil, 1939 )
óleo sobre tela, 90 x 70 cm
PESP — Pinacoteca do Estado de São Paulo.
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Barcos e treineiras na Baía de Guanabara, 1978
Sylvio Pinto (Brasil, 1918-1997)
óleo sobre tela, 60 x 81cm
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Domingos Pellegrini
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O mar com seu motor que nunca para
o vento em seus humores vagadios
ou a te dar refresco ou arrepios
e a máscara de sal na tua cara
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O pernilongo que sempre declara
guerra ao teu sono, e o interminável cio
duma coruja a repetir seu pio
para o luar que a nuvem desaclara
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Então aquieta a música do brejo
enquanto as pererecas pensam se
será complô dos grilos e morcegos
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E antes que a sinfonia recomece
dá para ouvir que a saparia tem
tão pouco assunto para tanta conversa
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Em: Gaiola aberta: 1964-2004, Domingos Pellegrini, Rio de Janeiro, Bertrand Brasil: 2005
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Abrigo dos bondes em Porto Alegre, 1945
Benito Mazon Castañeda (Espanha,1885- Brasil, 1955)
óleo sobre tela, 75 x 80 cm
Pinacoteca Aldo Locatelli, Porto Alegre
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Felisberto Ranzini (Brasil, 1881-1976)
óleo sobre tela, 11 x 16
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Haidê Morani (Brasil, contemporânea)
óleo sobre tela, 27 x 22 cm
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Ilustração Diane Thorn.–
Se chegares a entender
os homens, como eles são,
poderás compreender
a grandeza do teu cão!
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(V. C. Soares de Sousa)
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Aldo Bonadei (1906-1974)
óleo sobre tela colado em papelão, 39 x 28 cm
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Georges Wambach (Bélgica 1901 – Brasil, 1965)
óleo sobre tela, 54 x 74 cm
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Isabel Pons (Brasil, 1912-2002)
Gravura, 35 x 22cm
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Luiz Guimarães
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Disse a vaidosa estrela quando viu
De um lago azul a débil transparência:
— Por que te deu a sábia providência
Um corpo tão monótono e sombrio?
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Comigo teve Deus maior clemência
E do esplendor eterno me vestia!
Que vales, pois, ó lago humilde e frio,
Perto da minha deslumbrante essência?
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Nos céus eu moro! O meu destino zomba
De ignota força que reparte as mágoas!
Tenho a ventura de desconhecê-la.
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— Mas quando a noite vagarosa tomba
É no seio fiel das minhas águas
Que vens dormir, ó luminosa estrela!
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Em: Poetas cariocas em quatrocentos anos, Frederico Trotta, Rio de Janeiro, Vecchi:1965, pp. 230-231.
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Abelardo Zaluar (Brasil, 1924-1987)
óleo sobre madeira, 12 x 16 cm







