Cartão postal, K. Nixon.
Sopra um vento suave, brando,
ondulando capinzais,
e os passarinhos, em bando,
se aninham nos matagais.
(Décio Valente)
Cartão postal, K. Nixon.
Sopra um vento suave, brando,
ondulando capinzais,
e os passarinhos, em bando,
se aninham nos matagais.
(Décio Valente)
Farnese de Andrade ( Brasil, 1926-1996)
óleo sobre tela sobre madeira, 50 x 70 cm
Salvador Rodrigues Jr. (Brasil, 1907-1995)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
” A data de fundação de Paraty é motivo para divergências entre historiadores. Alguns pendem para o ano de 1600, quando Paraty era apenas um povoamento de paulistas de São Vicente. Outros preferem a data de 1606, quando se deu a chegada a Paraty dos primeiros sesmeiros, beneficiados com doações feitas em nome do Conde da Ilha do Príncipe, donatário da Capitania de Itanhaém.
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“O primeiro núcleo de povoamento surgiu em um morro distante 25 braças para norte do Rio Perequeaçu, onde foi erecta uma capela em louvor a São Roque”(*). Depois, por volta de 1646, em local mais favorável, se erigiu outra capela em honra de Nossa Senhora dos Remédios, em terreno doado por Maria Jácome de Melo, para ampliação da vila, sob duas condições: a primeira, que a mesma fosse feita em devoção àquela santa, e a segunda, exigindo a segurança dos índios guaianazes moradores naquele local.
Como de hábito, o nome do santo orago foi acrescentado ao topônimo Paratii, vocábulo tupi, que significa “peixe da família das tainhas”, muito encontrado na região.
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(*) Citação no texto referindo-se ao livro do Monsenhor José de Souza Azevedo Pizarro e Araújo, titulado: Memórias históricas do Rio de Janeiro e das Províncias anexas à jurisdição do Vice-Rei do Estado do Brasil.
Em: Paraty, religião e folclore, Thereza Regina de Camargo Maia, Rio de Janeiro, Arte e Cultura (LTC Editora): 1976, pp. 20-21.
Porquinho quer ajudar, ilustração de Walt Disney.
No mundo nada terás,
se não socorres alguém.
Ajuda, espera, e verás
como é bom fazer o bem!
(Almeida Corrêa)
Antônio Peticov (Brasil, 1946)
óleo sobre tela, 100 x 161 cm
Nota: tenho a mesma imagem com duas descrições diferentes. Ambas levam o nome Seven Trees, mas aparecem com tamanhos diferentes e datas diferentes. A outra imagem vem de um casa de leilões. Preferi esta por aparecer dentro do conjunto da obra do pintor e estar consistente com outras obras. Além do mais a galeria virtual está representando o artista.
Há é claro a possibilidade do pintor ter feito a mesma obra mais de uma vez. Isso não é raro. Muito pintores fizeram isso.
Ilustração de T. Corbella.
Não vem dos nossos rivais
a ingratidão que exaspera.
— Geralmente a que dói mais
vem de quem menos se espera.
(Severino Uchôa)