Feliz Dia das Mães!

10 05 2015

 

 

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FELIZ DIA DAS MÃES!





Trova do sabiá

9 05 2015

 

 

mapa-passaro Jason LaFerrera,Ilustração de Jason La Ferrera, colagem de antigos mapas.

 

 

Sabiá põe em seu canto
tal ternura que ao cantar,
mais parece um acalanto
para a alma cochilar.

 

(Amália Max)





Flores para um sábado perfeito!

9 05 2015

 

 

NADIA BRAGA - Flores, ost, 30x40cm, assinadoFlores

Nádia Braga (Brasil, contemporânea)

óleo sobre tela, 30 x 40 cm

 

 





Rio de Janeiro, comemorando 450 anos!

8 05 2015

 

 

TELLES, Sérgio,Rua do Catete,óleo s tela, ass. inf. dir.(década de 1990)73 x 116 cmRua do Catete, década 1990

Sérgio Telles (Brasil, 1936)

óleo sobre tela, 73 x 116 cm





Joan Miró, anotações de Murilo Mendes

8 05 2015

harlequins-carnivalO Carnaval do Arlequim, 1925

Joan Miró (Espanha, 1893-1983)

óleo sobre tela, 66 x 90 cm

Albright-Knox Art Gallery, Buffalo

 

 

Joan Miró

 

 

♦ Miró declara que não pode separar a poesia da pintura. Rompe a linha convencional do discurso realista, criando a sigla, o número plástico, a alusão.

 

♦ Exorciza o lado mecânico do nosso tempo. Organizando a infância futura, consegue, em todos os casos, conciliar sonho e disciplina racional.

 

♦ Sacrifica a quantidade da informação à qualidade lírica, a espessura à sutileza.

 

♦ Nem surrealista, nem abstrato ortodoxo, escapa às etiquetas.

 

♦ Sabe que o mundo através de seus sistemas gastos impede por exemplo o pássaro de telegrafar à pedra; impede as estrelas de jogarem aos dados; a formiga de pedir a palavra; um cachorro de puxar aquela moça por um cordel.

 

♦ Encontrei Miró em Paris, Barcelona, Palma de Maiorca, Roma. Vi-o, artesão refinado, atento à transposição da forma, ao limite do objeto. Traduz a cenografia do mar, decifra o enigma da bola, do peixe, do triângulo. Põe o cosmo no bolso. Calígrafo, criador de signos, invencível inventor.

 

♦ Miró extrai o maravilhoso da coisa imediata, visível; transforma em realidade a faixa onírica.

1973

 

 

Em: Transístor, Murilo Mendes, Rio de Janeiro, Nova Fronteira: 1980,pp. 224-25.





Crepúsculo, soneto de Agnelo de Souza

6 05 2015

 

 

Night-Taos-Pueblo-by-Pedro-Joseph-de-LemosNoite, Pueblo Taos, 1921

Pedro Joseph de Lemos (EUA, 1882-1954)

pastel e carvão sobre papel tecido cinza

 

 

Crespúsculo

 

 

Agnelo de Souza

 

 

Hora crepuscular! Tarde. Agonia.

Dobres de sinos, murmurar de prece!

Luz benfazeja que desaparece,

Deixando na alma funda nostalgia.

 

Serenamente vai morrendo o dia

E o véu da noite sobre a terra desce!

É o véu sombrio que ela mesma tece

Para o noivado da melancolia!

 

Hora de tédio e de recolhimento,

Hora criada para o meu tormento,

Hora feita de prantos e gemidos!…

 

Dentro de ti e pela noite densa,

Passam gemendo, nessa mágoa imensa,

Sonhos desfeitos, corações partidos.

 

 

Em: Panorama da poesia norte-rio-grandense, Rômulo C. Wanderley, Rio de Janeiro, Edições do Val: 1965, p. 155.





Nossas cidades — São José

4 05 2015

 

 

CIPRIANO, 19-11-2012-10-21-41-capa-foto-nova-2.-vista-panoramica-centro-histor.-sao-jose, SC, ostVista panorâmica do Centro Histórico de São José, SC, 2012

Cipriano (Brasil, 1936)

[José Cipriano da Silva]

óleo sobre tela

www.ciprianoartistaplastico.com





O gato na arte brasileira

3 05 2015

 

 

v. rego meonteiro, o gato e a tartarugaGato e tartaruga, 1925

Vicente do Rego Monteiro (Brasil, 1899-1970)

óleo sobre tela

 

Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925)O gato, 2003, ost, 38 x 46O gato, 2003

Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925)

óleo sobre tela, 38 x 46 cm

 

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Gatos, s/d

Inha Bastos ( Brasil, 1949)

 

ALDEMIR MARTINS - Gato - Nanquim Aquerelado CID - 1961 - 33 x 23 cmGato, 1961

Aldemir Martins (Brasil, 1922-2006)

Nanquim aquarelado, 33 x 23 cm

 

Clóvis Graciano, Gato, 1962, ost, 64 x 100O gato, 1962

Clóvis Graciano (Brasil, 1907-1988)

óleo sobre tela,  64 x 100 cm

 

GUSTAVO ROSA ,Gato Verde - 1989 - O.S.T. - 53x64cmGato verde, 1989

Gustavo Rosa (Brasil, 1946-2003)

óleo sobre tela, 53 x 64 cm

 

John Graz (1891-1980) - Gato azul - Gravura 37-200 - 16 x 22 cmGato azul, s/d

John Graz (Suíça/Brasil, 1891-1980)

gravura sobre papel, nº 37, tiragem 200, 16 x 22 cm

 

LILIAN ZAMPOL-Gato com bola-60x60-tecmistastGato com bola

Lilian Zampol (Brasil, 1963)

técnica mista, 60 x 60 cm

www.lilianzampol.com.br

 

Carlos Anesi (1945),O som do gato,Óleo tela - 63 x 53 cmO som do gato

Carlos Anesi (Argentina/Brasil, 1945-2010)

óleo sobre tela, 63 x 53 cm

 

Di-cavalcanti, sem título,1966, ost,  60x81cmSem título, 1966

Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela, 60 x 81 cm

 

Isabel de Jesus - Gato - Nanquim e guache - 20 x 16 cmGato, s.d.

Isabel de Jesus (Brasil, 1938)

nanquim e guache sobre papel, 20 x 16 cm

 

NIVOULIÉS DE PIERREFORT, Marie,Gato na Cadeira,ost,(década de 1940),44 x 33,1 cmGato na cadeira, década de 1940

Marie Nivouliès de Pierrefort (França/Brasil, 1879-1968)

óleo sobre tela, 44 x 33 cm

 

Acrílica sobre Tela do artista Inos Corradin, Medidas 60 x 60 cm.Gato

Inos Corradin (Itália/Brasil, 1929)

Acrílica sobre tela, 60 x 60 cm

 

Stella Bianco (1944)Gato,Óleo sobre tela,100 x 80 cmGato

Stella Bianco (Brasil, 1944)

óleo sobre tela, 100 x 80 cm

 

Marcio Camargo, o gato, 2001, 20 x 30cm, ostO gato, 2001

Márcio Camargo (Brasil,1975)

óleo sobre tela, 20 x 30 cm

www.marciocamargo.com.br

 

Lucia M Russo Gato,óleo sobre tela - 70 x 70 cm 2013Gato, 2013

Lúcia M. Russo (Brasil, contemporânea)

óleo sobre tela, 70 x 70 cm

luciamrusso.blogspot.com

 

INIMÁ de Paula,Gato,óleo s chapa de madeira industrializada, ass. inf. dir., 38 x 60 cmGato

Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999)

óleo sobre madeira, 38 x 60 cm

 

goeldi gato e cabeça de peixeGato e cabeça de peixe

Oswaldo Goeldi (Brasil, 1895-1961)

xilogravura policromada, prova de artista, 23 x 30 cm





Flores para um sábado perfeito!

2 05 2015

 

 

Ettore Federighi - Vaso de flores - Oleo sobre tela - assinado no canto inferior direito e datado de 1967- Medindo 52 x 64 cm.Vaso de flores, 1967

Ettore Federighi (Brasil, 1909-1978)

Óleo sobre tela, 52 x 64 cm





As doces rosas-dos-ventos, poesia de Stella Leonardos

1 05 2015

 

 

vendedor-de-cataventos, sérgio bastosVendedor de cataventos, Sérgio Bastos.

 

 

As doces rosas-dos-ventos

 

Stella Leonardos

 

 

— Onde estás, vendedor de pirulitos,

Fazedor das ventoinhas de papel?

Daqueles cataventos tão bonitos?

Daquelas gostosuras cor de mel?

Tu que adoças as ruas com teus gritos

E que marcas os ventos nas calçadas:

Me dá de novo os sonhos infinitos

Das tuas rosas que são quase aladas!

— Queres minhas ventoinhas? Há-de tê-las.

Criança grande! Por que te agradam tanto?

— Não são ventoinhas: são almas de estrelas

De um céu ingênuo que foi céu de encanto.

 

 

Em: Pedaço de Madrugada, Stella Leonardos, Rio de Janeiro, Livraria São José:1956, p.79