Sublinhando…

27 11 2015

 

Armand Rassenfosse (Bélgica, 1862-1934)Leitura, c. 1925, ospapelãoLeitura, década 1920

Armand Rassenfosse (Bélgica, 1862-1934)

óleo sobre papelão

 

 

“Vim do nada… sou nada… e para o nada
Um dia volverei quando morrer…
Fui névoa da manhã… fui madrugada,
Meio-dia já fui… entardecer…”

 

Ivete Cunha Ribeiro dos Santos (Brasil, 1887-?) en Certeza, Meus Versos, 1927.

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

25 11 2015

 

 

COLETTE PUJOL -  Natureza morta - Óleo sobre tela, Assinado canto inferior direito, Medindo, 50 cm x 70 cmNatureza morta

Colette Pujol (Brasil, 1913-1999)

óleo sobre tela, 50 x 70 cm





Eu, pintora: Djanira da Motta e Silva

25 11 2015

 

Auto retrato no Atelier, Djanira (Nova York, 1945)Auto-retrato, 1945

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)





Nossas cidades: Jundiaí

23 11 2015

 

Diógenes Duarte Paes (Brasil, 1896-1964)Ponte Torta, ost,  de Pinacoteca Diógenes Duarte Paes, JundiaíPonte Torta

Diógenes Duarte Paes (Brasil, 1896-1964)

óleo sobre tela

Pinacoteca Diógenes Duarte Paes, Jundiaí





Escolhas, texto de Marcio Tavares D’Amaral

23 11 2015

 

 

café, uma xícara dePato Donald, vai ao café da cidade, ilustração de Walt Disney.

 

“Não faço questão”

Essa expressão, tão comum, não parece conter toda uma atitude diante do mundo.

“Quer um café?”

“Não faço questão. Como você quiser.”

Ora, não é difícil saber se queremos tomar o café que alguém nos oferece. A incapacidade de decidir sobre coisa tão simples pode indicar algo maior do que uma hesitação. Pode ser indiferença. Anemia afetiva. Medo de se comprometer. Essa bem pode estar sendo nossa atitude, hoje, diante do mundo. Passiva. Que deixa correr. E isso é perigoso. O mundo pede emoção e inteligência. Espera que façamos questão dele. Eis a questão.”

 

Em: “Não faço questão”, Márcio Tavares D’Amaral, O Globo, 24/10/2015, 2º caderno, página 2.





Trova humorística do recruta

22 11 2015

 

soldado, 1926, ruth egerIlustração Ruth Eger, 1926.

 

 

Ao recruta João Leal

indaga o cirurgião:

– Onde é que te sentes mal?

Diz ele: – No batalhão!

 

(Severino Uchôa)





Domingo, um passeio no campo!

22 11 2015

 

JOSÉ ANTONIO VAN ACKER - (Brasil, 1931 - 2000)Atibaia- óleo sobre eucatex - 54 x 73 cmAtibaia

José Antônio van Acker (Brasil, 1931-2000)

óleo sobre tela, 54 x 73 cm





Fotos da semana

22 11 2015

 

TRABALHANDO VLTA cidade se prepara para as Olimpíadas, trabalhando no VLT, Av. Rio Branco, Centro, RJ.

 

RUA SENHOR DOS PASSOSComércio leve, Rua Senhor dos Passos, SAARA, Rio de Janeiro.

 

RUA HUMAITÁVolta para casa, Rua Humaitá, Humaitá, Rio de Janeiro.

 

YUCCA, PRAÇA, GÁVEAIuca elefante florida, Praça do Jóquei, Rio de Janeiro.

 

MUSEU DO AMANHÃAinda em construção, Museu do Amanhã, projeto do arquiteto espanhol Calatravas, ao fundo a ponte para a cidade de Niterói, sobre a Baía de Guanabara, Praça Mauá, Centro, Rio de Janeiro.

 

ENTRADA EDIFÍCIOVerde que te quero verde, entrada de edifício na Rua Jardim Botânico, Jardim Botânico, Rio de Janeiro.

 

FERIADO NA LAGOACisne azul, diversão de feriado na Lagoa Rodrigo de Freitas, Rio de Janeiro.

 

PREDIO NA SENHOR DOS PASSOSFachada de prédio do início do século XX, na Rua Senhor dos Passos, SAARA, Rio de Janeiro.

 

SOL,VOLUNTÁRIOSSol inclemente, Rua Voluntários da Pátria, Botafogo, Rio de Janeiro.

 

HELIPORTOPousando, Heliponto da Lagoa, Rio de Janeiro.

 

ORQUIDEA DO ARABEOrquídea no Quiosque do Árabe, Lagoa, Rio de Janeiro.




Flores para um sábado perfeito!

21 11 2015

 

 

Antônio Hélio Cabral (1948)Sem títuloÓleo sobre tela35,5 x 25,5 cmFlores na janela

Antônio Hélio Cabral (Brasil, 1948)

óleo sobre tela, 35 x 25 cm





Raphael Montes sobre diversão e qualidade na literatura

20 11 2015

 

 

Robert daley(EUA)-Diane, 75 x 100, col partDiane

Robert Daley (EUA,contemporâneo)

óleo sobre tela, 75 x 100 cm

www.robertdaley.com

 

 

“Na história da literatura brasileira, em algum momento, criou-se a noção de que diversão e qualidade são elementos obrigatoriamente dissociados: o que diverte não tem qualidade, o que tem qualidade não diverte. Nessa lógica deturpada, onde se situam autores como Machado de Assis, Pedro Nava e Jorge Amado? Teríamos que assumir que “Memórias póstumas de Brás Cubas”, por exemplo, é um livro de qualidade literária que não diverte ou que é um livro divertido, mas sem qualquer profundidade artística. Ambas as ideias são absurdas. Machado unia os dois lados e, assim, fazia boa literatura…”

 

Em: “A Antinarrativa”, Raphael Montes, O Globo, 18/11/2015, 2º caderno, página 6.