Rio de Janeiro, cidade olímpica!

9 09 2016

 

 

osir-paulo-rossi-bonde-de-st-teresa-tela-1946-palacio-bandeirantesBonde de Santa Teresa, 1946

Paulo Rossi Osir (Brasil, 1890-1959)

óleo sobre  tela

Palácio Bandeirantes, São Paulo





Domingo, um passeio no campo!

4 09 2016

 

 

Valle Jr, Paulo (1889-1958)Paisagem.Óleo sobre cartão33 x 40 cmPaisagem

Paulo do Valle Júnior (Brasil, 1889-1958)

óleo sobre cartão, 33 x 40 cm

Salvar





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

30 08 2016

 

 

cozinha, farra na, 1933, cartão postal, BorissCartão postal de Margret Boriss, 1933

 

 

“A colher é que sabe a quentura da panela.”





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

24 08 2016

 

 

Carlos Passos,Maçãs,90 x 130 cm – OST,Ass. CIE e Dat. 2002Maçãs, 2002

Carlos Passos (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela, 90 x 130 cm





Trova da lição aos professores

23 08 2016

 

 

professora, provaChico Bento tirou 7, ©Maurício de Sousa.

 

 

“Amor no plural amores…”

Dizem aí… Não há tal!

Enganam-se os professores,

porque amor não tem plural.

 

 

(Antonio Sales)

Salvar





A decisão de ser escritor, por Raphael Montes

23 08 2016

 

 

Juan Lascano (Argentina 1947)O livro e o estudo

Juan Lascano (Argentina, 1947)

óleo sobre tela

 

 

 

“…em uma noite chuvosa, naquela mesma colônia de férias em Pentagna, eu estava com minha tia-avó Iacy quando ela me entregou um exemplar de “Um estudo em vermelho”. Eu nunca havia lido um livro que não fosse daqueles obrigatórios na escola. Fiz cara feia, não queria ficar lendo, mas minha tia-avó insistiu e, afinal, por que não? Estava chovendo!

Quando percebi, tinha mergulhado de cabeça naquele universo, investigando crimes com Sherlock Holmes, tenso pelo que viria nas páginas seguintes e ansioso para chegar ao final. Naquela madrugada mesmo, terminei o livro. Eu estava em êxtase, como só ficamos quando nos deparamos com uma revelação, com todo um mundo novo e cheio de possibilidades. Ainda naquelas férias, li “A volta de Sherlock Holmes” e dois infanto-juvenis de Sidney Sheldon: “O fantasma da meia-noite” e “A perseguição”. Ainda naquelas férias, resolvi que seria escritor.

Fiz meus primeiros contos e, logo depois, um romance policial nunca publicado. Depois, vieram os outros livros. Naquela madrugada chuvosa, descobri que ilusão, surpresa, fantasia e encenação podem conviver em um mesmo lugar: nos livros. Mágica e atuação permeiam na mente do escritor. Sem falar no ócio, fundamental para alimentar as boas ideias. Por isso, escrevo livros, roteiros e, semanalmente, esta coluna. De certo modo, continuo a ser aquele moleque na dúvida do que vai ser quando chegar lá, quando crescer.”

 

 

Em: “O que você vai ser quando crescer”, Raphael Montes, O Globo, 1/08/2016, 2º caderno, página 6.

 

 

Salvar

Salvar





Rio de Janeiro, cidade olímpica!

19 08 2016

 

 

BRITO, ORLANDO (1920-1981)Canal da Barra ao Fundo Pedra da Gávea, óleo s tela, 42 x 34.Canal da Barra, ao fundo a Pedra da Gávea

Orlando Brito (Brasil, 1920-1981)

óleo sobre tela, 42 x 34 cm





Trova para o cansaço da vida

16 08 2016

 

 

pensando na vidaPiteco pensando na vida © Maurício de Sousa

 

 

Da vida ao brando balanço

diz o malandro, folgado:

— Se a morte é mesmo descanso,

prefiro viver cansado.

 

 

(Maia D’Athayde)

Salvar





Nossas cidades: Cabo Frio

8 08 2016

 

 

VAN DIJK, Wim (1915 - 1990) - Rua de Cabo Frio, com igreja de São Benedito, o.s.t. - 28 X 46 - Assinado cid e verso, datado 1980Rua de Cabo Frio com igreja de São Benedito, 1980

Wim van Dijk (Holanda/Brasil, 1915- 1990)

óleo sobre tela, 28 x 46 cm





Soneto à Bomba Atômica, de Lêdo Ivo

8 08 2016

 

 

atomic-garden-ii-carissa-rose-stevensJardim Atômico II, 2010

Carissa Rose Stevens (EUA,contemporânea)

aquarela e marcador permanente sharpie

 

 

Soneto à Bomba Atômica

Lêdo Ivo

 

 

O mundo em peso cai-me sobre os ombros

e em seguida se evola, sol de urânio.

Arquipélago branco, sai da terra

a rosa nuclear da anunciação.

 

Fossem meus braços límpidas colunas

e eu deteria o mundo enfurecido

por esta luz atômica que sobe

ao convívio dos céus despedaçados.

 

Ó corola de átomos, leitosa

flor da quinta estação da terra em pânico

que se exibe à feição do Apocalipse,

 

sê para nós igual à rosa branca

da paz, sempre banhada pelo orvalho

monumental das lágrimas dos homens!

 

 

Em: Central poética, Lêdo Ivo,  Rio de Janeiro, Nova Aguillar: 1976, p. 98-9.

Salvar