Monica bate no ladrão, © Maurício de Sousa.
“Ladrão endinheirado, não morre enforcado.”
Monica bate no ladrão, © Maurício de Sousa.
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Pedro Alexandrino (Brasil, 1856 – 1942)
óleo sobre tela, 63 x 83 cm
PESP — São Paulo
Ilustração Tom Lowell.
Depois da falsa meiguice
e dos falsos beijos seus,
“Adeus”; de graça, ela disse,
e eu disse: – Graças a Deus!
(Hegel Pontes)
Alcy Vianna (Brasil, 1937)
óleo sobre tela, 40 x 55 cm
Colette Pujol (Brasil, 1913-1999)
óleo sobre tela, 50 x 60 cm
Ilustração na Revista Collier’s de 1951.
Embora dela me esquive,
a saudade, tão ladina,
tem manhas de detetive,
e me espreita … em cada esquina…
(Élbea Priscila de Sousa e Silva)
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Monica em momento de vaidade, ilustração Maurício de Sousa.
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Sophia Tassinari (Brasil,1927-2005)
aquarela, 34 x 25 cm
Ilustração de Maud Tousey Fangel.
Paulo Setúbal
Um bebê… Ai que ventura
Do nosso peito extravasa!
Há um mês que é a nossa loucura,
Que é a joia da nossa casa.
Mimo não há, sem enleio,
Que mais alinde as vivendas,
Do que um bercinho bem cheio
De laçarotes e rendas.
E nesse ninho de luxo,
— Com dois berloques e um guiso,
Ver um petiz, bem gorducho,
Que nos envia um sorriso.
Ah! Nada eu sei de mais preço,
Nem nada mais inocente,
Do que um sorriso travesso
Numa boquinha sem dente!
E ao ver-te, entre o fofo arranjo
Do teu bercinho tão doce,
Eu sinto bem que és um anjo
Que Deus ao mundo nos trouxe…
E assim, bebê cor de leite,
Com olhos da cor do mar,
Tu és o único enfeite
Do nosso lar!
Em: Alma cabocla, poesias de Paulo Setúbal, Paulo Setúbal, São Paulo, Ed. Carlos Pereira:s/d, 5ª edição [ Primeira edição foi em 1920]p. 179-180.
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Edgar Walter (Brasil, 1917-1994)
óleo sobre tela, 80 x 100 cm




