Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

18 06 2025

Natureza morta com cebolas

Benedito José de Andrade (Brasil, 1906-1979)

óleo sobre placa, 24 x 34 cm

 

 

 

Natureza morta com cebolas 

Domingos Gemelli (Brasil, 1903 – 1985)

óleo sobre tela, 20 x 24 cm





Nossas cidades: São João del Rei

17 06 2025

São João del Rei, 1947

Quirino Campofiorito (Brasil, 1902-1993)

óleo sobre eucatex, 22 x 27 cm





Flores para um sábado perfeito!

14 06 2025

Flores com fundo azul, 1950

Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)

óleo sobre tela, 74 x 60 cm

 

 

 

Vaso de flores, 1959

Enrico Bianco (Itália-Brasil, 1918-2013)

óleo sobre tela, 61 x 46 cm 





Santo casamenteiro: Santo Antônio

13 06 2025

Casamento

Cicero dos Santos Dias (Brasil, 1907 – 2003)

óleo sobre tela

 

 

Fotografia

Alfredo Volpi (Itália-Brasil, 1896-1988)

pintura sobre azulejo,15 x 15 cm

Os noivos, 1970

Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925-2019)

óleo sobre tela,100 x 81 cm

 

 

Casamento, 1981

Roberto Feitosa (Rio de Janeiro, 1943)

óleo sobre tela, 65 x 54 cm

 

 

Noivos

Newton Rezende (Brasil, 1912 – 1994)

óleo sobre eucatex. 30 x 40 cm

 

 

Pantanal, 1967

Marysia Portinari (Brasil, 1937)

óleo sobre tela, 100 x 50 cm





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

13 06 2025

Paisagem: Praia do Flamengo e Baía de Guanabara

Manoel Santiago (Brasil, 1897-1987)

óleo sobre madeira





13 de junho: Santo Antônio

13 06 2025

Santo Antônio, 1983

Sebastião Januário (Brasil, 1939)

óleo sobre tela – 60 alt x 50 cm

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

11 06 2025

Pecado original, 2001

Júlio Passos (Brasil, contemporâneo)

acrílica sobre tela, 70 x 120 cm

 

Morango, 1998

Renato Meziat (Brasil, 1952)

óleo sobre tela, 100×100 cm





Nossas cidades: Itanhaém

10 06 2025

Vista de Itanhaém, 1911

Emídio de Souza (Brasil, 1868-1949)

óleo sobre tela colado em eucatex, 29 x 49 cm





“Nada nos satisfaz”, Michel de Montaigne

7 06 2025
DETALHE  (veja tela inteira abaixo)

Emina, lembranças do Oriente

Louis-Emile Pinel de Grandchamp (França, 1831-1894)

óleo sobre tela 

 

 

Nada nos satisfaz

 

Michel de Montaigne

 

Se ocasionalmente nos ocupássemos em nos exa­minar, e o tempo que gastamos para controlar os outros e para saber das coisas que estão fora de nós o empregás­semos em nos sondar a nós mesmos, facilmente sentiríamos o quanto todo esse nosso composto é feito de peças frágeis e falhas. Acaso não é uma prova singular de imperfeição não conseguirmos assentar o nosso contentamento em coi­sa alguma, e que, mesmo por desejo e imaginação, esteja fora do nosso poder escolher o que nos é necessário? Dis­so dá bom testemunho a grande discussão que sempre houve entre os filósofos para descobrir qual é o soberano bem do homem, a qual ainda perdura e perdurará eterna­mente, sem solução e sem acordo: Enquanto nos escapa, o objecto do nosso desejo sempre nos parece preferível a qualquer outra coisa; vindo a desfrutá-lo, um outro desejo nasce em nós, e a nossa sede é sempre a mesma. (Lucrécio).
Não importa o que venhamos a conhecer e des­frutar, sentimos que não nos satisfaz, e perseguimos cobi­çosos as coisas por vir e desconhecidas, pois as presentes não nos saciam; em minha opinião, não que elas não te­nham o bastante com que nos saciar, mas é que nos apo­deramos delas com mão doentia e desregrada: Pois ele viu que os mortais têm à sua disposição praticamente tudo o que é necessário para a vida; viu homens cumulados de riqueza, honra e glória, orgulhosos da boa reputação de seus ftlhos; e entretanto não havia um único que, em seu foro íntimo, não se remoesse de angústia e cujo cora­ção não se oprimisse com queixas dolorosas; compreendeu então que o defeito estava no próprio recipiente, e que esse defeito corrompia tudo de bom que fosse colocado de fora em seu interior (Lucrécio).
O nosso apetite é indeciso e incerto: não sabe con­servar coisa alguma, nem desfrutar nada da maneira certa. O homem, julgando que isso seja um defeito dessas coi­sas, acumula e alimenta-se de outras coisas que ele não sabe e não conhece, em que aplica os seus desejos e espe­ranças, honrando-as e reverenciando-as; como diz César: Por um vício comum da natureza, acontece termos mais con­fiança e também mais temor em relação às coisas que não vimos e que es­tão ocultas e desconhecidas.

 

Michel de Montaigne, Ensaios

 





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

6 06 2025

Feira de São Cristovão, 1939 *

Sylvio Pinto (Brasil, 1918-1997)

óleo sobre madeira, 22 x 27 cm

   

   * esta é a obra mais antiga que tenho arquivada de Sylvio Pinto, que tinha meros 21 anos quando a pintou.