Engenho de Dentro
Rubens Bustamante Sá (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela, 60 x 73 cm
No caminho de São Tomé das Letras, MG
Funchal Garcia (Brasil, 1899-1979)
óleo tela, 74 x 100 cm
Engenho de Dentro
Rubens Bustamante Sá (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela, 60 x 73 cm
No caminho de São Tomé das Letras, MG
Funchal Garcia (Brasil, 1899-1979)
óleo tela, 74 x 100 cm
Brincadeira de roda
Paulina Kaz (Brasil, 1915-2001)
óleo sobre tela, 59 x 81 cm
Com crianças tagarelas,
em meu rancho alegre e lindo,
até portas e janelas
vivem cantando e sorrindo!
(Orlando Brito)
Lírios brancos. 1911
Frederick Carl Frieseke (EUA, 1874-1939)
óleo sobre tela, 65 x 82 cm
Bananas Verdes, 1973
Aldemir Martins (Brasil, 1922-2006)
acrílica sobre tela, 60 x 80 cm
Fantasias
Zélio Alves Pinto (Brasil, 1938)
óleo sobre tela, 50 x 50 cm
Cidade de Irahy, 1931
Francis Pelichek (República Checa-Brasil, 1896- 1937)
óleo sobre eucatex, 37 x 47 cm
Muita gente me pergunta a razão de eu não postar mais dos meus próprios poemas ou ler no Instagram, onde leio uma poesia por dia (@escritora.ladycewest). Sou uma escritora vagarosa nas poesias. Não que eu seja particularmente preciosista, ou não admita mudanças, mas não sou de chegar ao computador e colocar um poema por dia. Mesmo os pequeninos levam algum tempo. Talvez seja a inexperiência.
Mas há outro impasse: quando sou chamada para participar de uma antologia, quando me pedem uma contribuição; quando acho que um escrito merece entrar num concurso, todos os organizadores pedem que o trabalho seja inédito. Inédito infelizmente quer dizer que não tenha aparecido em qualquer mídia antes. E a maioria considera a publicação em blog, principalmente um blog como este que tem visibilidade, muitos visitantes. Logo, logo, uma pesquisa na internet e poema, conto, crônica com o meu nome aparece,(também meu nome é fácil de achar), então é considerada obra já publicada, eliminando a possibilidade de colocá-la em outros canais. Este ano já participei de 2 antologias e ano passado de outras duas com contos e poesias.
Mas devo lançar meu próximo livro de poemas em 2026. Então, aos poucos irei colocando um ou outro poema por aqui. Aí a explicação. Boa noite.
Casal comendo próximo à janela,1655
Frans van Mieris, o Velho (Holanda, 1635-1681)
óleo sobre madeira, 36 x 31 cm
UFFIZI, Florença
Ladyce West
Contrariando a física
o tempo parou,
sugado por falha geológica
no descontínuo rolar das horas.
Lacuna espelhada na rua deserta
no som suspenso dos carros parados
no intervalo forçado de planos, projetos
breque em desejos, ambições e caprichos.
O inimigo invisível por todo lado.
Sombra ou sol, chuva ou névoa,
no ar respirado na cidade, ele impera.
Parou o mundo. Em casa
à janela, abraçados, teimamos
na extravagância do viver.
(Junho, 2020)
Paisagem, 1916
Arthur Timótheo da Costa
óleo sobre madeira, 34 x 50 cm
Paisagem
Francisco Brilhante (Brasil, 1901 – 1987)
óleo sobre tela, 26 x 34 cm