Quadrado da Urca com vista para o Pão de Açúcar, 1938
Yoshiya Takaoka (Japão-Brasil, 1909-1978)
aquarela sobre papel, 45 x 56 cm
Quadrado da Urca com vista para o Pão de Açúcar, 1938
Yoshiya Takaoka (Japão-Brasil, 1909-1978)
aquarela sobre papel, 45 x 56 cm
Professores são abelhas
distribuindo, em seu afã,
os polens que são centelhas
das flores de um amanhã!
(João Paulo Ouverney)
Natureza morta
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)
óleo sobre cartão, 64 x 41cm
Composição
Aldo Bonadei (Brasil, 1906-1974)
óleo sobre tela, 65 x 81 cm
Ciranda
Aracy de Andrade (Brasil, contemporânea)
acrílica sobre tela, 30 x 60 cm
Jogando Peteca, 1978
Orlando Teruz (Brasil, 1902-1984) 1978
óleo sobre tela, 66 x 81 cm
Menina Pulando Corda,1950
Milton Dacosta (Brasil, 1915-1988)
guache sobre papel, 24 x 19 cm
Menino com Arco, 1970
José Maria de Souza (Brasil,1935 – 1985)
óleo s tela, 100 x 81 cm
Brinquedo, 2010
Cláudio Dantas (Brasil, 1959)
óleo sobre tela, 30 x 30 cm
Menina no balanço
Angelo Simeone (Itália-Brasil, 1899-1963)
óleo sobre tela, 65 x 50 cm
Menino com pião, 1947
Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)
óleo sobre tela, 65 x 54 cm
Coleção Castro Maia
Criança brincando, 1999
Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925-2019)
óleo sobre tela, 70 x 50 cm
Meninos brincando, pulando carniça, 1958
Clóvis Graciano (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela, 81 X 65 cm
Mãe com menina em velocípede
João Quaglia (Brasil, 1928-2014)
óleo sobre tela, 50 x 40 cm
Orquídeas com borboleta
Karl Ernst Papf (Alemanha-Brasil, 1833-1910)
óleo sobre tela, 48 x 57 cm
Leveza
João Bernardi (Brasil, 1953)
aquarela sobre papel
Trecho na Quinta da Boa Vista, 1941
Armando Pacheco (Brasil,1913 – 1965)
óleo sobre tela , 34 x 25 cm
Natureza morta
Adolfo Fonzari (Itália-Brasil, 1880-1950)
óleo sobre tela, 85 x 78 cm
Mangas e marmelos
Florêncio [José Carlos dos Santos] (Brasil, 1947)
óleo sobre tela, 60 x 46 cm
Quando criança eu queria
crescer dez anos num mês
e, agora, o que não daria
pra ser criança outra vez!…
(Elton Carvalho)
Casario
Antonio Ferrigno (Itália-Brasil, 1863 – 1940)
óleo sobre madeira. 35 x 27 cm
Adélia Prado
Ao entardecer no mato, a casa entre
bananeiras, pés de manjericão e cravo-santo,
aparece dourada. Dentro dela, agachados,
na porta da rua, sentados no fogão, ou aí mesmo,
rápidos como se fossem ao Êxodo, comem
feijão com arroz, taioba, ora-pro-nobis,
muitas vezes abóbora.
Depois, café na canequinha e pito.
O que um homem precisa pra falar,
entre enxada e sono: Louvado seja Deus!