Paisagem rural, 2015
Clóvis Péscio (Brasil, 1951)
óleo sobre tela, 30 x 40 cm
Jornada matutina
Mauro Ferreira (Brasil, 1958-2021)
óleo sobre tela, 70 X 50 cm
Paisagem rural, 2015
Clóvis Péscio (Brasil, 1951)
óleo sobre tela, 30 x 40 cm
Jornada matutina
Mauro Ferreira (Brasil, 1958-2021)
óleo sobre tela, 70 X 50 cm
Toda criança constrói
um mundo feliz, sem medo.
Foste, pai, o meu herói
do meu mundo de brinquedo.
(Nilci Guimarães)
Copos de Leite, 1951
Mário Zanini (Brasil, 1907-1971)
óleo sobre tela, 60 x 44 cm
Copos de leite
Chen Kong Fang (China-Brasil, 1931-2012)
óleo sobre tela, 78 X 100 cm
Amigo está sempre a fim
de amparar, se a gente cai;
eu tive um amigo assim:
– esse amigo era meu pai!
(Albertina Moreira Pedro)
Rio de Janeiro, Teatro Municipal
Nicola Fabricatore (Itália, 1889-1960)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
Paisagem Primaveril em São Conrado, RJ
Pedro Bruno (Brasil,1888-1949)
óleo sobre madeira, 32 X 41cm
João Guimarães Rosa
Por entre as ameias da cordilheira
dormida,
a lua se esgueira,
como um lótus branco
na serra de dorso de um crocodilo,
brincando de esconder.
Dá para o alto um arranco,
repentino,
de balão sem lastro.
E sobe, mais clara que as outras luas,
quase um sol frio,
redonda, esvaindo-se, derramando,
esfarelando luz pelos rasgões,
do bojo farpeado nas pontas da montanha.
Em: Magma, primeiro livro de João Guimarães Rosa, 1936, premiado em concurso pela Academia Brasileira de Letras, mas só publicado seis décadas mais tarde: em 1996, pela Nova Fronteira.
Natureza morta
Pietrina Checcacci (Itália-Brasil, 1941)
óleo sobre eucatex, 46 x 36 cm
Natureza morta
Celso Coppio (Brasil, 1932)
óleo sobre tela, 60 x 40 cm
Recebe o afeto que se encerra, Ordem e Progresso
J. Carlos (Brasil, 1884-1950)
aquarela e nanquim sobre papel, 40 x 33 cm
Eça de Queirós
Eça de Queirós
Ambas as definições do ‘brasileiro’ vêm da publicação, Uma campanha alegre, um apanhado de crônicas publicadas em dois tomos nos anos de 1890-1891.
Museu de Arte Sacra,1976
Jordão de Oliveira (Brasil, 1900 – 1984)
óleo sobre tela, 47 x 53 cm
Discreta, naturalmente,
minha ternura se trai,
ante um tiquinho de gente
que me chama de “Papai”!
(Cesídio Ambrogi)













