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Emily Lisker (EUA, contemporânea)
óleo sobre tela, 27 x 35cm
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“Use o velho casaco e compre um novo livro”.
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Austin Phelps
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Emily Lisker (EUA, contemporânea)
óleo sobre tela, 27 x 35cm
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Austin Phelps
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Hermann Kaulbach (Alemanha, 1846-1909)
óleo sobre tela
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Hermann Kaulbach nasceu em Munique, na Alemanha em 1846. Começou sua vida profissional pensando em medicina. Chegou a começar os estudos nessa área, quando desistiu a meio caminho para se dedicar à pintura, profissão que seu pai também exercia. Dedicou-se inicialmente à pintura histórica mas tornou-se mais conhecido pelos seu retratos e em particular seus retratos de crianças. Morreu em Munique em 1909.
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Leitura noturna, s/d
Pavel Chudnovsky (Rússia, 1959)
óleo sobre tela
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Pavel Chudnovsky nasceu na Rússia, em 1959. Hoje reside em Mountain View na Califórnia.
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Arika, 2009
Brandon Pike (EUA, contemporâneo)
http://brandonpikeart.blogspot.com
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Paul Sweeney
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O atirador de arco, 1925
Vicente do Rego Monteiro ( Brasil,1899-1970)
óleo sobre tela, 108 x 137 cm
Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, Recife
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Robert Preis
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O índio, elemento
tão sensível e frágil
das matas tropicais!
Como poderia resistir
à legião de
conquistadores,
donatários,
donos de engenhos,
bandeirantes,
capitães de mato,
desembargadores,
grileiros,
coronéis,
generais,
parlamentares,
escritores românticos,
entre outros,
quando cada um destes grupos
já é de morte?
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4/9/97
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Em: Transpondo fronteiras, Robert Preis, Niterói, Ed. Muiraquitã:1999
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Robert Preis nasceu na Alemanha em 1934. Bacharel e licenciado em história, pós-graduado em língua alemã e doutor em linguística, todos cursos na Universidade de São Paulo.
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Menino lendo, 1954
Alice Brueggemann (Brasil, 1917-2001)
óleo sobre tela, 65 x 54cm
Museu da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Porto Alegre
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Alice Brueggemann nasceu em Porto Alegre, em 1917. Formou-se no Instituto de Artes da UFRGS e desde os anos 50 foi uma presença constante em salões e mostras da capital gaúcha, iniciando sua carreira em uma época em que a atividade artística feminina era desacreditada, sendo uma das primeiras mulheres a se intitular “artista plástica profissional“. Manteve por várias décadas um atelier em conjunto com Alice Soares, e durante muito tempo foi desenhista do SESI. Realizou inúmeras individuais no estado e no Brasil, participando também do Panorama da Arte Atual Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Faleceu em 2001. [Wikipédia]
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Josefina lendo, 1953
Antonio López Garcia (Espanha, 1936)
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Douglas Jerrold
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Helena De Groot (Holanda, contemporânea)
óleo sobre madeira, 65 x 45 cm
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Cervantes
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Theodor Pallady ( Romênia, 1871-1956)
óleo sobre tela
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Provérbio chinês
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José Lutzenberger (Alemanha 1882- Brasil 1951)
aquarela sobre papel, 21 x 29 cm
Museu Ado Malogoli, Porto Alegre.
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José de Alencar
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“Ao por do sol perde o pampa os toques ardentes da luz meridional. As grandes sombras que não interceptam montes nem selvas, desdobram-se lentamente pelo campo fora. É então que se assenta perfeitamente na imensa planície o nome castelhano. A savana figura realmente um vasto lençol desfraldado por sobre a terra, velando a virgem natureza americana.
Essa fisionomia crepuscular do deserto é suave nos primeiros momentos; mas logo ressumbra tão funda tristeza que estringe a alma. Parece que o vasto e imenso orbe cerra-se e vai minguando a ponto de espremer o coração.
Cada região da terra tem uma alma sua, raio criador que lhe imprime o cunho de originalidade. A natureza infiltra em todos os seres que ela gera e nutre aquela seiva própria; e forma uma família na grande sociedade universal.
Quantos seres habitam as estepes americanas, seja homem, animal ou planta, inspira nelas uma alma pampa. Tem grandes virtudes essa alma. A coragem, a sobriedade, a rapidez são indígenas da savana.
No seio dessa profunda solidão, onde não há guarida para defesa, nem sombra para abrigo, é preciso afrontar o deserto com intrepidez, e sofrer as privações com paciência e suprimir as distâncias pela velocidade.
Até a árvore solitária que se ergue no meio dos pampas é tipo dessas virtudes. Seu aspecto tem o quer seja de arrojado e destemido; naquele tronco derreado, naqueles galhos convulsos, na folhagem desgrenhada, há uma atitude atlética. Logo se conhece que a árvore já lutou com o pampeiro e o venceu. Uma terra seca e poucos orvalhos bastam à sua nutrição. A árvore é sóbria e feita às inclemências do sol abrasador. Veio de longe a semente; trouxe-a o tufão nas asas e atirou-a ali, onde medrou. É uma planta imigrante.
Como a árvore são a ema, o touro, o corcel, todos os filhos bravios da savana. Nenhum ente, porém, inspira mais energicamente a alma pampa do que o homem, o gaúcho. De cada ser que povoa o deserto toma ele o melhor; tem a velocidade de ema ou da corça, os brios do corcel e a veemência do touro. O coração fê-lo a natureza franco e descortinado como a vasta cochilha; a paixão que o agita lembra os ímpetos do furacão, o mesmo bramido, a mesma pujança. A esse turbilhão de sentimentos era indispensável uma amplitude de coração imensa como a savana.”