Em casa: Sara Lee Hughes

13 04 2025

À espera

Sara Lee Hughes, (EUA, 1968)

óleo sobre tela, 132 x 102 cm





Flores para um sábado perfeito!

12 04 2025

Vaso com flores, 1939

Noemia Mourão  (Brasil,1912 -1992)

óleo sobre tela

 

 

 

Vaso de flores

José Wasth Rodrigues (Brasil, 1891-1957)

óleo sobre duratex, 26 x 20 cm





O castelo de cartas… trecho de José de Alencar

11 04 2025

O castelo de cartas, 1869

Théodore Gérard (Bélgica, 1829-1895)

óleo sobre  tela,  59 x 74 cm

 

 

 

“Junto à mesa, onde ardia o candelabro, Lúcio estava muito aplicado em levantar castelos de cartas para entreter Adélia.

Feliz idade em que a imaginação entre risos de prazer edifica palácios com essas figuras coloridas! Mais tarde, em vez de castelos de carta, são os castelos de vento, edificados com as ilusões e as esperanças de nossa alma. Vem um sopro de criança e arrasa o suntuoso palácio. O menino reúne as cartas e levanta novo castelo. O homem debalde tenta coligir as ilusões que tombaram: não encontra nem o pó; desfizeram-se em fumo.”

 

José de Alencar, O tronco do Ipê

 

 

 

Publicado pela primeira vez em 1871, foi o segundo romance regionalista de Alencar.  Foi também o primeiro romance “de gente grande”, como minha mãe anunciou, quando me deu para ler nas férias de julho depois de eu completar dez anos no mês anterior.  Nem sei quantas vezes o reli.  Muitas.  Já soube algumas partes de cor.  Ainda sei nomear todos os personagens. Aliás foi o início de um bom relacionamento meu com o autor.  A história se passa numa fazenda em Teresópolis, cidade com que eu estava familiarizada por passar férias lá. Há menções do rio Paquequer, assim como também acontece em O Guarani. Depois de O tronco do ipê, ainda jovem adolescente, cheia de histórias românticas na cabeça, li todos os outros “perfis de mulher’ dele, ou os chamados romances urbanos: Cinco minutos, A viuvinha, Lucíola (de que não gostei muito), A pata da gazela, Til.  Mais tarde, não sei exatamente quando, provavelmente quando tinha quatorze anos, li Senhora, que se tornou um de meus livros favoritos de toda a minha juventude.  Qual não foi minha boa surpresa saber, muitos anos depois, que Senhora havia sido traduzido para o inglês e fazia parte de muitos currículos de literatura sobre empoderamento feminino, em universidades nos Estados Unidos. Li também, algumas vezes, Iracema, de que gosto mais do que O Guarani, mas não cheguei a ler, Minas de Prata, nem O Gaúcho.  Tínhamos a coleção toda lá em casa, mas esses, nunca chegaram a me interessar.  Talvez seja a hora de voltar a Alencar, quem sabe? 

Parti direto dos romances urbanos de Alencar para A mão e a luva e Helena de Machado de Assis.  Essa foi a minha apresentação, pelas mãos de minha mãe a Machado.  Funcionou porque apesar de ler Don Casmurro, depois aos quinze-dezesseis anos, ele não me interessou tanto quanto Memórias Póstumas de Brás Cubaslido em seguida, que foi por um bom tempo meu livro de cabeceira.

 

 

DETALHE de O castelo de cartas de Théodore Gérard, mostrado acima.





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

11 04 2025

São Conrado

Jorge Victtor (Brasil, 1957)

acrílica sobre tela,  90 x 180 cm





Imagem de leitura: Gustave Lino

10 04 2025

Interior com jovem lendo, 1933

Gustave Lino (França-Argélia, 1893-1961)

óleo sobre tela, 200 x 181 cm





Eu, pintor: Manoel Santiago

10 04 2025

Autorretrato, 1938

Manoel Santiago (Brasil, 1897-1987)

óleo sobre tela, 73 x 60 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

9 04 2025

Natureza morta, 1966

Aldo Bonadei (Brasil, 1906 – 1974)

óleo sobre tela, 65 X 55 cm

 

 

Natureza morta

Martinho de Haro (Brasil, 1907-1985)

óleo sobre papelão, 74 x 54 cm





Nossas cidades: São Paulo

8 04 2025

Avenida Paulista, 2015

Luan Ribeirovisk (Brasil, 1995)

acrílica sobre tela, 60 x 70 cm





Um livro clássico: Mark Twain

7 04 2025

Menina lendo livro, 2015

Michael Pracht (EUA, contemporâneo)

óleo sobre tela, 61 x 91 cm

“Um clássico é um livro que todos gostariam de ter lido e que ninguém quer ler.”

Mark Twain





Em casa: Charles Joshua Chaplin

6 04 2025

Soprando bolhas de sabão

Charles Joshua Chaplin (França, 1825 -1891)

óleo sobre tela, 41 x 26 cm