Escritor, a profissão mais desejada na Grã-Bretanha

17 04 2017

 

 

Armand Guillaumin (French Impressionist painter, 1841-1927) Madame Guilaumin, 1892Madame Guillaumin escrevendo, 1892

Armand Guillaumin (França, 1841-1927)

Pastel

 

 

O jornal The Telegraph publicou em 2015 uma lista de 14 razões para você não se tornar um escritor. Essa publicação foi consequência de uma pesquisa, feita na Grã-Bretanha, entrevistando 15.000 pessoas, que revelou a profissão mais desejada pelos britânicos: escritor.  Ao todo 60% dos entrevistados gostariam de ganhar a vida escrevendo, como descobriu  YouGov. Surpreso com esse resultado, Chas Newkey-Burden, que vive de escrever há anos, fez uma lista das razões para uma pessoa não se dedicar a essa profissão.

Aqui estão algumas das razões:

  •  O dinheiro não é o que você imagina.
  • Todo mundo hoje escreve
  • Você é uma companhia de um membro, tudo está nos seus ombros
  • Todo mundo conta sua história pensando que “dá um romance”

 

Para explicações e o resto dos motivos sugiro que passem nos links no texto.  Boa sorte!

Para

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Imagem de leitura — Paul Beckert

16 04 2017

Beckert, Paul 1856 Lichtenstein-Sachsen - 1922 Olsberg Das Märchenbuch. Signiert. Datiert 1911. Pastell. Ø 70 cm

O livro de contos de fadas, 1911

Paul Beckert (Alemanha, 1856 – 1922)

Pastel, 70 cm de diâmetro

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Os maravilhosos companheiros de Alfred Richardson Barber

16 04 2017

 

 

Alfred Richardson Barber (British, fl.1873-1893) A Rabbit Family withFamília de coelhos com cenouras e repolhos, 1886

Alfred Richardson Barber (GB, 1841-1924)

óleo sobre tela

 

Alfred Richardson Barber (British, fl.1873-1893) RabbitsUma família de coelhos, 1881

Alfred Richardson Barber (GB, 1841-1924)

óleo sobre tela, 45 x 63 cm

 

Barber-Alfred-R-Escaped-dois coelhos e um porquinho da indiaDois coelhos e um porquinho da Índia, 1880

Alfred Richardson Barber (GB, 1841-1924)

óleo sobre tela

 

Barber, uma famíliaUma família entre repolhos

Alfred Richardson Barber (GB, 1841-1924)

óleo sobre tela,  45 x 60 cm

 

barber, repastoHora do repasto

Alfred Richardson Barber (GB, 1841-1924)

óleo sobre tela,  45 x 61 cm

 

Barber, coelhos comendoCoelhos comendo, c. 1890

Alfred Richardson Barber (GB, 1841-1924)

óleo sobre tela,  25 x 17 cm

 

Barber, uma família felizUma família feliz

Alfred Richardson Barber (GB, 1841-1924)

óleo sobre tela,  45 x 65 cm

 

barberm alfred r. coelhos comendo alfaceCoelhos comendo alface

Atribuído a Alfred Richardson Barber (GB, 1841-1924)

óleo sobre tela,  52 x 42 cm

 

alfred-richardson-barber-afternoon-reposeRepouso da tarde

Alfred Richardson Barber (GB, 1841-1924)

óleo sobre tela,  49 x 61 cm

 

alfred-richardson-barber-portrait-of-an-english-springer-spanielRetrato de um Springer Spaniel, 1883

Alfred Richardson Barber (GB, 1841-1924)

óleo sobre madeira,  23 x 23 cm





Domingo, um passeio no campo!

16 04 2017

 

 

Candido Portinari, Paisagem em Petrópolis, 1952. 45 por 54 centímetros Acervo Banco CentralPaisagem em Petrópolis, 1952

Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)

óleo sobre tela, 45 x 54 cm

Acervo do Banco Central do Brasil





Imagem de leitura — Edward Cucuel

15 04 2017

 

 

Edward Cucuel (EUA, 1879-1954) Na sombra, ostNa sombra

Edward Cucuel (EUA, 1879 – 1954)

óleo sobre tela

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Flores para um sábado perfeito!

15 04 2017

 

Tadashi Kaminagai - Anemone. Óleo sobre tela, 42x33 cm, 1979,Anêmonas, 1979

Tadashi Kaminagai (Japão/França 1899-1982)

Óleo sobre tela, 42 x 33 cm

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Imagem de leitura — Ferdinand Max Bredt

14 04 2017

 

 

FERDINAND MAX BREDT (Alemanha, 1860-1921) - Senhora lendo - Óleo sobre painel - 38,9 x 25,7 - 1860Senhora lendo, 1860

Ferdinand Max Bredt (Alemanha, 1860-1921)

Óleo sobre painel – 38  x 25 cm

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Rio de Janeiro, minha cidade natal!

14 04 2017

 

 

JOSÉ MARIA DE ALMEIDA - Rua do Lavradio - ost - 65 x 46 - Datado 1976Rua do Lavradio, 1976

José Maria de Almeida (Portugal/Brasil 1906-1995)

óleo sobre tela, 65 x 46 cm

 





Lembranças das procissões no Rio de Janeiro, Ladyce West

14 04 2017

 

 

ROMANELLI, ARMANDO (1945). Procissão, óleo s eucatex, 20 X 20. Assinado no c.i.d. e no verso datado (1979).Procissão, 1979

Armando Romanelli (Brasil, 1945)

óleo sobre eucatex, 20 x 20 cm

 

 

Fui surpreendida por uma pequena procissão passando pela minha rua no Domingo de Ramos. Surpreendida porque moro, há muitos anos, a meio quarteirão de uma igrejinha do século XIX, tombada pelo IPHAN, na rua principal do bairro.  Não me lembro dessa procissão no calendário da minha janela. Foi pequena, mas muito linda e delicada, cantada, e percorreu rapidamente a rua onde moro.  Essa procissão recorda a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, evento mencionado nos quatro evangelhos cristãos. Da igreja minha vizinha só me lembro da procissão de Sexta-feira Santa, talvez a mais triste das procissões católicas. Silenciosa, ela percorre o bairro, no meio da tarde, ao som de uma catraca levada pelo padre, que é tocada a cada cinquenta metros, quando todos param por alguns segundos e logo retomam seu caminho.

Procissões eram mais comuns no Rio de Janeiro. Tenho lembranças de infância de imensas procissões, em outro bairro carioca.  Venho de uma família católica semi-praticante.  Meu pai, filho de um provedor da Igreja de Santa Luzia no centro da cidade e de uma católica dedicada à teosofia, foi educado inicialmente em escola de padres e depois no Colégio Pedro II. Físico e químico industrial era católico perfunctório.  Minha mãe, professora de línguas, filha de um advogado agnóstico e uma católica, ficou mais religiosa à medida que os anos chegaram. Resultado: três filhos, uma superficialmente católica, um católico seriamente praticante e um seriamente agnóstico.  Íamos à missa nas ocasiões especiais.  Papai raramente.  Fomos batizados, fizemos primeira comunhão.  Mesmo sem grande comprometimento religioso havia ritual e respeito quando passavam as procissões.  Morávamos num edifício antigo construído no estilo Art Nouveau com as típicas janelas-portas, muitas vezes chamadas de portas francesas, que, de cada cômodo, se abriam numa sacada que dava para a frente da rua.  Quando as procissões passavam, em dias especiais, mamãe tirava do armário duas colchas bordadas e outra de origem italiana em veludo grená com desenhos em amarelo ouro — que eu me lembre, nunca usadas em outras ocasiões — e colocávamos essas colchas nas sacadas, penduradas por sobre o patamar, como se fossem grandes e respeitosas bandeiras homenageando a procissão que passava.  Lembro-me de ter visto, mais de uma vez,  uma procissão em particular que passava à noite, com as pessoas segurando velas, protegidas por cones de papel, para que as chamas não se apagassem. Cena muito impressionante para essa menininha. Um pouco depois de completar meus sete anos nos mudamos e nunca mais tive a oportunidade de encontrar tanto fervor religioso nas ruas do Rio de Janeiro. Só aos 22 anos, quando fui ao Peru, com uma bolsa de estudos, encontrei procissão semelhante em fervor e devoção, além de ver também janelas dos sobrados no centro de Lima com parapeitos cobertos com colchas, tapetes e panos coloridos. Era a procissão celebrando o dia de San Martin de Porres, santo peruano, que tem o curioso atributo de levar uma vassoura na mão.

Quando finalmente me dediquei ao mestrado em história da arte, encontrei em  quadros europeus dos século XVIII e XIX cenas que me remeteram à infância, com  sacadas cobertas com colchas e veludos nas ocasiões religiosas, hábito que mais tarde, por pura curiosidade, descobri vir desde os tempos da Baixa Idade Média, dos grandes festivais na praça principal das cidades.  Uma pena que tenhamos perdido esse belo e respeitoso hábito, que nos liga diretamente às nossas origens europeias.

©Ladyce West, Rio de Janeiro: 2017

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Imagem de leitura — Giovanni Francesco Romanelli

13 04 2017

 

 

Giovanni Francesco Romanelli (Italia, 1610-1662), Sibila de Cumas,ost, 134 x 95 cm Museu Nacional de Capodimonte, NápolesSíbila de Cumas

Giovanni Francesco Romanelli (Itália, 1610-1662)

óleo sobre tela, 134 x 95 cm

Museu Nacional de Capodimonte, Nápoles

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