Senhora em sua casa, 1880
Alfred Stevens (Bélgica, 1923-1906)
óleo sobre tela
Mulheres bebendo cerveja, 1878
Édouard Manet (França, 1832-1883)
Pastel sobre papel
The Burrell Collection, Glasgow
Marguerite Duras, uma das importantes escritoras do século XX da França, conhecida por uma escrita intensa, e autora de livro O amante, tinha um hábito interessante para escrever. Dizia que escrever era um ato físico quase doloroso. Para estimular sua criatividade, ela bebia uísque enquanto escrevia. Achava que o álcool a ajudava a liberar a atividade, por eliminar suas inibições. Assim podia escrever com liberdade e intensidade. Ela certamente conseguiu produzir obras de grande peso. Na leitura de suas obras é difícil imaginar que sofria de inibições, suas obras são carregadas de grande sensualidade.
Natureza morta
Amélia Pastro Maristany (Brasil, 1897 – 1979)
óleo sobre eucatex, 16 x 13 cm
Vaso com flores
Cid Serra Negra (Brasil, 1924-1993)
óleo sobre papel, 80 X 60 cm
Moça lendo na cama à luz de um abajur com pilha de livros na mesa
Bertha Wegmann (Dinamarca, 1847-1926)
óleo sobre madeira, 38 x 32 cm
Nota pessoal: hoje estou como essa moça e pretendo poder ler. Mas, do nada, acordei gripada e só consegui sair da cama às 15:30. Envio minhas desculpas por não fazer outras postagens. Nenhuma paisagem, nada mais. No momento, tudo isso parece um esforço enorme… rs… rs.. sei que é o corpo pedindo descanso. Mas queria vir aqui e dar uma abraço a todos vocês que aparecem regularmente, e que já considero amigos. Afinal são dezessete anos de blog. Aprecio a amizade de todos, o carinho, a constância das visitas. E até amanhã, quando com tanto resguardo, acredito que já estarei com mais energia. O que tenho na verdade é uma prostração enorme. Praticamente só isso.

O café da manhã dos remadores, 1881
Pierre Auguste Renoir (França, 1841-1919)
óleo sobre tela, 130 x 173 cm
The Phillips Collection, Washington DC
Moça lendo, 1947
Francesc Domingo Segura (Espanha-Brasil, 1893-1974)
óleo sobre tela, 73 x 60 cm
“A característica essencial do que chamamos de loucura é a solidão, mas uma solidão monumental. Uma solidão tão grande que não cabe na palavra solidão e que não podemos nem imaginar se não estivemos lá. É sentir que você se desconectou do mundo, que não vão conseguir te entender, que você não tem #palavras para se expressar. É como falar uma língua que ninguém mais conhece. É ser um astronauta flutuando à deriva na vastidão negra e vazia do espaço sideral. É desse tamanho de solidão que estou falando. E parece que na dor verdadeira, na dor-avalanche, acontece algo parecido. Embora a sensação de desconexão não seja tão extrema, você tampouco consegue dividir nem explicar seu sofrimento.”
Em: A ridícula ideia de nunca mais te ver, Rosa Montero, tradução de Mariana Sanchez, Todavia: 2019
Vaso de flores, década de 1940
Alfredo Volpi (Itália-Brasil, 1896-1988)
Óleo sobre tela – 61x 50 cm
Vaso de flores, 1961
Edgar Oehlmeyer (Brasil, 1909-1967)
óleo sobre tela, 80 x 61 cm