Imagem de leitura: Alfred Stevens

29 07 2025

Senhora em sua casa, 1880

Alfred Stevens (Bélgica, 1923-1906)

óleo sobre tela





Nossas cidades: Salvador, BA

29 07 2025

Museu de Arte Sacra,1976

Jordão de Oliveira (Brasil, 1900 – 1984) 

óleo sobre tela,  47 x 53 cm





Curiosidade literária…

28 07 2025

Mulheres bebendo cerveja, 1878

Édouard Manet (França, 1832-1883)

Pastel sobre papel

The Burrell Collection, Glasgow

 

 

Marguerite Duras, uma das importantes escritoras do século XX da França, conhecida por uma escrita intensa, e autora de livro O amante, tinha um hábito interessante para escrever.  Dizia que escrever era um ato físico quase doloroso.  Para estimular sua criatividade, ela bebia uísque enquanto escrevia.  Achava que o álcool a ajudava a liberar a atividade, por eliminar suas inibições. Assim podia escrever com liberdade e intensidade. Ela certamente conseguiu produzir obras de grande peso. Na leitura de suas obras é difícil imaginar que sofria de inibições, suas obras são carregadas de grande sensualidade. 





Em casa: Lee Jenkinson

27 07 2025

Saltos amarelos

Lee Jenkinson (Inglaterra, contemporâneo)

óleo sobre tela, 60 x 80 cm





Imagem de leitura: Lynda Schneider Granatstein

26 07 2025

A leitora

Lynda Schneider Granatstein (Canadá,1954)

óleo sobre tela





Flores para um sábado perfeito!

26 07 2025

Natureza morta

Amélia Pastro Maristany (Brasil, 1897 – 1979)

óleo sobre eucatex, 16 x 13 cm

 

 

Vaso com flores

Cid Serra Negra (Brasil, 1924-1993)

óleo sobre papel, 80 X 60 cm





Nossas cidades: Fortaleza

22 07 2025

Farol do Mucuripe, 1957

Georges Wambach (Bélgica-Brasil, 1901-1965)

aquarela sobre papel





Em casa: Bertha Wegmann

20 07 2025

Moça lendo na cama à luz de um abajur com pilha de livros na mesa

Bertha Wegmann (Dinamarca, 1847-1926)

óleo sobre madeira, 38 x 32 cm

Nota pessoal: hoje estou como essa moça e pretendo poder ler. Mas, do nada, acordei gripada e só consegui sair da cama às 15:30. Envio minhas desculpas por não fazer outras postagens. Nenhuma paisagem, nada mais. No momento, tudo isso parece um esforço enorme… rs… rs.. sei que é o corpo pedindo descanso. Mas queria vir aqui e dar uma abraço a todos vocês que aparecem regularmente, e que já considero amigos. Afinal são dezessete anos de blog. Aprecio a amizade de todos, o carinho, a constância das visitas. E até amanhã, quando com tanto resguardo, acredito que já estarei com mais energia. O que tenho na verdade é uma prostração enorme. Praticamente só isso.

 
Feliz dia dos amigos!

 

O café da manhã dos remadores, 1881

Pierre Auguste Renoir (França, 1841-1919)

óleo sobre tela, 130 x 173 cm

The Phillips Collection, Washington DC





Sobre a solidão, Rosa Montero, (trecho)

19 07 2025

Moça lendo, 1947

Francesc Domingo Segura (Espanha-Brasil, 1893-1974) 

óleo sobre tela, 73 x 60 cm 

 

 

“A característica essencial do que chamamos de loucura é a solidão, mas uma solidão monumental. Uma solidão tão grande que não cabe na palavra solidão e que não podemos nem imaginar se não estivemos lá. É sentir que você se desconectou do mundo, que não vão conseguir te entender, que você não tem #palavras para se expressar. É como falar uma língua que ninguém mais conhece. É ser um astronauta flutuando à deriva na vastidão negra e vazia do espaço sideral. É desse tamanho de solidão que estou falando. E parece que na dor verdadeira, na dor-avalanche, acontece algo parecido. Embora a sensação de desconexão não seja tão extrema, você tampouco consegue dividir nem explicar seu sofrimento.”

 

Em: A ridícula ideia de nunca mais te ver, Rosa Montero, tradução de Mariana Sanchez, Todavia: 2019





Flores para um sábado perfeito!

19 07 2025

Vaso de flores, década de 1940

Alfredo Volpi (Itália-Brasil, 1896-1988)

Óleo sobre tela – 61x 50 cm

 

 

Vaso de flores, 1961

Edgar Oehlmeyer (Brasil, 1909-1967)

óleo sobre tela, 80 x 61 cm