Flores para um sábado perfeito!

22 01 2022

Flores, 1945.

Orlando Teruz (Brasil, 1902-1984)

óleo sobre tela,  88 x 116 cm





Rio de Janeiro, RJ, Brasil

21 01 2022

Claustro do Convento de São Bento, RJ, década 1930

Alcides Ataíde d’Ávila ( Rio Grande do Sul, séc. XIX-XX)

óleo sobre tela, 71 x 50 cm





Passos, poesia de Henriqueta Lisboa

20 01 2022
Pintura de Cláudio Dantas (Brasil, 1959)
Passos

 

Henriqueta Lisboa

 

Passos de brinquedos, leves,

que não conhecem o chão.

É o bebê que faz a estréia

com sapatinhos de lã.

 

Passos que dizem bom-dia

de tão claros, tão alegres!

São as meninas crescidas

que voltaram do colégio.

 

Passos enérgicos, largos,

tremem as próprias paredes.

São os homens do trabalho,

que não têm tempo a perder.

 

Vagarosos passos últimos

arrastados em chinelos.

São as vovozinhas surdas

acalentando seus netos.

 

Em: O menino poeta, Henriqueta Lisboa, (Edição ampliada) Imprensa Oficial de Belo Horizonte, Governo do Estado de Minas Gerais: 1975, p. 141





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

19 01 2022

Composição com frutas, 2011

Cláudio Dantas (Brasil, 1959)

óleo sobre tela, 90 x 120 cm





Minuto de sabedoria: Ian McEwan

18 01 2022

Estudo sob as árvores, 1861

Daniel Huntington (EUA, 1816 – 1906)

óleo sobre tela, 30 x 25 cm

Metropolitan Museum

 

 

“A felicidade é uma coisa ocasional, um relâmpago de calor.”

 

Ian McEwan

 

 

Ian McEwan (Inglaterra, 1948)





Flores para um sábado perfeito!

15 01 2022

Natureza morta, flores

Geraldo de Castro (Brasil, 1914-1992)

óleo sobre tela, 65 x 46 cm





Rio de Janeiro, RJ, Brasil

14 01 2022

Nascer do sol na Praia de Copacabana, década 1930

Paulo Gagarin (Rússia-Brasil,1885-1980)

óleo tela colado no cartão, 39 x 48 cm





Nossas cidades: Paraty

11 01 2022

Paraty

Luis Claudio Morgilli (Brasiçl, 1955)

óleo sobre tela





Curiosidade literária

10 01 2022

Lendo debaixo da sombrinha

Elizabeth Lee Clarence Hinkle (EUA, 1880 — 1960)

óleo sobre tela

Laguna Art Museum, Califórnia

 

A leitura do Talmude, relata Disraeli [Curiosities of Literature, 1881], já foi proibida por vários editos, do Imperador Justiniano, por muitos dos reis de França e Espanha e numerosos papas.  A ordem era queimar-se todas as cópias, só a corajosa perseverança dos judeus preveniu seu desaparecimento.  Em 1569 doze mil cópias foram incendiadas em Cremona. Johann Reuchlin (1455–1522) humanista alemão, católico, estudioso de Grego e Hebraico, interferiu para que parassem com a destruição universal dos  Talmudes.  Por isso, passou a ser odiado pelos monges, e condenado pelo Eleitorado de Mainz, um dos estados mais prestigiosos e influentes do Sacro Império Romano. Mas apelou para Roma e as acusações foram suspensas e não foi mais considerado necessária a destruição dos Talmudes.





Flores para um sábado perfeito!

8 01 2022

Girassóis e Minha Cidade, 1998

Adir Sodré (Brasil, 1962-2020)

Acrílica sobre tela, 200 x 200cm