Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

31 01 2025

Saudades do passado – Praça XV, 1987

Ney Tecídio (Brasil, 1929-1988)

óleo sobre eucatex, 38 x 46 cm





Imagem de leitura: Robert Emil Stübner

30 01 2025

Senhora lendo, 1914

Robert Emil Stübner (Alemanha,1874-1931)

óleo sobre tela, 70 x 58 cm





Na boca do povo: escolha de provérbios populares

30 01 2025
Pato Donald paga as contas, ilustração.  Walt Disney.

 

 

“Não te metas a comprar o que não possas pagar.”




O escritor no museu: Graciliano Ramos

30 01 2025

Retrato de Graciliano Ramos, 1937

Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)

desenho, carvão sobre papel,  33 x 28 cm





Minutos de sabedoria: Julie de Lespinasse

30 01 2025
Ilustração, Marcella Cooper
 
 
“A calúnia é como azeite caído no pano; quanto mais se esfrega, para que ele saia, mais a mancha se estende.”

 

Mlle De Lespinasse

Julie de Lespinasse

Mlle de Lespinasse

(1732-1778)





Hoje é dia de feira: frutos e legumes frescos!

29 01 2025

Peixes, 1961

Newton Rezende (Brasil, 1912-1994)

óleo sobre madeira,  30 x 35 cm

 

 

Natureza morta, 1960

Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897- 1976)

óleo sobre tela, 48 x 64 cm

 

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Naturezas mortas com peixes, crustáceos, frutos do mar não são comuns na arte brasileira do século XX.  Nem são comuns, tampouco, telas em que apareçam animais de caça tais como perdizes, coelhos, ou qualquer outro animal que possa fazer parte da próxima ceia.  Esses já foram mais comuns no final do século XIX e início do século XX.

Pintores brasileiros que sistematicamente apresentam frutos do mar e peixes em suas naturezas mortas são poucos e parecem ser, de fato, aqueles que moram ou passaram algum tempo em cidades praianas. 

Grande parte dos pintores franceses do século XIX, até mesmo os impressionistas conhecidos pela leveza de seus temas pintaram naturezas mortas com animais. E é claro nos séculos anteriores, principalmente no século XVII no norte da Europa o tema da comida, da caça, da pesca, das frutas e pães era orgulhosamente mostrado nas casas de famílias de posse. A abundância da comida nos dias de hoje, deve ser em parte responsável pelo declínio de temas como caça e pesca nas naturezas mortas.  Pois até o século XIX, aqui no Brasil  também víamos telas representando a possibilidade de uma bela refeição. Há além disso as sensibilidades aguçadas dos dias de hoje.  Como poucos passam fome e certamente quem compra uma tela não passa fome, podem dar-se ao luxo de serem incapazes de imaginar um animal morto que será devorada em algumas horas depois de cozido, como um tema próprio para o embelezamento de uma sala de jantar.  Tradição que vem, ao que se saiba no mundo ocidental, desde os afrescos romanos, e quem sabe na Grécia antiga.  Os tempos mudam, os hábitos mudam.  E vemos através da arte nossa evolução na Terra.





Trova da gaivota

28 01 2025

 

Por sobre as ondas serenas,
a gaivota, em seu compasso,
é uma tesoura de penas,
cortando o pano do espaço.


(Onildo Campos)





Nossas cidades: Ouro Preto

28 01 2025

Igreja Nossa Senhora do Carmo, Ouro Preto, 2006

Yasuichi Kojima (Japão, 1934, no Brasil a partir de 1953)

óleo sobre tela,100 x 80 cm

 

 

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Há duas cidades que batem o recorde de inspiração para arte brasileira: Ouro Preto e Paraty.  Tenho centenas de reproduções dos mais diversos artistas dessas duas joias da arquitetura barroca do país.  Torna-se muito difícil escolher alguma tela representativa e muitas vezes desisto postando alguma outra cidade.

Há, no entanto, uma curiosidade: Paraty só aparece em telas brasileiras a partir da década de 1970, quando  a estrada Rio-Santos, construída e inaugurada. em 1974, durante o governo de Ernesto Geisel, foi aberta ao público. Até então, acesso à essa joia arquitetônica, fundada em 1665, havia sido difícil restringindo o turismo e a visita de pintores.





O mundo de Florbela Espanca

26 01 2025
Ilustração de Franziska Slopsnies (1884-1966), data:1926

 

““O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais, há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesmo compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que se não sente bem onde está, que tem saudades… sei lá de quê! ” 

 

Florbela Espanca

 

Em: Cartas a Guido Barteli





Paisagens brasileiras…

26 01 2025

Época de férias

Ana Maria Dias (Brasil, 1950)

acrílica sobre tela, 60 x 90 cm

 

 

Colheita do café

Barbara Rochlitz (Polônia-Brasil, 1941)

acrílica sobre tela 40 x 50 cm

 

 

Hoje é dia de escola

Marcelo Schimaneski (Brasil, 1967)

acrílica sobre tela, 50×70 cm