Catedral de Cuiabá, 1950
Tomoo Handa (Japão-Brasil, 1906-1996)
óleo sobre tela, 68 x 78 cm
Catedral de Cuiabá, 1950
Tomoo Handa (Japão-Brasil, 1906-1996)
óleo sobre tela, 68 x 78 cm
Autorretrato, 1945
Tomoo Handa (Japão-Brasil, 1906-1996)
óleo sobre tela,
Operários, 1933
Tarsila do Amaral (Brasil, 1886-1973)
Óleo sobre tela, 150 x 205 cm
Acervo do Palácio do Governo do Estado de São Paulo
João Xavier de Matos
Pobre ou rico, vassalo ou soberano,
Iguais são todos, todos são parentes;
Todos nasceram ramos descendentes
Do trono antigo do primeiro humano.
Saiba, quem de seus títulos ufano
Toma por qualidade os acidentes,
Que duas gerações há só dif’rentes
Virtude e vício: tudo mais é engano.
Por mais que afete a vã genealogia
Introduzir nas veias a natureza
De melhor sangue, do que Adão teria:
Não fará desmentindo a natureza
Que seja sem virtude a fidalguia
Mais que um triste fantasma da grandeza.
(1789)
João Xavier de Matos (Portugal, c. 1730-1789)
O erudito e seu cão
Eduard Charlemont (Austria, 1848-1906)
óleo sobre madeira, 57 x 48 cm
Paisagem com Casario e Ponte em Minas Gerais, 1978
Inimá de Paula ( Brasil,1918-1999)
óleo sobre tela, 65 X 81 cm
Paisagem
Carlos Sorensen (Brasil,1928 – 2008)
óleo sobre tela, 52 x 82 cm
-.-.-.-.-.-
Um dia ainda vou escrever sobre paisagens e as brasileiras em particular. Hoje temos dois pintores brasileiros expressionistas. Sou parcial a todo o expressionismo, desde Henri de Matisse até os que trabalham nos dias de hoje. Tenho que me policiar para não colocar sempre obras expressionistas no blog, porque esse não é o objetivo deste espaço.
Temos aqui duas obras com o mesmo assunto: vegetação densa, rio e casas. Pequenas cidades. Vilarejos. Ambas as telas trazem ao espectador variadas emoções. Apesar de quase caótica, a cena da tela de Inimá de Paula nos traz equilíbrio pelo uso abundante das tonalidades de azul e verde, cores calmas, ainda que intensas em seu volume. Enquanto a tela de Carlos Sörensen com grande variedade de cores explosivas, concentradas no leque dos tons avermelhados, encontra equilíbrio nas ‘quase monótonas’ horizontais. Vejam que elas também são linhas rebeldes que quase não querem ser horizontais. Mas, cortando a tela em fatias visuais elas baixam a excitação visual de todos os vermelhos, laranjas, lilás e demais cores que excitam o nosso olhar.
Temos grandes expressionistas no país. Vale a pena procurá-los.
Menina tricotando à janela, 1864
Johann Georg Meyer von Bremen (Alemanha, 1813 – 1886)
óleo sobre tela, 53 x 40 cm
Coleção Particular
Surfando no sofá, 2015
Hope Gangloff (EUA, 1974)
Técnica mista
Flores
Sergio Migliaccio (Brasil, 1936-2015)
óleo sobre papel, 40 x 32 cm
Orquídea
João Baptista da Costa (Brasil, 1865-1926)
óléo sobre tela, 55 x 35 cm
Lendo
Ned Axthelm (EUA, contemporâneo)
óleo sobre tela
Michèle Petit
Retrato de um homem, c. 1630
Gian Lorenzo Bernini (Itália, 1598-1680)
giz preto, branco, vermelho sobre papel, 41 x 27 cm
Biblioteca Real, Windsor










