Roberto Burle Marx (Brasil, 1909-1964)
técnica mista sobre cartão, 17 x 17 cm
Roberto Burle Marx (Brasil, 1909-1964)
técnica mista sobre cartão, 17 x 17 cm
Armário de curiosidades, c. 1690
Domenico Remps (Itália, 1620-1699)
óleo sobre tela
Museo dell’Opificio delle Pietre Dure, Florença
“…Os comentários nas redes sociais, ou nos jornais on-line, são uma versão moderna dos antigos gabinetes de curiosidades, ou quartos de maravilhas, salas onde, nos séculos XVI e XVII, os fidalgos endinheirados acumulavam coleções de bizarrias, sortilégios e impossibilidades, como sereias empalhadas, cornos de unicórnios ou lágrimas de crocodilo. Nas caixas de comentários dos jornais, os prodígios, deformidades e monstruosidades não são físicos, mas ideológicos e morais. As pessoas exibem ali, com um estranho orgulho, as suas piores deformidades morais, a estreiteza aflitiva dos espíritos, as ideias mais monstruosas…”
Em: “Raças impuras”, José Eduardo Agualusa, O Globo, 28/09/2015, 2º caderno, página 2.
Allan Ramsay (GB, 1713-1784)
óleo sobre tela, 125 x 102 cm
Walker Art Gallery, Liverpool
Emílio Kemp (Brasil, 1874- 1955) em Melancolia.
Jacques-Louis David (França, 1748-1825)
óleo sobre tela, 80 x 64 cm
Museu do Louvre, Paris
Antônio Parreiras (Brasil, 1860-1937)
óleo sobre madeira, 50 x 60 cm
Gustavo Barroso
O cavalo sertanejo é esguio, sóbrio, pequeno, rabo compridíssimo, crinas grandes, capaz de resistir a todas as privações, a todos os serviços e a todos os esforços. É o melhor auxiliar do vaqueiro e ele o estima e trata com o maior carinho. O cavalo do sertão é feioso como um corcel quirguiz. Lá uma vez aparece um exemplar bonito, esbelto, alto. Não tem saracoteios, nem saltos, nem corcovos, salvo quando espantadiço. O olhar só brilha quando se apresenta ocasião de correr; depois as pálpebras murcham numa sonolência lassa. É ativo e parece ronceiro; forte e parece fraco; ágil e parece pesado. É pasmosa a sua agilidade. Nos imprevistos das furibundas carreiras pelos matos em fora, salta galhos baixos, mergulha sob os altos, alonga-se, encurta-se, pula de lado, faz prodígios. É necessariamente baixo para essas ligeirezas; a aridez do clima não produz outro. É raridade um animal de sete palmos do casco à cernelha. O meio torna-o sóbrio e magro. Passa dias sem comer, quase sem beber. Num dia faz quinze léguas, puxando um pouco; dez faz normalmente. É manso; quando o cavaleiro cai, para ao lado.
[Exemplo de descrição de animal]
Em: Flor do Lácio, [antologia] Cleófano Lopes de Oliveira, São Paulo, Saraiva: 1964; 7ª edição. (Explicação de textos e Guia de Composição Literária para uso dos cursos normais e secundário) p. 85.
Fritz von Uhde (Alemanha, 1848-1911)
óleo sobre tela, 145 x 116 cm
Rua Direita em dia de chuva, Mariana, 2015
Cássio Antunes (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre madeira, 51 x 60 cm
Pekka Halonen (Finlândia, 1865-1933)
óleo sobre tela
Museu de Arte Moderna de Espoo, Finlândia
José Pancetti (Brasil, 1902-1958)
óleo sobre tela, 54 x 65 cm
Cigarra equatoriana ou Zammara smaragdina é uma espécie de cigarras grandes de cor azul-esverdeada brilhante. Como outras cigarras elas produzem um som bem alto e vivem nas florestas tropicais zona do Equador.
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