Igreja de Santa Margarida Maria, próximo à Lagoa Rodrigo de Freitas, 1969
Eduardo Carlson (Brasil, 1924)
óleo sobre eucatex, 35 x 27 cm
Igreja de Santa Margarida Maria, próximo à Lagoa Rodrigo de Freitas, 1969
Eduardo Carlson (Brasil, 1924)
óleo sobre eucatex, 35 x 27 cm

Natureza Morta, 1948
Roberto Burle-Marx (Brasil, 1909-1994)
óleo sobre tela, 48 x 96 cm

Natureza morta
Ernesto de Fiori (Itália-Brasil, 1884 – 1945)
óleo sobre tela
O divã, 1905
Blaise Vlaho Bukovac (Croácia, 1855-1922)
óleo sobre tela
Jules Renard (1864-1910)
O prazer da leitura, 2020
Helene Beland (Canadá, 1949)
óleo sobre tela, 35x 45 cm
O escritor francês Jean-Paul Sartre (1905-1980) foi um inveterado fumante. Fumava dois maços de cigarros e ainda diversos cachimbos de tabaco por dia. Até mesmo para um país como a França, em que fumar naquele período de meados do século XX era considerado uma coisa normal, essa quantidade era muito maior do que a média dos fumantes do país. Portanto, quando a Biblioteca Nacional Francesa produziu um cartaz comemorativo dos 100 anos do nascimento de Sartre, os responsáveis pelo projeto se viram forçados a manipular a fotografia escolhida para apagar da foto o cigarro na mão de Sartre. Os costumes haviam mudado e para se adequarem aos novos tempos, em que leis proibindo a propaganda de tabaco haviam sido aprovadas na sociedade francesa, esse subterfúgio foi necessário. Não havia fotos em consideração em que o cigarro não estivesse presente.
Paisagem,1982
Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999 )
óleo sobre tela, 50 x 50 cm
Paisagem
Galdino Guttman Bicho (Brasil, 1888 – 1955)
óleo sobre tela, 60 x 74 cm
Paisagem dos arredores de Barbacena,1953
Emeric Marcier (Romênia,1916 – 1990)
óleo sobre tela, 33 x 55 cm
Flores
Claudio Tozzi (Brasil, 1944)
acrílica sobre tela, 57 x 57 cm
Vaso com estrelícias e pássaro, 2005
Inos Corradin (Itália-Brasil, 1929)
óleo sobre tela, 50 x 50 cm
Leitor
Mary Viola Paterson ( Inglaterra,1899-1981)
desenho
“Escrevo porque me sinto descompensado em relação à realidade. Preciso de uma verdade fora de mim em que me agarrar. Me sinto defasado. A minha realidade interior vive abaixo do nível da realidade que me cerca. Para restabelecer o equilíbrio , num contacto normal com os demais seres humanos, tenho que escrever, porque a recriação da realidade pela imaginação, através da linguagem escrita, é a maneira que tenho de me comunicar. Há uma espécie de catarse naquilo que escrevo: para não precisar de me deitar no divã de um psicanalista. Se escrevi, por exemplo um livro com o título, A faca de dois gumes, pode ter sido para não esfaquear alguém.”
Em: O tabuleiro de damas: trajetória do menino ao homem feito, Fernando Sabino, Rio de Janeiro, Record: 1988, p.18.