Imagem de leitura: Sigmund Sinding

29 05 2025

Interior com menina lendo

Sigmund Sinding (Noruega, 1875-1936)

óleo sobre madeira, 61 x 49 cm

 





Imagem de leitura: Alfred Stevens

23 05 2025

A leitura, 1875

Alfred Stevens (Bélgica, 1923-1906)

óleo sobre madeira, 55 x 44 cm

 





Sublinhando…

17 05 2025

A menina do papai

Karin Jurick (EUA, 1961-2021)

óleo sobre placa, 20 x 20 cm

 

“O tempo é um químico invisível, que dissolve, compõe, extrai e transforma todas as substâncias morais.”

 

Machado de Assis





Minutos de sabedoria: Carlo Rovelli

14 05 2025

Autorretrato com Saturno, 2007

Marta Kiss (Hungria, 1974)

óleo sobre tela, 70 x 50 cm

 

 

“Uma origem da ciência talvez seja a poesia: saber enxergar além do visível.”

Carlo Rovelli, A ordem do tempo





Imagem de leitura: Georgette Agutte

12 05 2025

Marcel Sembat lendo, c. 1920

Georgette Agutte (França, 1867-1922)

óleo sobre tela

Museu de Grenoble





Sobre a poesia: Fernando Pessoa

5 05 2025

Orlando, 2024

Nikoleta Sekulovic (Itália-Espanha, contemporânea)

pastel, grafite e tinta acrílica sobre tela, 194 x 225 cm

 

 

 

“Toda a poesia – e a canção é uma poesia ajudada – reflete o que a alma não tem. Por isso a canção dos povos tristes é alegre e a canção dos povos alegres é triste.”

 

Fernando Pessoa

 

 





Imagem de leitura: He Jiaying

4 05 2025

Moça lendo

He Jiaying (China, 1957)

nanquim e aquarela





Palavras para lembrar: Contardo Calligaris

1 05 2025

Ashley lendo, 2008

Milé Murtanovski (Canadá, 1971)

aquarela sobre papel, 56 x 76 cm

 

 

 

“Livrarias e papelarias deveriam estar juntas, pois qual é a graça de ler sem o sonho de escrever?”

 

Contardo Calligaris





Arte, por Monzaemon Chikamatsu

29 04 2025

Moça lendo

Hirezaki Eiho (Japão,1881-1968)

 

 

“A arte situa-se no intervalo, fino como a pele, que separa a verdade da mentira”

 

Monzaemon Chikamatsu (1653-1724)





Soneto XXVII de Tite de Lemos

29 04 2025

Na rotunda

Francine van Hove (França, 1942)

óleo sobre tela, 50 x 65 cm

 

 

XXVII

 

Tite de Lemos

 

Nem tomes por virtude o que é defeito,

floreios de poetas amestrados,

nem tenhas por humano o que é perfeito,

coisa de heróis e deuses aplicados.

 

Deve ser que não levo muito jeito

ou quando pense certo faça errado

e ande torto julgando andar direito,

sujeito cego atrás do objeto amado.

 

Persigo a brevidade de um instante

que toda eternidade contivesse:

nisso me acho e nisso estou perdido

 

com desvelo tão quieto e tão constante

que vivê-lo, mais nada, me envaidece

e até nem cuido ser correspondido.

 

 

Em: Caderno de sonetos, Tite de Lemos, Rio de Janeiro, Nova Fronteira: 1988. p. 63