Curiosidade literária

10 04 2023

Leitura silenciosa à sombra

George Goodwin Kilburne (GB, 1839-1924)

aquarela

 

 

 

 

O escritor brasileiro Nelson Rodrigues, arrancou todos os dentes aos vinte e um anos.  Sofrendo de um febre insistente sem apresentar outros problemas, foi diagnosticado, erroneamente, que seus dentes lhe causavam essa condição febril que não cessava.  Estavam errados.  Depois de remover todos os dentes, descobriu-se com tuberculose.  Nelson Rodrigues usou dentadura por toda vida.

 

 





Imagem de leitura: Wilhelm Menzler

7 04 2023

A Pause from Reading

Pausa na leitura, 1889

Wilhelm Menzler (Alemanha, 1846-1926)

óleo sobre tela, 22 x 32cm

Haynes Fine Arts, Londres





Imagem de leitura: Frank Palmieri

4 04 2023

Frank Palmieri (NY,ME,1922-2017) oil paintingFrank Palmieri (NY,ME,1922-2017) oil painting

Criança lendo

Frank Palmieri (EUA, 1922-2017)

óleo sobre placa, 20 x 25 cm





Imagem de leitura — Alexandra Djokic

1 04 2023

Jovem com livro, 2019

Alexandra Djokic (Sérvia, contemporânea)

acrílica sobre tela,  70 x 49 cm

 

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Ladyce West historiadora da arte e escritora. Seu primeiro livro de poesias À meia voz, foi publicado em  novembro de 2020, pela Autografia. Encontra-se à venda em todas as livrarias e em ebook na Amazon.

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Palavras para lembrar: Paul Auster

31 03 2023

A camisola de dormir amarela

Flora Merleau (França, 1975)

acrílica sobre tela, 85 x 60 cm

 

 

Que será que leva alguns autores se esconderem por trás de um pseudônimo; será que um escritor, por fim, tem uma vida real? 

 

Paul Auster





Todo mundo lê…

31 03 2023

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Ilustração Sue Clancy.





Imagem de leitura: Almeida Jr.

23 03 2023

Menina com livro,1891

José Ferraz de Almeida Júnior (Brasil, 1850- 1899)

pastel e grafite sobre papel, 60 x 90 cm.





Curiosidade literária

20 03 2023

A leitora, 2000

Fernando Botero (Colômbia, 1932)

óleo sobre tela, 42 x 36 cm

 

Stephen King, autor de livros inesquecíveis,  À espera de um milagre, A dança da morte, A coisa são alguns dos mais de sessenta livros que publicou; autor que nos envolve com histórias de terror, sobrenatural, suspense; o nono autor mais traduzido do mundo, sofre de triscaidecafobia.  Como assim? — você pode perguntar. Sim, triscaidecafobia, medo irracional do número 13. Essa fobia é tão poderosa que quando lê um livro ou quando escreve um texto, não para nunca na página 13 ou seus múltiplos. Ele continua escrevendo ou lendo até chegar a um número seguro.

 





Uma festa de 15 anos…

17 03 2023
Mulherizinhas, ilustração de Becca Stadtlander.
Faço parte de um grupo virtual de leitores. Chamado Livro Errante, originário do Orkut, esse grupo, que no momento é fechado, comemora 15 anos de existência. Trocamos livros através do Brasil, cobrimos todo o território nacional. E aos poucos, à medida que íamos nos conhecendo, hoje somos muito amigos, nossos projetos se multiplicaram. Não só “esquecemos” livros em lugares públicos, mas sempre sob liderança de Regina Porto Valença, nos aventuramos a projetos maiores.
 
Hoje comemoramos a data construindo o acervo de uma biblioteca em Pernambuco. Cada um dos membros do grupo, voluntariamente, está contribuindo com 15 livros NOVOS, para crianças, adolescentes e jovens adultos. As entregas começaram hoje e cada um de nós se sente muito feliz com a perspectiva.
 
Em 15 anos CONSTRUÍMOS o acervo de TRÊS Bibliotecas carentes. É um prazer inigualável. É um prazer saber que podemos fazer diferença.
 
Comemorem comigo, a iniciativa de Regina Porto Valença, e façam um projeto de ajuda a bibliotecas carentes.
 




Curiosidade literária

13 03 2023

Bijin lendo um  carta, 1825

[DETALHE]

Utagawa Kunisada (Japão, 1786-1865)

Xilogravura policromada

 

O primeiro romance literário do mundo foi O romance de Genji, escrito em 1008, pela escritora e fidalga, Murasaki Shikibu. Ela foi poeta, romancista e dama de companhia na corte imperial durante o período Heian (794-1185).  O período Heian na história japonesa se refere ao nome da capital do império que havia sido transposta de Nara para Heian-kio, hoje conhecida como Kioto.  Na edição original de O romance de Genji,  nenhum dos personagens era chamado por seu nome.  Eram reconhecidos simplesmente por seus títulos obedecendo as regras da corte de Heian, já que o romance tinha intenção de ser lido por mulheres da realeza