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Almada Negreiros (Portugal, 1893-1970)
Coleção Particular
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“Todos os livros podem ser divididos em duas classes, os livros do momento e os livros de todos os tempos.”
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John Ruskin
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Almada Negreiros (Portugal, 1893-1970)
Coleção Particular
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John Ruskin
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Livros para os militares americanos em serviço é um programa começado durante a Primeira Guerra Mundial para atender aos soldados que queriam ter alguma coisa para ler quando estivessem de folga. Foi aí que começou um programa de sucesso. A Associação Americana de Bibliotecárias começou então a entregar livros e revistas aos militares de prontidão, financiados pelas “ações [bônus] de guerra” que levantaram USD$ 5.000.000 – cinco milhões de dólares na época – através de doações da população em geral que foram convertidos na distribuição de mais de 7.000.000 – sete milhões – de livros e revistas, construindo 36 bibliotecas no front, e providenciando livros para mais de 500 locais, incluindo hospitais militares.
A bibliotecária geral da Marinha dos Estados Unidos, Nellie Moffit, gerencia o programa de bibliotecas para militares, em entrevista para o Serviço de Imprensa das Forças Armadas Americanas, lembrou que este ano eles já investiram USD $12.000.000 – doze milhões de dólares — em materiais para bibliotecas digitais. Isso significa que esses fundos, uma vez aplicados, fizeram investimento equivalente a USD$ 725.000.000 – setecentos e vinte cinco milhões de dólares — em materiais e serviços. O que, sem dúvida, é um grande retorno no investimento do governo.
A crise atual no governo certamente terá reflexos nas bibliotecas militares, e como todos no país eles também terão que lidar com eventuais cortes quer em horas, em pessoal ou em orçamento de materiais. Mas irão tentar minimizar o impacto, se possível, tentar manter os serviços de costume. As bibliotecas continuam sendo de importância central para o bom estado de espírito e bem estar no terreno de guerra.
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Fonte: Book Patrol
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Colette Foune (França, 1927)
óleo sobre tela, 46 x 38 cm
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Colette Foune nasceu em Montmartre em 1927. Seu trabalho é muitas vezes classificado como naïf, mas sem dúvida apresenta maior familiaridade como o onírico ou com o surrealismo, onde cenas do dia a dia são repletas de detalhes interessantes ainda que frequentemente insólitos. Também mencionada como Colette Foune-Dentz.
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Giuseppe Mascarini (Itália, 1877-1954)
óleo sobre tela,
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Francesco Petrarca
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Alfredo Rodríguez (México, 1954)
óleo, 36 x 28 cm
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Érico Veríssimo
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Meus pais, 1977
David Hockney (Inglaterra, 1937)
Óleo sobre tela, 183 x 183 cm
Tate Gallery, Londres
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David Hockney nasceu em Bradford,na Inglaterra em 1937. Estudoou no Bradford College of Art e on Royal College of Art em Londres. Um dos pintores da Pop Art Britânica. Mais tarde mudou-se para os EUAm onde viveu por muitos anos na Califórnia. É considerado um dos pintores de maior influência na arte contemporânea britânica.
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Émile Béranger (França, 1814-1883)
óleo sobre madeira, 42 x 50 cm
Museus Hermitage, São Peterburgo
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Leopoldina Hugo, no dia de sua Primeira Comunhão*, 1835-6
[Filha do escritor francês Victor Hugo]
Auguste de Chatillon ( França,1808-1881)
óleo sobre tela, 60 x 73 cm
Museu Victor Hugo, Paris
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Pearl S. Buck
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Na refrescante sombra do Jardim Botânico no Rio de Janeiro, esta senhora lê “Ayuverdic Healing”, na manhã deste domingo.–
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Iszák Perlmutter (Hungria, 1866-1932)
óleo sobre tela, 115 x 85 cm
Coleção Particular
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Iszák Perlmutter nasceu em Budapeste, na Hungria em 1866, de família judia. Estudou na Gusztáv Magyar Mannheimer e com Bertalan Karlovszky. Foi para Paris, onde por alguns meses estudou na Academia Julian em 1891. Voltando a Hungria, tornou-se aluno de Sándor Bihari. Voltou a viajar em 1894. Depois de retornar a Paris, deslocou-se para a Holanda, onde morou de 1898 a 1904, época em que pintou muitas das paisagens que conhecemos, e também se dedicou à pintura de gênero. Estabeleceu residência em Szolnok e mais tarde em Besztercebánya no seu retorno à Hungria. Participou em 1905 da Bienal de Veneza [Esposizione Internazionale d’Arte della Città di Venezia] e de novo da Bienal de Veneza em 1909, 1910, 1914 e 1922. Seus quadros refletem a influência do Impressionismo francês e do surrealismo. Seu auto-retrato encontra-se na Galeria degli Uffizi em Florença. Faleceu em Budapeste em 1932.