Dia a dia…

27 07 2025

Encontro de julho do grupo de leitura: Ao Pé da Letra.  O livro do mês, A Fábrica, de Hiroko Oyamada. Minha resenha que se encontra aqui no blog, feita no dia 18 deste mês, mostra que não gostei do livro.  O pessoal do grupo tampouco. 

Mas o encontro foi ótimo.  Infelizmente não pudemos nos conectar com nossa colega de grupo que mora em Lisboa.  O que foi uma pena!  Mas, o papo foi muito bom.  Conversamos sobre uma miríade de assuntos: das viagens aos cachorrinhos, aos jornais concorrentes na época em que se tinha jornais de papel, colégio Pedro II (somos duas ex-alunas), antepassados, IA colorindo fotografias, enfim, uma tarde muito agradável.

 





Filhotes fofos!

16 07 2025

A mamãe gambá carrega todos os filhotinhos em suas costas. Assim a família inteira se move junta!





Flash!

15 07 2025

Lygia Fagundes Telles à esquerda e Cecília Meireles à direita, 1945

 





Brasil que lê: fotografia tirada em lugar público

6 07 2025

Copacabana, Julho 2025.  –  Qualquer idade pode apreciar uma boa história em quadrinhos.





Filhotes fofos!

3 07 2025

Filhotinho de Urso polar em sua primeira exposição ao público, com três meses e meio, no Zoológico de Toronto.

Para celebrar o frio que anda fazendo por aqui e pelo sul do país.





Dia a dia…

3 07 2025

Claraboia foi um livro de José Saramago escrito em 1952.  Mas ele não conseguiu publicá-lo até os anos 80. Não tem aquela forma por que Saramago ficou conhecido.  Tem parágrafos, pontuação tradicional. Trata-se das histórias de diversas famílias vivendo em um edifício.  Tem um gostinho dos anos cinquenta do século passado, é um tantinho moralista. Afinal trata-se da era de Salazar. Saramago usa da insinuação em temas delicados, que hoje seriam abertamente ilustrados, fala de política, de amores e paixões, de seres humanos.  Cativa com sua linguagem, seduz mesmo. É tão bom reconhecer palavras que são usadas em contextos  diferentes e com maestria! Foi uma excelente tarde nesse papo delicioso. 





Natureza maravilhosa: alce gigante

25 06 2025

O alce  gigante é o maior dos cervídeos.  Às vezes chega a dois metros de altura  no nível dos ombros e pode pesar meia tonelada. Os machos, que são maiores do que as fêmeas, têm uma galhada específica da espécie: uma parte cilíndrica e seus galhos fazem uma espécie de taça. A galhada pode atingir mais de um metro e meio de largura.  Ele só vive nas regiões próximas ao polo norte: Finlândia, Suécia, Noruega e Canadá.  A expectativa de vida deles é de vinte anos.  São ruminantes.  Eles se alimentam de folhas de árvores e plantas aquáticas, vivendo nas florestas dessas regiões próximas ao polo norte.  Conseguem correr bastante, mais de cinquenta quilômetros por hora e nadam muito bem. Mas não comem plantas rasteiras, porque seu corpo alto de pescoço curto não permite que o faça com conforto. As fêmeas têm uma única cria por gestação. 





Flash!

23 06 2025
Nélida Piñon, Clarice Lispector e Marina Colasanti. 





Filhotes fofos!

19 06 2025

Filhote de Asno Selvagem Persa ou Asiático, uma espécie rara de equino, nasceu no Zoológico de Chester na Inglaterra.  Essa é uma espécie em extinção, acredita-se que haja só 600 exemplares em todo mundo.





Dia a dia…

18 06 2025

 

Muitas vezes não sabemos o impacto que nossas ações podem exercer sobre outras pessoas.  Fui levada à Oficina de Escrita do escritor Luís Pimentel pelas mãos de uma amiga, Magali Lee Cotrim, que estava interessada em escrever memórias.  Fui, ainda sem saber bem como tudo isso funcionava.  Escrever havia sido sempre parte de minha vida, ainda que fosse segredo.  Manuscritos, tenho-os alguns.  Talvez, por haver feito resenhas de livros para jornais e no blog, há 17 anos, algumas centenas de resenhas, meu medo de meus textos não serem bons, sempre me impediu de aparecer como escritora.  

Fui aos primeiros encontros da turma de Pimentel com o coração nas mãos;  O que encontrei lá foram colegas respeitosos, críticos onde deveriam ser;  e Luís Pimentel, cujas palavras, gentis, mesmo quando sugeriam mudanças nos textos, guiaram e apoiaram meu trabalho.

A essa altura, meu marido já se achava adoentado.  Com a pandemia ele piorou.  Tive muito medo dele morrer sem que visse que eu havia levado minha escrita avante. Desde que o conheci, Harry havia me dado todo apoio à escrita.  Aos meus textos em inglês e aos em português. Não fosse por ele eu não teria me dedicado a dois romances engavetados, à tradução do português para o inglês, às críticas literárias.  Todo esse tempo, trabalhando como historiadora da arte e mais tarde galerista.  

No final de 2020 quando ainda dava tempo de meu marido ver a publicação de À meia voz, resolvi publicar.  Luís Pimentel me deu o presente de escrever a orelha do livro, introduzindo essa nova poeta.   Fica aqui mais uma vez meu agradecimento, meu apreço às suas orientações.  Fazer parte de seu círculo de escritores foi uma das mais importantes decisões que já tomei. Sem hesitar faria outra temporada sob seu olhar agudo e carinhoso.  Obrigada, Pimentel.