Filhotes fofos : Lêmures

8 10 2017

 

lemur, mae e filhoMãe e filho Lêmure.




Chichico Alkmim — o fotógrafo de Diamantina

7 08 2017

 

 

Freiras de um colégio de DiamantinaFreiras de um colégio em Diamantina, foto de Chichico Alkmim.

 

O Instituto Moreira Salles no Rio de Janeiro está com uma maravilhosa exposição do fotógrafo Chichico Alkmim (1886 – 1978) que se estabeleceu em Diamantina em 1912, montando seu estúdio definitivo em 1919. Autodidata ele fotografou tudo e todos em Diamantina deixando um belíssimo documento da cidade e da história social do Brasil.

 

acv_imgcapa_1492742376Retrato de estúdio, foto de Chichico Alkmim.

 

 

acv_imgcapa_1492741721Retrato de homem, foto de Chichico Alkmim.

 

A exposição apresenta mais de 200 fotografias, das 5.000 fotos em negativos de vidro, que hoje estão sob os cuidados do Instituto Moreira Salles. As fotografias cobrem Diamantina de 1912 a 1950, quando Chichico deixou de fotografar.  Como desenvolveu uma técnica de mais de um negativo sobre uma placa de vidro, calcula-se que haja mais de 10.000 fotos documentando a população e a cidade de Diamantina.

 

Parque Municipal da Cavalhada Velha, atual praça ...Parque Municipal de Cavalhada Velha, hoje Praça Doutor Prado, foto de Chichico Alkmim.

 

barBar em Diamantina, foto Chichico Alkmim.

 

acv_imgcapa_1492643856Moças em Diamantina, foto de Chichico Alkmim.

 

Não há como não nos emocionarmos com as fotografias. A exposição é um retrato de um Brasil que já passou, mas que ainda se faz presente culturalmente.  Não sei quantas vezes rodopiei pelas imagens, da primeira à última sala da exposição. Se você se interessa pela história do Brasil, ou pela fotografia não pode perder a oportunidade de conhecer Chichico Alkmim de perto.  E não deixe de assistir ao documentário sobre o fotógrafo, lá mesmo na Instituto Moreira Salles.

 

acv_imgcapa_1492636926Chichico Alkmim fotografado por sua esposa, Miquita.

 

SERVIÇO

Exposição Chichico Alkmim, fotógrafo

Instituto Moreira Salles, Rio de Janeiro

13 de maio a a 1º de outubro de 2017

Curadoria de Eucanaã Ferraz

 

Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea.

CEP 22451-040 – Rio de Janeiro/RJ.

Tel.: 21 3284-7400.

Horário de visitação: de terça a domingo e feriados (exceto segunda), das 11h às 20h.

 

Não perca!





O verde do meu bairro: Bico de papagaio

2 08 2017

 

 

DSC03214Bico de Papagaio, jardim na Gávea, no Rio de Janeiro. ©Ladyce West

 

A pedidos volta, sem data certa para aparecer, a seção “o verde do meu bairro”.  Sempre foi uma das mais populares postagens no blog, mas circunstâncias fora do meu controle, acabaram por diminuir as horas de andanças pela cidade do Rio de Janeiro.

Comecei esta seção pela observação de que temos muito pouca variedade nos novos jardins cariocas.  Todos os jardins passam por moda.  Houve a moda dos jasmins, a moda dos manacás, etc.  No entanto, a manutenção de um jardim aumenta, às vezes, o trabalho dos zeladores, com isso os condomínios precisam aumentar os salários ou ter mais empregados e caímos na simplificação dos jardins, com plantas que precisam de pouco cuidado, para não  aumentar o gasto dos prédios. Além disso, cada vez menos pessoas sabem realmente cuidar de plantas e jardins.  Não sabem a hora da poda, como fertilizar e o que fazer para ter plantas saudáveis.  Uma pena.

Está na época dos Bicos de Papagaio enfeitarem os jardins cariocas.  Esses arbustos,  são de origem mexicana e levam dois outros nomes:  Estrela do Norte ou Ponsétia.  É por esse nome que é conhecida nos Estados Unidos e associada às ornamentações de Natal.  Porque mostram no meio do inverno esse colorido maravilhoso um vermelho incandescente rodeado de verde.

 

DSC01092Bico de Papagaio, jardim na Gávea, no Rio de Janeiro. ©Ladyce West

 

Não podemos nos enganar:  não são flores.  São folhas modificadas.  Não são pétalas.  São folhas que tomam a cor vermelha para atrair os insetos polinizadores às flores, que são muito pequeninas e quase sem graça.  O Bico de Papagaio destas fotos é do grupo Bico de papagaio dobrado, ou seja, mostram mais folhas modificadas por flor.

Estas são plantas que gostam de sol e precisam ser plantadas em lugar com sol.  Também precisam de solo rico,  levemente ácido.  Precisam de  umidade e material orgânico como fertilizante.  Não se dão bem em clima frio. A poda poderá manter diversas plantas de tamanho médio.  Pode crescer até o tamanho de uma pequena árvore.

A cor das folhas modificadas em geral é vermelha.  Mas há também abóbora e amarelo.  As folhas se modificam de acordo com o número de horas de exposição ao sol  Quando essas horas diminuem, então as folhas começam a se modificar e adquirir cor.

Vale a pena plantá-la no seu jardim ou uma pequena árvore ou uma fila de arbustos. São sensacionais.  Belíssimos.

Maiores informações:  Calendário do Jardim

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Filhotes fofos!

21 05 2017

 

 

focaFocas: mãe e filha.





Natureza maravilhosa: coruja das neves

30 04 2017

 

121452659.8lJourRp.HarfangLandingAgainWeb8Coruja-das-neves em vôo, foto Mike Reshitnyk.

A coruja-das-neves ou coruja-do-ártico (Bubo scandiacus) é uma espécie de ave estrigiforme pertencente à família Strigidae. Ela mede de 53 a 65 cm de comprimento e com as asas abertas 125 a 150 cm. Podem pesar de 1,8 kg até 3 kg.  O macho é todo branco enquanto a fêmea tem penas mais acinzentadas. Olhos amarelos e bico preto completam as cores dessa ave.  O bico é adunco e parcialmente escondido na penugem.  Mora nas regiões geladas dos Estados Unidos, Canadá, Alasca, no norte da Eurásia, e no Ártico. No inverno migram para o sul. Caça dia e noite, uma variação da maioria das corujas, pois nos meses em que está região ártica os dias são claros quase 24 horas. Alimenta-se de pequenos roedores, coelhos, outras aves menores e ocasionalmente de peixes.  Vivem em média 9 anos.  [Wikipedia]

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Filhotes fofos!

9 04 2017

 

 

Buba, suiçaBuba, ursinho, com sua mãe Ursina, no Juraparc, Mont-d’Orzieres, Suíça.

 





Filhotes Fofos!

2 04 2017

 

KOALAanimals-san-diego-zoo-koala1-horizontal-large-galleryCoala mãe e filho.  San Diego Zoo.




“Ao pé da letra” comemora 1 ano de existência!

26 03 2017

 

 

img-20170326-wa00261.jpgEncontro de março de 2017, um ano de leituras.

 

 

Hoje foi uma data importante.   O grupo de leitura Ao pé da letra comemorou um ano de leituras e o início de muitas amizades duradouras.  O grupo foi formado pela longa lista de espera do grupo Papalivros.  E hoje tem uma personalidade marcante formado por pessoas com interesse de ampliar os horizontes através da leitura. Ao todo foram dezesseis livros lidos através do ano.  Aqui abaixo a lista das leituras que foram escolhidas pelos membros de maneira democrática. Esses livros mostram grande variedade de personalidades que compõem o grupo. Foram 16 livros lidos em um ano.

 

1 — Um homem chamado Ove, de Fredrick Backman

2 — Infiel, de Ayaan Hirsi Ali

3 — A mulher desiludida, de Simone de Beauvoir

4 — O romance inacabado de Sofia Stern, de Ronaldo Wrobel

5 — Dom Quixote, de Cervantes

6 — A garota de Boston, Anita Diamant

7 – Imperatriz Orquídea, Anchee Min

8 – Pequena abelha de Chris Cleave

9 – A elegância do ouriço de Muriel Barbery

10 – O último amigo, Tahar Ben Jelloun

11 – Cavalos roubados, Per Petterson

12 – O papel de parede amarelo, Charlotte Perkins Gilman

13 – As irmãs Makioka, Junichiro Tanizaki

14 – Kafka e a boneca viajante, Jordi Sierra i Fabra

15 – O tribunal da quinta-feira, Michel Laub

16 — NW, Zadie Smith

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Natureza maravilhosa: Peixe cúbico de bolinhas

12 03 2017

 

 

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Não encontrei o nome desse peixe em português, o que usei é uma tradução minha.  Alguém sabe como se chama?  Em latim, é conhecido como Ostracion cubicus. Quando jovem parece uma caixinha amarela de bolinhas pretas (isso me lembra aquela música “Yellow Polka-dot Bikini”).  Mas muda de cor, quando fica mais velho… o amarelo vai se apagando…  Uma foto abaixo mostra um espécime  mais velho.

Ele é natural dos lugares longínquos para nós brasileiros: oceanos Pacífico e Índico.  Come algas, esponjas, crustáceos, moluscos e pequenos peixes. E tem uma maneira interessante de se defender, quando precisa, solta uma proteína líquida, venenosa para outros peixes.  Não vive em cardumes, é solitário.

Mas… vejam bem, em 2006 foi musa inspiradora de um carro da companhia Mercedes Benz — Carro Biônico.

 

800px-Kofferfisch_(Ostracion_cubicus)_02Espécime mais velho.

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Natureza maravilhosa: borboleta transparente

4 03 2017

 

 

transparent-glasswinged-butterflyFoto: Greg Foster, fotografia feita no Smithsonian Museum, Viveiro de borboletas, Washington DC.

 

 

 

A Borboleta Transparente leva o nome científico de Greta Oto.   Natural da América Central:  México, Panamá. Ela também pode ser encontrada na Venezuela, na Colômbia e em algumas partes do Brasil. É  uma borboleta com asas transparentes exceto pelas bordas das asas  que são marrom avermelhado e fazem o efeito de pequenas janelas.  Não é comum, mas a espécie ainda não está em perigo. A razão de ser transparente é simples, ela não tem  escamas coloridas como as outras borboletas. Essa transparência serve de camuflagem.  O corpo é sempre escuro.  As asas abertas podem chegar a 6 cm de largura e  elas são bastante resistentes, podendo voar até 20 km por dia.

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