Em três dimensões: Urs Fischer

15 06 2020

 

 

 

largeCoisas, 2017

Urs Fischer (Suíça, 1973)

alumínio, aço, imã eletrizados, Epoxy, 381 x 301 cm

 

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A dacha de Boris Pasternak

15 06 2020

 

 

RESCALA, JOÃO JOSE (1910-1990). Paisagem com Casario e Riacho no Estado do Rio, óleo s cartão, 26 X 32. Assinado no c.i.d. (Década de 30).Paisagem com casario e riacho no Estado do Rio, década de 1930

João José Rescala ( Brasil, 1910-1990)

óleo sobre cartão, 26 X 32 cm

 

Sempre quis saber exatamente o que era uma dacha.  Ouvia falar que russos de alguma importância saíam nos verões para suas dachas.  Havia mágica a respeito desta palavra.  Um encantamento. Qual não foi minha surpresa, no ano passado, descobrir que dachas talvez não fossem mais especiais do que uma casa de campo, num local próximo à natureza, como muitos têm nas cidades montanhosas ou praieiras aqui no país.  Mais ainda,  o governo russo tenta acabar com essas casas de veraneio, e restabelecer algumas como propriedade agrícola. Calcula que haja no país mais de sessenta milhões de dachas.   Então não eram locais tão especiais, penso.

Recentemente li Os segredos que guardamos de Lara Prescott, traduzido por Alessandra Esteche, para um grupo de leitura.  A narrativa é dividida em dois locais, em Washington DC, e na Rússia, envolvendo o escritor Boris Pasternak, recipiente do prêmio Nobel de literatura de 1958. Grande parte da vida do autor de Dr. Jivago recontada no livro se passa na dacha do escritor.  Finalmente pude satisfazer minha curiosidade.  E a conclusão é simples: dachas são apenas casas de veraneio, algumas mais ricas na decoração do que outras.  Aqui estão as fotos da dacha de Boris Pasternak para dar uma ideia do que parecia algo mágico nos tempos da Russia comunista, já que só os “queridinhos do governo” tinham acesso e possuíam estes refúgios. Hoje é um museu.

 

195324Dacha do escritor Boris Pasternak.

 

227bffc5fe0e4ff2088abb82cb3dd547Dacha do escritor Boris Pasternak.

 

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Интерьер-5

 

Цветы

 

Интерьер6

 

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Em casa: Auguste Toulmouche

14 06 2020

 

 

Auguste ToulmouchePensamentos vagos, 1872

Auguste Toulmouche (França, 1829 – 1890)

óleo sobre tela





Flores para um sábado perfeito!

13 06 2020

 

 

VANY NOVELLO (1938). Vaso com flores, óleo seucatex, 40 x 25. Assinado e datado (1982) no c.i.dVaso com flores, 1982

Vany Novello (Brasil, 1938)

óleo sobre eucatex, 40 x 25cm





Em casa: William Henry Bartlett

12 06 2020

 

 

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William Henry Bartlett (GB, 1809 – 1854)

óleo sobre tela, 99 x 129 cm





Da ironia do aprendizado…

12 06 2020

 

alexandre-o-grande-4Aristóteles e seu aluno Alexandre

 

 

Carta de Alexandre, o Grande, a Aristóteles, o filósofo e o aluno

 

Alexandre para Aristóteles, saudações.

Você não deveria ter publicado suas aulas, como fez, pois como vou superar outros homens se as doutrinas em que fui treinado se tornam públicas para todos? No entanto, eu prefiro me distinguir pelos meus conhecimentos do que pelos meus feitos.

[tradução minha]

 

Em: Private Letters Pagan and Christian: an Anthology of Greek and Roman Private Letters from the Fifth Century before Christ to the Fifth Century of Our Era, selected  by Dorothy Brooke, New York, E. P. Dutton & Co., Inc: 1930, p. 37





Meus favoritos: Anton Einsle

12 06 2020

 

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Retrato de uma dama com rosas no cabelo, 1848

Anton Einsle (Áustria, 1801 – 1871)

óleo sobre tela, 66 x 53 cm

 





Rio de Janeiro, um parque à beira-mar

12 06 2020

 

 

 

Di Cavalcanti, Paquetá, 1928,osobre cartão, Cl Domingos GiobbiPaquetá, 1928

Emiliano di Cavalcanti (Brasil, 1897 – 1976)

óleo sobre cartão

Coleção Domingos Giobbi





Em casa: Anders Zorn

11 06 2020

 

 

Clarence Barker' (1885), by Anders ZornClarence Barker, 1885

Anders Zorn (Suécia, 1860 – 1920)

aquarela sobre papel





10 de junho, dia de Camões

10 06 2020

 

JESSER VALZACCHI - Tarde de domingo - Óleo sobre tela - 90 x 70 - 2014Tarde de domingo,  2014

Jesser Valzacchi (Brasil, 1983)

óleo sobre tela,  90 x 70 cm

 

Quem vê, Senhora, claro e manifesto

 

Luís de Camões

Quem vê, Senhora, claro e manifesto
O lindo ser de vossos olhos belos,
Se não perder a vista só em vê-los,
Já não paga o que deve a vosso gesto.

Este me parecia preço honesto;
Mas eu, por de vantagem merecê-los,
Dei mais a vida e alma por querê-los,
Donde já não me fica mais de resto.

Assim que a vida e alma e esperança,
E tudo quanto tenho, tudo é vosso,
E o proveito disso eu só o levo.

Porque é tamanha bem-aventurança
O dar-vos quanto tenho e quanto posso,
Que, quanto mais vos pago, mais vos devo.