Em três dimensões: Bruno Catalano

1 11 2025

Os viajantes, 2016

Bruno Catalano (Marrocos-França, 1960)

Bronze, c. 180 cm de altura

Marselha





Sombra e água fresca: Jenny Nyström

1 11 2025

Na rede, 1919

Jenny Nyström  (Suécia, 1854-1946)

óleo sobre tela,  113 x 148 cm 





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

31 10 2025

Lagoa Rodrigo de Freitas,1950

Eugenio de Proença Sigaud (Brasil,1889-1979)

encáustica sobre tela, ,46 x 55 cm





Eu, pintor: Rafael Sanzio

30 10 2025

Autorretrato, 1506

Rafael Sanzio (Itália, 1483-1520)

têmpera sobre madeira, 47 x 33 cm

UFFIZI





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

29 10 2025

Natureza morta, década de 1940

Iberê Camargo (Brasil, 1914-1995)

óleo sobre madeira, 37 x 54 cm

 

 

Natureza morta, década de 1980

Ado Malagoli (Brasil,, 1906-1994)

óleo sobre tela, 65 x 81 cm





Nossas cidades: Cidade de Goiás

28 10 2025

Cidade de Goias

Ana Cristina Elias (Brasil, 1960)

aquarela, 30 x 40 cm





Conselho de Jorge Luís Borges

27 10 2025

Seu espaço

Alejandra Caballero (Espanha, 1974)

óleo sobre tela, 100 x 100-cm

 

 

“O verbo ler, como o verbo amar e o verbo sonhar, não suporta o modo imperativo. Eu aconselho sempre os meus alunos que se um livro os aborrece o abandonem; que não o leiam porque é famoso, que não o leiam porque é moderno, que não o leiam porque é um clássico. A leitura deve ser uma das formas da felicidade e não se pode obrigar ninguém a ser feliz.”

 

Jorge Luis Borges





O escritor no museu: Aldous Huxley

27 10 2025

Aldous Huxley, 1931

Vanessa Bell (Inglaterra,1879-1961)

óleo sobre tela, 71 x 56 cm

National Portrait Gallery, Londres





Imagem de leitura: Elizabeth Adela Stanhope Forbes

27 10 2025

Meio das férias, Alec em casa em férias, 1909

Elizabeth Adela Stanhope Forbes (Canadá-Inglaterra, 1859-1912)

óleo sobre tela, 122 x 97 cm





Luxo na Roma antiga: calor no símbolo do poder

27 10 2025
Mosaico romano e casal reclinado na cama. cópia de obra grega. 

 

Quando vemos as ruínas das casas romanas, raramente nos damos conta de que abaixo dos complexos mosaicos, se as casas eram de pessoas de posses ou de influência, poderia haver um sistema de aquecimento do chão, principalmente em comunidades romanas localizadas em território de longos invernos.

Os romanos foram os grandes engenheiros do mundo ocidental, não há como negar.  Muito do que inventaram e construíram ainda é usado nos dias de hoje, com adaptações e ajustes, é claro.  O sistema de aquecimento do piso das casas luxuosas do império, leva o nome de hipocausto romano.  Era baseado no ar quente que circulava por dutos.  Esse ar quente vinha de fornalhas, mantidas em constante lume através de escravos: homens aprisionados, de qualquer lugar do planeta mas terras incorporadas ao império depois de guerras. 

 

 

 

O hipocausto apareceu primeiro como um serviço à população, fazendo possível o aquecimento da água quente para os populares banhos públicos.  Mais tarde o mesmo sistema foi transposto para as casas dos muito abastados, assim como hoje vemos casas de pessoas com posses que usufruem de cinemas em casa, de academia de exercícios em casa e outros luxos privados. 

O primeiro hipocausto de que se tem notícia é do século I AC, construído por arquitetos que serviam a Marcus Agrippa, genro do imperador Augustus.  O sistema foi implantado nos banhos públicos não só em Roma, como em suas províncias. Mas a técnica se espalhou rapidamente e foi adotada tanto para o consumo público como para as casas particulares. Já no século II da nossa era, sob o reinado de Adriano e de Antoninus Pius o aquecimento dos pisos das casas ricas do império era bastante comum.  E o aquecimento do lar se transformou num símbolo de luxo e riqueza.

 

 

Ruínas mostrando o sistema de aquecimento de um banho romano em Chester, Inglaterra.