Rio de sol, de céu, de mar…

12 04 2024

Passeio Público, 1937

Milton Dacosta (Brasil, 1915-1988)

óleo sobre tela, 26 x 35 cm





Palavras para lembrar: Sacha Guitry

11 04 2024

Leitora

Nicolas Odinet (França, 1953)

óleo sobre tela, 100 x 100 cm

 

 

 

“Há de haver um dia, finalmente, em que eu me decida a ler os livros de há mais de trinta anos, aconselhei meus amigos a ler.”

 

 

Sacha Guitry (1885-1957)





Imagem de leitura: Ladislaus Bakalowicz

11 04 2024

Escolhendo um livro

Ladislaus Bakalowicz (Polônia, 1833-1904)

óleo sobre madeira, 55 x 40 cm





Trova do outono

10 04 2024

 

 

Outono, folhas rolando,

amarelas pelo chão,

lembram minh’alma chorando

os sonhos que ao longe vão.

 

(Georgina M. Xavier)





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

10 04 2024

Natureza morta, 1990

Marília Fairbanks Maciel (Brasil, 1924-2012)

óleo sobre tela, 40 x 60 cm

 

 

 

 

Natureza morta

Carlos Lacek (Brasil, 1942)

óleo sobre tela,  50 x 60 cm





Todo mundo lê…

10 04 2024
O lobo voltou! ilustração de Geoffroy de Pennart.




O escritor no museu: Raul Bopp

9 04 2024

Retrato de Raul Bopp, c. 1935

Cândido Portinari ( Brasil, 1903-1962)

óleo sobre tela, 46 x 54 cm





O gato vaidoso, Monteiro Lobato

9 04 2024

Companheiros de casa, 2003

Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925-2019)

óleo sobre tela

 

 

 

 

O gato vaidoso

 

Monteiro Lobato

 

Moravam na mesma casa dois bichanos, iguais no pelo mas desiguais na sorte. Um, pela dona, dormia em almofadões. Outro, no borralho. Um passava a leite e comia no colo pela mão da senhora. O outro por feliz se dava com espinhas de peixe colhidas no lixo.

Certa vez cruzaram-se no telhado e o bichano de luxo arrepiou-se todo dizendo:

— Passa de largo, vagabundo! Não vês que és pobre e eu rico? Que és gato de cozinha e eu, de salão? Respeita-me, pois, e passa de largo…

— Alto lá, senhor orgulhoso!  Lembra-te que somos irmãos, criados no mesmo ninho.

— Sou nobre! Sou mais que tu!

— Em quê? Não mias como eu?

— Mio.

— Não caças rato como eu?

— Caço.

— Não comes rato como eu?

— Como.

— Logo, não passas de um simples gato igual a mim. Abaixa, pois, a crista desse orgulho idiota e lembra-te que mais nobreza do que eu não tens — o que tens é aoenas um bocado mais de sorte…

Quantos homens não transformam em nobreza o que não passa de um bocado mais de sorte na vida!

 

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Em: Fábulas, São Paulo, Brasiliense: 1956, p. 155





Nossas cidades: Salvador

9 04 2024

Mercado modelo

Edvaldo Assis (Brasil, 1941)

óleo sobre tela, 50 x 70 cm





Na boca do povo: escolha de provérbios populares

8 04 2024

 

 

“A quem tem dinheiro, não lhe falta companheiro.”